Fomos para meu quarto, que como eu disse era um pouco mais afastado dos outros. Entramos e colocamos um som na JBL e falei que ia pegar mais umas cervejas para gente continuar. As duas disseram que tinham que ir no banheiro. Quando voltaram estavam ambas só de calcinha. Que visão mais deliciosa. A Jaqueline então pegou a Vanessa pelo cabelo, virando o rosto para ela e começou a beijar ela na boca. Depois de beijarem bastante. Jaqueline mais uma vez pegou a Vanessa pelo cabelo, mas pegou com gosto dessa vez, fazendo-a virar de costas para Jack e de frente para mim. E falou que a Vanessa era putinha dela e do marido dela já fazia tempo, e que hoje viraria putinha minha também. Vi a cara de espanto da Vanessa quando a Jack falou que sabia que ela era putinha do Marcelo, mas foi só nessa hora, porque depois continuou fazendo uma cara de safada enquanto a outra puxava o cabelo dela. Jack a trouxe até mim, sempre puxando seu cabelo e falou com o rostinho bem gruadado no da Vanessa: Hoje você vai acabar comigo e eu nós dois vamos acabar com ela. Não é cadelinha – E plaft, meteu um tapão na raba da Vanessa sem dó. Ao que a Vanessa fez um - humhum – de cachorro chorando. - Isso minha cadelinha sobe na cama e mostra para o Samuel como é que eu gosto de você. - A Vanessa subiu na cama ficou de quatro e arrebitou bem a bunda. A Jack chegou atrás dela e deu outro tapão na bunda dela – Vai tira essa calcinha que não é assim que eu gosto não! - plaft, outro tapão naquela raba. A Vanessa tirou a calcinha e enquanto foi puxando ela para baixo uma fitinha de gozo foi espichando grudado na calcinha. Jack se posicionou atrás da Vanessa e começou a chupar sua buceta, enquanto enfiava um dedo dentro dela. Nisso ela falou – Vai lá na frente que ela vai te pagar um boquete inesquecível e quero que goze na boca dela igual gozou na minha mais cedo. Subi na cama e coloquei meu pau para fora, a Vanessa caiu de boca e começou um boquete maravilhoso mesmo, chupava a cabeça, punha o pau todo na boca, depois tirava e vinha lambendo da cabeça até as bolas e das bolas até a cabeça, punha o pau na boca de novo e mamava, e fazia tudo isso com uma delicadeza. Só em um momento que ela quase deu uma mordida na cabeça do meu pau, reparei no seu rosto e vi que ela tinha feito isso por reflexo, de dor. Olhei para Jack e ela não estava mais chupando a xoxota da Vanessa, mas estava enfiando a mão inteira dentro dela. A coitada revirava os olhos enquanto me chupava. Aquilo me deixou louco, vi que ia gozar e avisei para Vanessa, ela só continuou chupando, já com os olhos cheios de água. Gozei bastante na sua boca e ela foi engolindo tudo. Quando acabei de gozar ela parou de me chupar só para poder dar uma gemida e já recebeu um tapão na raba. A raba dela já estava toda vermelha da Jack bater. Ela acabou gozando com esse fisting. Mal tive tempo de recuperar já que Jack veio lambendo meu pau e quando viu que ele já estava duro falou que agora eu ia comer o cú da Vanessa. Como meio de concordar ela deu uma biscadinha com o buraquinho como me convidando. Eu subi na cama e comecei a penetrar seu cu, no início teve alguma resistência mas rapidinho eu já estava todo dentro e comecei a me movimentar. Estava igual um galo subindo descendo em cima da Vanessa, enquanto ela meio que de quatro com a cara enfiada no meio das pernas da Jack, chupando ela. O cu dela era bem apertadinho e cada vez que eu me enterrava nele ela apertava meu pau. Jack anunciou que ia gozar, gemendo na língua da Vanessa e começou a tremer toda, segurando a cabeça da Vanessa no meio das suas pernas. Senti a Vanessa me apertando mais, estava gozando também. Eu saí de dentro dela e já que ainda estava duro, falei com a Jack que queria gozar na rabo dela. Ela não se fez de rogada e já ficou de quatro para mim ao lado da Vanessa. Mas antes deu enfiar ela falou, Vanessa, lubrifica meu cuzinho. Vanessa então começou a lamber o cú da Jack e lacear ele, primeiro com um dedo, dois com dois. A Jack gemia e xingava, falando que amava aquilo. Quando vi que o cú dela já estava bem babado, com os dedos de Vanessa fazendo barulho de água espirrando, eu cheguei ela para o lado, encaixei meu pau no cu da Jaqueline e fui empurrando. Quando me ajeitei comecei a bombar no rabo dela e dar tapões naquela bunda gostosa. Ela gritava – Que delícia de rola, fode meu cú, caralho! Vai Vanessa mete o braço na minha buceta. A Vanessa se posicionou embaixo de mim e foi enfiando primeiro três dedos na buceta da Jack, depois quatro, depois cinco e por fim o punho fechado, depois que o punho entrou a Jack já não gritava, só gemia abafado, enquanto eu ia dando cada vez mais rápido bombadas em sua bunda e Vanessa no seu útero com o punho. Acabei enchendo seu cú de porra e logo em seguida ela gozou no punho da Vanessa.
Tomamos um banho juntos, nós três e Jack saiu primeiro. Aproveitei para dar uns amassos na Vanessa e enquanto nos beijávamos embaio do chuveiro, ela pediu para eu levantar a perna dela e meter o pau na sua buceta, em pé. O que fiz, ela era muito flexível. Eu fui metendo a rola nela e a beijando. Estávamos assim quando escuto a porta do box se abrindo de novo, olho para trás e vejo Jack usando um strapon com um consolo maior do que meu cacete, que não é pequeno. Ela me fez sinal para eu virar a Vanessa, o que eu fui fazendo e segurando a perna dela para não deixar meu pau escorregar para fora. Quando a virei em uma posição que a Jack poderia chegar por trás dela eu lhe falei, prepara que agora você vai ter uma surpresa. Jaqueline despejou meio tubo de lubrificante no consolo e apontou ele para o cuzinho da Vanessa e com jeito foi enfiando aquele cacete dentro dela. Senti a perna de apoio dela bambear quando o consolo entrou em seu cu, mas a segurei. Começamos então, eu e a Jaqueline a bombar ela na frente e atrás ao mesmo tempo. Vanessa gemia e falava que a gente ia matar ela, que se não matássemos, íamos enlouquecê-la. Ela começou a me apertar mais e vi que ia gozar, aumentei a velocidade e a Jack entendeu o recado também começou a bombar mais forte atrás. Gozei dentro dela, ela gozou e começou a cair eu a segurei e vi que ela tinha dado uma leve desmaiada. Carreguei ela e a coloquei na cama. Jaqueline tirou o estrapom e me perguntou se eu tinha gostado da festinha. Falei que sim. Ela respondeu que quando eu quisesse era só falar que a gente podia repetir. Que além da Vanessa ela sabia de duas outras putinhas que andavam fudendo com o marido dela, e que uma, assim como a Vanessa ela já tinha conquistado e já estava fudendo há algum tempo, e que eu se eu quisesse ajudar ela e dar um jeito nela também. E que depois todas elas poderiam ser minhas quando eu quisesse. Falei que ela era uma devassa, mas que eu queria sim, mergulhar nessa devassidão dela.