Minha fêmea, a mulher da minha vida.

Por: ricardo-fonseca-906 14/07/2026 1236 leituras
Capa do conto
Era uma tarde normal como tantas outras. Cheguei em casa depois de um dia de trabalho, sendo que nesse dia eu saí mais cedo do trabalho, o motivo não vem ao caso. Já saí do trabalho pensando no que faria quando encontrasse a fêmea mais especial que um macho possa ter o privilégio de encontrar ou conhecer. Uma coisa era certa, ela é minha. Ela escolheu ser. Quando passei pelo portão da casa já senti um arrepio na espinha eu uma ânsia enorme de vê-la, beijá-la, tocá-la, acariciá-la e torná-la mais uma vez a minha bonequinha putinha e submissa. Ela adora sentir-se assim comigo.
Abri a porta da sala e apurei os ouvidos para determinar onde ela estaria. Nada ouvi. Silêncio absoluto. Respirei fundo como que me refazendo de tanta ansiedade e desejo. Silenciosamente fui até a escrivaninha que mantemos chaveada por motivos que logo descobrirão, óbvios. Retirei cuidadosa e silenciosamente o chicotinho negro, dos que se adquire do patrocinador deste site, que ali estava depositado. Ela ainda não tinha conhecimento do mesmo, faz apenas dois dias que ela mudou-se para cá.
Encontrei-a adormecida sobre a nossa cama, onde ontem ela foi minha pela primeira vez. Num outro momento conto-lhes o porquê de ontem haver sido nossa primeira vez e como aconteceu. Assim que a vi deitada na cama em diagonal, perna direita esticada e a esquerda encolhida formando um 4 perfeito, a bunda deliciosa dela estava mais linda ainda, a calcinha branca, tipo fio dental a deixava ainda maior, mais redondinha e sexy.
Dei a volta na cama e fui até o roupeiro e colhi dois cordões de roupão felpudo. Ela era a vítima perfeita. Não posso negar que me custava muito controlar a ansiedade e o desejo. Peguei ainda uma saída de banho preta com estampas que vai sempre com ela a piscina. Tenho planos para esses apetrechos.
Aproximei-me da cama e a abracei por trás e disse-lhe que não se assustasse. Beijei-lhe ardente e apaixonadamente. Seus lábios carnudos e deliciosos me matam de prazer e desejo. Segurei-lhe uma das mãos e amarrei-a pelo pulso, vi em seus olhos um misto de medo e tesão. Ato contínuo, fiz o mesmo com a outra e prendi-a no espelho da cama, que é bem alto, fazendo-a ficar de pé e curvada para frente, como se estivesse de quatro. Disse-lhe que ia vendá-la e ela me perguntou o que eu ia fazer com ela. Beijei-lhe ardorosamente e disse-lhe que ficasse tranqüila pois iria satisfazer uma fantasia. Pude senti-la mais calma. Vendei-a, claro. Abri suas pernas, deixando-a quase como um triângulo perfeito, como é perfeito o seu triângulo amoroso, tão desejado e ansiado por mim.
Até esse momento ainda não havia mostrado a ela o chicote, não sabia qual seria sua reação. Cheirei e lambi sua bucetinha deliciosa, com a calcinha afastada para o lado. Impossível não lamber seu cuzinho virgem. Ouvi seu gemido abafado e cheio de tesão. Mordi seu grelo enquanto, literalmente, arranquei a sua calcinha que ficou em trapos. Ouvi um “aiiiiii!!” de dor, de medo e de desejo. Eu mordi suas coxas deliciosas, marcando-as mas sem machucar muito. Meus dedos já invadiam sua xoxota molhada e quente. De repente, os seus gemidos forma suplantado por um estalo de chicote, seguido de “aaaaiiiiiiiiiiiii!!” nítido de dor. A mesma dor que a fez apertar sua bucetinha em torno de meus dedos, dois ao todo. Seu grelo pulsou em minha boca. Foi-lhe impossível gemer deliciosamente e esconder que essa situação a estava deixando extremamente enlouquecida. Logo outro estalo e a ouço gritar: “Aiiiii, macho, quer matar tua putinha de tesão, é??” era a primeira vez que ouvia de sua boquinha um palavrão. Fiquei orgulhoso de tê-la transformado numa puta safada.
Um dos dedos acompanhava o cabo do chicote passeando pelo rego da minha putinha. Ela rebolava lenta e firmemente. Sua respiração ficou muito pesada. Mordi, literalmente, seu grelo, ao mesmo tempo em que puxei com força os biquinhos dos seus peitinhos entre os dedos. Ela gritou de dor e prazer. Minha mão encontrou sua bundinha com muita força também, eram muitos pontos de dor e prazer espalhados pelo seu corpinho magrinho. Isso a enlouqueceu. Ela gritava e gemia, contorcia-se de prazer dizendo: “-Te amo, meu macho. Meu dono. Me fode que eu não agüento mais.” Então lhe disse ao ouvido enquanto segurava-a pelos cabelos, com força e muita determinação. “-Cala a boca, putinha. Eu vou te foder quando eu quiser e se eu quiser, entendeu?”. Dei-lhe um tapa na cara dizendo-lhe: “-Peça desculpas, cadela. Acha que tá falando com quem?”. Ouvi apenas um sussurro. “Desculpe, amor.” Seu corpo ainda tremia devido ao orgasmo que ela teve. E só para torturá-la, enfiei-lhe o cabo do chicote com força em sua bucetinha. Ela soluçou, chorando de prazer, como depois me confessou. Meu pau doía de tão duro e tesudo que estava e eu respirava com muita dificuldade por ver minha putinha chorando de prazer, literalmente. Suas pernas começaram a dobrar. Chicoteei-lhe as coxas e disse “- estica as pernas puta. Ainda não acabou. Só acaba quando teu dono, teu macho disser que acabou, certo?”. “- Sim, meu dono.” Vi o esforço que fez para voltar a posição inicial, pois suas pernas tremiam. Aliás, todo seu corpo tremia. Montei a cavalo em seus braços com o caralho em riste, puxando seu cabelo para cima, ordenei-lhe que abrisse a boca e enfiei-o feroz e firmemente em sua boca, vi seus movimentos de regurgitamento, a cabeça do caralho alcançou-lhe a sua garganta, a baba escorreu pelo meu cacete chegando até meu saco. Puxei com violência e enfiei-o de volta, indo ainda mais fundo. Seus olhos cheios de lágrima, enquanto seu corpo tremia submisso, fez meu tesão subir as nuvens. Foi preciso reunir toda minha força e autocontrole para não gozar naquela hora. Amigos, que fêmea!!!
Para não ficar muito extenso e maçante, o resto vocês terão no próximo conto. Sou muito detalhista e minucioso, o que faz os contos ficarem assim. Obrigado por lerem. Votem e comentem. Até a próxima.

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