Aquele dia no carro foi o começo do fogo. Eu estava levando ela pra casa da amiga Sofia. Ana viu a menina andando na calçada e pediu pra encostar. - Pai, para aí rapidinho, quero falar com a Sofia. Eu parei, as duas conversaram uns minutos, risadas, abraços. Sofia me cumprimentou com um sorriso educado. - Oi, tio, tudo bem? Tudo normal, cara. Nada demais. Mas mais tarde, quando a gente já estava em casa, o celular da Ana apitou. Ela leu a mensagem e caiu na gargalhada, rolando no sofá com as pernas abertas, shortinho curto subindo e mostrando a calcinha branca colada na buceta. Eu perguntei curioso. - O que foi, filha? Tá rindo do quê? Ela virou a tela pra mim, ainda rindo. Era da Sofia: “vocês e seu coroa são muito gatos juntos. Aposto que você fica demais quando tá em cima dele na cama.”
Eu senti o sangue subir pro rosto, mas fingi natural. - Nossa, ela deve ter ficado com vergonha quando você contou que eu sou seu pai. Ana parou de rir, me olhou com aqueles olhos brilhando e respondeu baixinho. - Ah, não contei não. Vai ser mais engraçado quando ela descobrir. Meu pau deu uma pulsada dentro da calça só de imaginar. Ela não tinha contado. A amiga achava que eu era o namorado dela. E Ana estava adorando o jogo.
A partir daí a coisa escalou rápido. No dia seguinte, no Starbucks lotado, ela sentou do meu lado, encostou o corpo todo em mim e falou alto o suficiente pra quem quisesse ouvir. - Pai, eu tô sentindo tanta falta da hora do banho... lembra quando eu era pequena e a gente tomava banho junto? Eu adorava quando você ensaboava minhas costas. As pessoas em volta olharam, eu quase engasguei com o café. Ela só sorriu inocente, mas a mão dela desceu e apertou minha coxa por baixo da mesa. - Relaxa, ninguém sabe que é sacanagem. Mas eu sei que você também sente falta, né? Meu pau ficou meia-bomba ali mesmo, no meio do café cheio de gente.
Chegamos em casa e o clima já estava carregado. Ana foi pro banho, deixou a porta entreaberta de propósito. Eu ouvi a água correndo, depois a voz dela. - Pai, vem aqui rapidinho? Esqueci a toalha. Entrei, ela estava nua embaixo do chuveiro, corpinho molhado brilhando, peitinhos com bicos duros, bucetinha lisinha sem um pelo, grelinho aparecendo entre os lábios inchados. - Olha como eu cresci, pai. Quer me ajudar a ensaboar de novo? Como nos velhos tempos? Eu tentei dizer não, mas a pica já estava dura pra caralho, marcando a calça. Ela riu baixinho. - Vem, eu sei que você quer. Não sou mais criança.
Eu entrei no box, tirei a roupa. Minha pica grossa pulou pra fora, cabeça vermelha latejando, veias saltadas. Ana olhou direto, mordeu o lábio. - Caralho, pai... sua pica é enorme. Maior do que eu imaginava. Ela pegou o sabonete, começou a passar nas minhas costas, depois virou de frente, peitinhos roçando meu peito. As mãos dela desceram, envolveram meu pau. - Deixa eu te lavar aqui também. Tá tão duro... pra mim? Eu gemi. - Filha... isso é errado pra porra. Ela apertou mais forte, mãozinha subindo e descendo devagar. - Errado é você ficar com essa pica assim e não me foder. Eu quero sentir você dentro de mim. Quero sentar na sua pica grossa e gozar gritando seu nome.
A água quente batia na gente. Eu não aguentei. Peguei ela pela cintura fina, levantei fácil, encostei a parede do box. Minha pica roçou a entrada da bucetinha dela, quente e molhada, já escorrendo mel. - Tá molhada pra caralho, Ana. - É pra você, pai. Enfia logo. Eu empurrei devagar, cabeça da pica abrindo aqueles lábios apertados. Ela gemeu alto. - Ai, porra... tá abrindo minha bucetinha toda. Mais fundo, vai. Eu meti até o meio, senti o calor apertando meu pau como um punho. Ela cravou as unhas nas minhas costas. - Fode sua filha, pai. Me usa como uma vadia. Eu comecei a bombear, devagar primeiro, depois mais forte, pica entrando e saindo com barulho molhado, água misturando com o caldo dela escorrendo pelas coxas.
- Caralho, Ana, sua buceta é tão apertada... tá sugando minha pica. Ela rebolava, grelinho roçando na base do meu pau a cada estocada. - Meu grelinho tá pulsando, pai. Chupa ele depois, por favor. Eu tirei o pau, ajoelhei no box, abri as perninhas dela e enfiei a língua direto no clitóris inchado. Chupei forte, lambi o grelinho pra cima e pra baixo, depois desci pro cuzinho rosado, lambi ali também, sentindo o gosto doce de menina. Ana gritou. - Isso, pai, lambe meu cu e minha buceta ao mesmo tempo. Tô gozando... ai porra! O corpo dela tremeu, buceta esguichou na minha boca, caldo quente escorrendo.
Eu levantei, virei ela de costas, bundinha empinada. Cuspi na mão, passei no cu dela. - Quer no cu também, filha? Ela empinou mais. - Quero tudo. Enfia essa pica no meu cuzinho apertado. Eu pressionei a cabeça contra o anelzinho, empurrei devagar. O cu dela abriu milímetro por milímetro, engolindo minha pica grossa. - Ai, tá rasgando meu cu, pai... mas não para. Fode meu cu. Eu meti fundo, pica toda dentro daquele cu virgem apertado, metendo forte enquanto minha mão ia na frente e dedava a buceta dela, dois dedos no grelinho. Ana gemia sem parar. - Tô sendo fodida pelo meu próprio pai... na buceta e no cu ao mesmo tempo. Goza dentro de mim, enche meu cu de porra.
Eu não aguentei mais. Meti fundo no cu dela e gozei jato atrás de jato, porra quente enchendo aquele cuzinho. Ana gozou de novo, buceta apertando meus dedos, corpo tremendo. A gente ficou ali, água caindo, respirando pesado. - Pai... isso foi melhor que qualquer coisa que eu imaginei.
Mas não parou ali. Nos dias seguintes a safadeza virou rotina. No sofá, ela sentou no meu colo de frente, shortinho de lado, bucetinha molhada roçando direto na minha pica dura por baixo da calça. - Sente como eu tô molhada só de pensar em você? Eu abri o zíper, puxei a pica pra fora. Ela desceu devagar, sentou até o talo. - Ai, pai... sua pica preenche minha buceta toda. Rebola pra mim, filha. Ela rebolava gostoso, peitinhos pulando na minha cara. Eu chupei um bico, mordi de leve. - Morde mais forte, pai. Quero marca sua. Eu meti os dedos no cu dela enquanto ela cavalgava, dois dedos abrindo aquele cu. - Tô com dois buracos cheios agora... fode os dois.
A gente fodeu ali mesmo no sofá, ela gozando duas vezes antes de eu encher a buceta de porra quente. Depois ela desceu, limpou minha pica com a boca, chupando até a última gota. - Adoro o gosto da nossa mistura, pai. Buceta e cu na sua pica.
Teve noite que ela veio no meu quarto só de calcinha fio dental. - Não consigo dormir sem você me foder primeiro. Eu deitei ela na cama, abri as pernas, lambi aquela bucetinha até ela implorar. - Enfia a língua no meu cu também. Eu obedeci, língua fundo no cu enquanto dedava o grelinho. Depois meti a pica na buceta de quatro, socando forte, mão dando tapa na bundinha. - Tapa mais, pai. Marca sua filha vadia. O barulho de tapa e pica entrando molhada enchia o quarto. Eu gozei na cara dela dessa vez, porra branca escorrendo nos peitinhos. Ana lambeu tudo. - Delícia... amanhã quero de novo no carro, escondido.
E foi assim que virou vício. Todo dia uma sacanagem nova. No carro estacionado, ela sentou no banco de trás, tirou a calcinha e abriu as pernas. - Vem, pai, me come rápido antes que alguém veja. Eu enfiei a pica na buceta dela ali mesmo, metendo rápido, mão tampando a boca dela pra não gritar. - Tá gozando quietinha pra mim? Ela balançava a cabeça, olhos revirando, buceta apertando e esguichando no banco. Depois eu virei ela e meti no cu de novo, rápido e fundo. - Enche meu cu de porra no carro, pai. Gozei dentro, puxei a pica e vi o cu dela piscando, porra escorrendo devagar.
Em casa, no chuveiro de novo, ela pediu pra eu mijar na buceta dela. - Quero sentir você marcando cada buraco. Eu mijei quente na bucetinha aberta, depois na boca dela. Ana engoliu um pouco, rindo safada. - Agora me fode com essa pica molhada de mijo. Eu fodi os dois buracos até gozar de novo.
A intensidade só crescia. Ana começou a falar sacanagem o tempo todo. No jantar, enquanto comia, ela passava o pé descalço na minha pica por baixo da mesa. - Tô com fome de outra coisa, pai. Depois da comida quero engolir sua pica até o fundo da garganta. Eu levava ela pro quarto, ela ajoelhava, chupava com vontade, baba escorrendo, engasgando no pau grosso. - Engole tudo, filha. Ela engolia até as bolas, olhos lacrimejando de tesão. Depois eu virava ela de bruços, metia na buceta e no cu alternando, um golpe em cada buraco. - Tô sendo usada como putinha pelo meu pai... adoro.
Uma noite ela trouxe a calcinha da Sofia emprestada, cheirosa. - Imagina se a Sofia soubesse que eu tô sentando na pica do meu coroa com a calcinha dela. Eu rasguei a calcinha, enfiei dois dedos na buceta dela enquanto chupava o grelinho. - Goza pra mim pensando na amiga descobrindo. Ela gozou forte, gritando. - Descobre sim, pai... que eu sou sua puta particular.
O conto podia continuar pra sempre, mas o ápice foi numa tarde chuvosa. A gente no sofá, ela nua no meu colo, cavalgando devagar. - Quero sentir você gozando nos dois buracos hoje. Eu meti na buceta primeiro, fodi até ela gozar, depois tirei e enfiei no cu, socando fundo. Troquei de buraco várias vezes, buceta, cu, buceta, cu, até os dois ficarem vermelhos e pingando. Por fim gozei na boca dela, depois na buceta, depois no cu, enchendo tudo. Ana deitou exausta, porra escorrendo dos três lugares, sorrindo. - Agora eu sou completamente sua, pai. Buceta, cu e boca marcados por você pra sempre.