__Vem amor...são ambos seus...chupe-os...estou a muito desejando que chegasse esse momento de nossa paixão...deixe-me sentir o calor da sua boca neles, chupe bem gostoso - dizia Mônica os comprimindo com as mãos em direção a boca de Cibele.
__Por que não vamos para o quarto, ahn?
__Não amor...vamos aproveitar esse doce e sensual clima e pode ser aqui mesmo...será mais ousado.- disse Mônica, já abrindo sua calça a retirando e expondo uma calcinha rendada, que era uma fonte de mais desejos a quem visse_ Vem tirar a minha calcinha e sente o cheiro que ela tem...
Cibele primeiro cheiro a calcinha ainda no corpo de Monica, para depois a retirar e levar as narinas a peça delicada. Aspirou o odor de xoxota que vinha da mesma, e depois se atirou sobre o corpo nu que estava a sua frente. Tomou a boca da outra na sua, ode sua língua duelou com a dela e as salivas se misturaram formando uma delicioso elixir que cada uma compartilhou.
__Te amo minha gata -disse Cibele acariciando os seios de Mônica que a abraçava com carinho__Estou sentindo um tesão tão grande por você...
__Prove...estou a sua espera...olhe a minha boceta como já esta molhada- disse levando um dedo até ela e levantando devagar, fez surgir um filete de gala que direcionou para Cibele__Chupe o dedo e depois venha chupar minha boceta, vem...
Cibele tomou o dedo da namorada entre os lábios e sentiu o sabor de onde ele tinha estado, depois foi se abaixando e se insinuou entre as ´pernas levantadas, apoiadas no encosto do banco e o painel de instrumentos, ficando a xoxota toda aberta a espera da boca que chegou e a abocanhou.
__Aaaiii...chupa gostoso....Aaaahhhh...delicia de chupada...mete a língua lá dentro...isso...meu amor...te amo muito...Uuuuuiiii...eu não estou aguentando...vou gozar....Ci-be-le meu anjo, passa um dedo em meu cu... gostoso....enfia ele, enfia...Aaaaaahhh... adoro isso, um dedo no cu me deixa doida, estou adorando sua boca na minha boceta...lamba o meu grelo... que vou gozaaaar....
As duas jovens se engalfinharam em busca uma na outra, com as mãos procurando os pontos eróticos dos corpos ali expostos extraindo o que de melhor havia neles. Entre gemidos e muitos sacolejar do carro, ambas foram em busca do momento supremo...o orgasmos.
Cibele e Monica, depois daquela noite maravilhosa de pura entrega, passaram a se ver mais com constância e Cibele começo a viver uma outra vida de plea felicidade. Creusa viu a modificação operada na filha e agradeceu a namorada da filha pela operação conseguida. E assim fora se passando os dias, onde o sexo entre as duas edra a tônica do relacionamento e não havia tempo ruim para que ambas estivesse na cama se acariciando, amando com toda força que existia.
Cibele, saiu do banheiro da casa noturna, e estava lavando as mãos, quando ouvir risadas de mulheres que entravam no recinto e pelo espelho, pode ver que Monica estava entre elas, abaixou a cabeça mas de olho na imagem, vendo que sua amada entrava num dos box acompanhada de outra jovem. Permaneceu ali fingindo que ainda lavava as mãos, pois até então o fato de Monica estar ali com outra não queria dizer nada, pois é comum as mulheres entrarem em duplas nos sanitários mais por farra que por qualquer outra coisa mas , naquele caso algo estava estranho e foi quando os gemidos começaram a surgir, que Cibele entendeu a realidade da coisa...traição. Ficou encostada a pia, olhando para a porta e vendo que haviam dois pares de pés, um voltado para a porta e outro para o vaso, inclusive, um deles estava envolto por uma calcinha, que por acaso era que sua amada colocara para saírem. Sua visão ficou turva e ela meio que cambaleante, saiu do recinto indo para a fervura que acontecia no salão e na mesa ficou esperando pela volta da sua amada. A demora, fora bem além da esperada e quando ela chegou, estava serena e sorridente, o que deixou Cibele amargurada. Pela manhã, quando se despediram, depois de brigarem, Cibele que não quisera ficar junto de Monica, passou em uma confeitaria e ali, se embriagou. Como estava perto de casa, largou o carro na rua e foi a pé. Creusa estava passando o café, quando a filha chegou, num estado lastimável. Depois de contar para a mãe o que tinha levado ela a ficar naquele estado, Creusa, se condoeu da filha, deu-lhe um café forte e foi buscar o carro.Na volta a encontrou em pior estado tendo que leva-la para o banheiro onde lhe deu um banho frio. Enquanto banhava o corpo da filha, foi admirando como ele tinha se modificado, parecia até mais apetitoso que antes e foi nesse embalo, que sem perceber, estava acariciando o corpo da filha, que mesmo ainda não totalmente refeita, notou o fato e estranhou, por ser ela sua mãe. Sentiu as mãos da mãe percorrer seu corpo, apalpando os pequenos seios, se dirigindo e chegando aos seu pentelhos, tendo a outra mão se fixado em sua bunda a deixando louca, pois lembrava o vicio de Monica, que adorava que isso acontecesse, quis impedir que ela continuasse mas, estava tão bom que foi permitindo. Estava para cair, quando sua mãe a amparou e fixou o olhar em sua boca. Passou um dedo nos lábios entreabertos da filha e aproximou os seus do dela. Ambas inclinaram a cabeça, sabendo o que estava por acontecer. Primeiro fora um bitoquínha, um selinho, mas depois ao se olharem novamente, as bocas se procuraram com mais ímpeto e ocorrera realmente um longo e delicioso beijo, que estava longe de ser de mãe com filha pois as mãos de Creusa desceram ao longo do corpo da filha e pousaram em suas nádegas, que foram apertadas. Ao separa a boca, esta veio para o pescoço da jovem e depois encontrou a cavidade do ombro, onde mordiscou, fazendo com que a garota se contorcesse toda, ai, a boca desceu para os seios e como se fosse um merengue, foi colocado todo dentro dela, onde a língua brincou com os mamilos os titilando, depois disso Creusa olhou para a filha acariciou seu rosto e murmurou:
__Minha doce criança, você é tão gostosa quanto qualquer mulher que exista por ai, Não deves se prender a quem não soube te amar e tirar proveito da gostosura que és. Vou lhe mostrar que aqui em casa você terá sempre o que quiser para gozar e ser feliz.
__Mãe eu...
__Psiiiu, não vale nada, deixe a mamãe cuidar do seu nenê.- disse e agiu, enfiando uma das mãos no meio da bunda da filha, procurando seu cuzinho __Não contraia esse buraquinho, que a mamãe vai entrar nele...assim...como é apertado o cu da minha filhota, nunca deu ele aos seus namorados?
__Acho que foi a única coisa que mais dei, mãe....ai...que gostoso esse seu dedo no meu cu...me faz gozar...
__Sim minha filha, quero de fazer gozar e muito.- emendando a palavra a gestos, tirou o dedo do cu da filha e a virando de costas, se agachou e começou a acariciar a bunda dela, com beijos nas nádegas, que separava e olhava para onde seu dedos estivera pouco tempo atrás. Se excitou com o que viu e desejou de forma insana, o lordo da filha e assim levou a língua a percorrer o rego dela e ficar brincando com as preguinhas que se contraíam. Lambia e o barulho que a língua fazia, deixava Cibele super excitada e el foi se curvando e separando as pernas o que facilitou para que sua mãe descesse e fosse até sua xoxota e mantivesse presa aos lábios. Mordiscou cada nádega levou as mãos até os pequenos seios, onde apertou os mamilos entre os dedos, fazendo Cibele gemer e levar a mão até a boceta, onde mergulhos os dedos na sua umidade e quando retirou os dedos, a mãe os levou a boca sugando todo o mel que havia neles e depois disso tomou a boceta novamente na boca e vibrando a língua bem depressa, excitava a filha. Chupou e depois soprou sobre a xoxota o que fez Cibele gemer gostosamente, pois sentira uma coisa diferente dentro da vagina e gozara quase que de imediato.
A friagem do piso, quando foi levada ele pela mãe, servira para a despertar um pouco mais e ai teve as pernas separadas e a boca de Creusa tomou conta da vulva de Cibele. Ao mesmo tempo que a chupava, um dedo se insinuava no cu da jovem a levando a corcovear e pressionar a cabeça da mãe junto a suas pernas abertas. Tirando o dedo do cu da filha, ela passou a pincelar do cu até o clitóris, descendo e subindo cada vez com mais rapidez, provocando um barulho que estava deixando Cibele louca de tesão e gozando muito. No auge de tudo, ela pediu a mãe que deixasse ela lhe dar um pouco de carinho e Creusa se entregou aos cuidados da filha. Mediante aos peitos enormes da mãe, ela esfregou os pequenos seios que tinha e sentiu aquele ebulição que vinha de dentro de si, enquanto se beijavam ela mantinha a mão nos pentelhos de Creusa, acariciando-os, sentindo a maciez dos mesmo e depois descendo mais o dedo, tocou no ponto chave de uma mulher, seu grelo:
__Mãe como você é greluda...parece até um pipizinho...como é bom tocar nele..da vontade de chupar...
__Chupe então minha filha, faz como seu pai, me alucina...
Cibele foi descendo com a boca, lambendo e chupando cada pedaço de pele, onde nos seios tomou na boca os mamilos salientes e grossos onde os chupou provocando gemidos em sua mãe, lambeu o umbigo e pouco depois já sentia os pelos roçarem seus lábios. Um odor de xoxota começou a se fazer sentir e então surgiu ele, todo proeminente em meio aos pelos...o grelo. Era de fato grande e Cibele, primeiro o deixou bem visível, depois passou a língua para em seguida o tomar entre os lábios, chegou a lembrar, até com saudades, quando tomava o pau dos rapazes, com que saia, para dar o cu, e os chupava muitas vezes os fazendo gozar em sua boca, por isso ficou ali, lambendo e chupando, como se esperasse que dali saísse um caldinho que fosse. Ficou admirando a boceta da mãe, achando-a a coisa mais lindo do mundo, ai levou um dedo, que enfiou dentro da vagina e quando sua mãe levantou as pernas, retirou-o da gruta e o enfiou em seu cu. Creusa, gemeu e chamou a filha para um beijo, com um dedo no cu e o polegar no grelo da mãe Cibele, beijar e sugava os seios deliciosos que lhe era ofertado. A mão de Creusa, procurou a bunda da filha e nela inseriu um dedo buscando no rego encontrar o buraco pretendido e assim as duas mulheres, mãe e filha se entregaram definitivamente ao prazer, gozando e se amando muito. Cibele não quis mais saber de sofre e nem quis perdoar a sua ex, que viera lhe procurar, poios estava arrependida, mas para Cibele, a traição de Monica, fora a melhor coisa a acontecer na vida dela, pois encontrara para seu prazer, uma solução caseira...sua mãe.