De início, vou contar um pouco da minha vida. Atualmente tenho 41 anos, moro na capital de São Paulo, sou administrador de empresa, casado desde os meus 20 anos de idade e temos três filhos, sendo dois garotos e uma moça que hoje, conta com 19 anos.
Confessadamente e por desleixo, fui um pai ausente na vida dos meus filhos. Quem os criou de verdade, foi minha esposa. Apesar dessa minha falha, somos uma família harmoniosa e levamos uma vida normal.
Quanto ao que estou vivendo, já digo que vou falar de coração aberto, sem medo de ser censurado.
Essa minha filha, que aqui darei o nome fictício de Mariana sempre deu muito trabalho para mim e minha esposa, pois, nunca foi adepta aos estudos e por ter um corpo lindo, algo que acho natural em razão da pouca idade, arranca suspiros de muitos garotos e, para nossa preocupação sempre foi e continua sendo muito namoradeira, tanto que nós, há algum tempo, tomamos a medida drástica de obrigá-la a tomar contraceptivo por meio de injeção.
Bom, não vou negar que em razão das roupas curtíssimas que minha filha tem por hábito usar, de um ano para cá, passei a fitá-la, mas sempre com muita discrição e sem nunca ter tecido um comentário. Sei que isso não é uma atitude normal, convencional, mas esse desejo de olhá-la passou a falar mais alto.
Sei também que não me portei como um modelo de pai ao agir dessa forma. Alguém poderia me perguntar: porque não a repreendeu por usar esses mini shorts e micro saias? E eu diria: a mãe dela sempre compactuou com a conduta da filha, fato que já motivou brigas entre nós.
O fato é que mulher é o ser mais esperto que já conheci e tenho certeza que ela passou a perceber esses meus olhares.
Por conta disso, passou a escancarar a situação e a cada dia que passava, se mostrando mais e mais para mim. Ficou uma situação insustentável, a ponto de ela “sem querer” mostrar a poupa da bunda com aqueles minúsculos shorts e ficar na minha presença de camisola praticamente transparente de modo a mostrar completamente a calcinha delineada naquele corpo maravilhoso. E óbvio, sempre fazendo isso na ausência da mãe.
Temos uma casinha no litoral sul e volta e meia vamos à praia. Quando estávamos vivenciando essa situação, eu lembro que a Mariana fazia questão de ficar de biquíni fio dental na minha presença e chegava ao ponto de arrebitar a bunda para traz e passar os dedos por dentro do biquíni como forma de ajeitá-lo e, ainda, na maior cara de pau, me perguntava: tá legal, pai?
Na praia, quando estávamos dentro d´água, na maior naturalidade, dava aqueles esbarrões na altura da minha virilha. Foi uma situação que, infelizmente, não suportei por muito tempo e não sei se estou certo em pensar da forma que penso, mas a culpa não pode ser atribuída somente a mim. É certo que eu, como pai, tenho uma responsabilidade maior que não soube administrá-la.
Fui entrando no jogo dela e caí feito um ‘pato’. De uma forma bem intuitiva, passei a ficar mais tarde na sala vendo televisão e ela, por sua vez, começou a fazer o mesmo.
Imaginem a situação, só nós dois na sala e minha esposa e meus filhos dormindo nos respectivos quartos. Foi a conta para acontecer.
A Mariana passou a ficar cada dia mais atrevida, porque sabia que eu estava totalmente envolvido na situação. Sempre usando camisola, passou a ficar sem sutien. Nossa. Eu não conseguia me conter diante daqueles seios com os biquinhos completamente salientes e empinados e que só eram cobertos pelo tecido da camisola. Ela me pegou na fraqueza. Isso é incontestável.
Eu me recordo que uma noite (isso já faz quatro meses), minha filha passou dos limites e me falou: “nossa, essa calcinha que estou usando está muito apertada e me machucando, vc não se importa se eu tirar, pai?”
Meu, eu não sabia onde enfiar a cara diante dessa pergunta. Só falei que não me importava. Fui ao delírio. Percebi que na região da vagina, não fazia aquela típica sombra dos pêlos. E isso sinalizava que deveria ser raspada. Eu não me contive e soltei: “filha, posso te fazer uma pergunta um pouco indiscreta?” E ela, claro. E eu, “você se depila?”. Ela deu um sorrisinho e falou: “me depilo sim, pai, porque tem algumas calcinhas que me dão alergia se ela ficar com pêlos”.
Que sensação muito louca eu tive, pois, não sabia o que pensar. Não sei se você que está lendo este relato, consegue imaginar a confusão mental que eu estava metido.
Eu reuni a maior coragem do mundo e falei bem assim para ela: “sua mãe não tem esse cuidado, pois não tira e deixa um matagal”. E ela, me encurralou me perguntando: “mas de que forma vc gosta”?
Fiquei numa sinuca de bico e respondi na “lata”: “filha, vc sabe que eu sou vasectomisado e não uso camisinha com sua mãe e por conta disso, seria mais higiênico que ela depilasse”. Ela só abriu um sorriso e a conversa cessou.
Ela saiba que eu estava na dela. Tenho certeza.
Na noite seguinte, já não usando calcinha e somente a camisola, ela fez questão de sentar numa posição do sofá com as pernas meio abertas de uma forma que eu pudesse avistar a sua vagina. Que visão maravilhosa. Realmente completamente lisa.
Outra vez, tive a maior cara de pau do mundo e com o maior medo de tomar uma invertida, falei para ela: “filha, sua vagina é linda”.
Vi que ela ficou desconsertada e eu pedi desculpa imediatamente. E ela, “que nada, pai, não precisa pedir desculpa por isso”.
Numa atitude insana de minha parte, fui me aproximando dela e tive total receptividade. Passei a acariciar a sua barriga e levemente deslizei a mão até encontrar aquela vagina quente e maravilhosa.
Foi uma sensação que nunca tive na minha vida. Foi algo indescritível. Não aguentei e ela, sentada no sofá, me ajoelhei me posicionando no meio das suas pernas e quando encostei meus lábios nos lábios daquela vagina extremamente cheirosa, fiquei completamente louco. Podem não acreditar, mas nunca tive essa sensação com mulher alguma. Não sei se o fato de ser algo proibido, trouxe esse sentido diferente das coisas.
Transamos naquela noite. E no dia seguinte, a chamei para conversar e minha filha simplesmente me falou: “pai, não fica bolado, isso era o que nós dois queríamos, é só ninguém nunca ficar sabendo, que não pega nada”. Lembro de todas as palavras que ela me disse.
Passamos a transar com frequência. Hoje, sempre quando dá uma oportunidade nós temos relação.
Uma coisa que acho estranho, é o fato de ela nunca ter feito oral em mim. Eu não peço e nunca pedi, pois acho que isso deve partir dela naturalmente. Eu faço e muito nela.
Eu me sinto culpado por tudo isso, pois estamos cometendo uma traição dupla e agravada, na medida em que somos pai e filha, sou casado com a mãe dela e ela tem um namorado.
É incrível como ela é pirada. Tem vez que estamos transando e ela está por cima de mim e liga para o namorado perguntando onde ele está. Não sei se isso é um tipo de fantasia dela. Não sei explicar.
Outro dia perguntei se ela gostava de fazer o que fazemos e ela disse que sim, principalmente pelo fato de não usarmos camisinha e ela sempre teve a curiosidade e vontade de sentir como seria sem desta forma. Disse que nunca havia feito sem camisinha com outra pessoa. Sinceramente, não acredito muito, mas fiquei quieto.
É certo que às vezes nos arriscamos muito. Quando minha esposa está tomando banho e meus outros filhos não estão presentes, eu sento no braço do sofá e a Mariana senta no meu colo sem tirar a roupa (só afasta a região do shorts que encobre a vagina) e nós transamos bem rapidamente. Isso quase nos rendeu o nosso fim, pois, numa dessas vezes, minha esposa saiu muito antes do banho como de costume e eu tinha acabado de gozar e rapidamente a Mariana saltou do meu colo e para o nosso desespero, o esperma começou a descer por suas cochas. Sorte que ela soube disfarçar bem e minha esposa não percebeu.
Bom gente, vou nessa. Obrigado pela atenção. Se alguém quiser manter contato comigo, pode me escrever.