Minha história – 3

Por: alfa-tessera-2 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Dando para meu pai, é claro que passamos a ter uma vida de casal. Dormíamos na mesma cama, o que nos fazia trepar diariamente. Só dava um tempo nos finais de semana e quando eu ficava menstruada e a cóica doía muito. Mas eu dava uma mamadinha para ele não dormir a seco.
Mas tudo mudou radicalmente, para melhor, em um fim de semana em que minha mãe me chamou para conversar. E anunciou que a conversa era de mulher para mulher. Claro quer fiquei com medo de ela ter descoberto tudo. Estávamos sozinhas em casa e nos sentamos na sala. Eu, como sempre, estava de calcinha e sutiã. Ela, com um shortinho que realçava sua bunda, bonita.
– Filha, responda francamente: você trepa com seu pai?
Eu fiquei vermelha, com olhos arregalados.
– Mõe!
– Vai, diz... – E após um tempinho me fitando, pôs a mão na minha perna, pertinho da buceta, e disse:
– Minha filha, incesto é comum na nossa família.
Eu logo vi que ela contaria o segredo.
– Eu dou para meu pai desde os 12 anos. Tive dois homens na vida: seu avô e seu pai. – Eu sei que você e seu pai tão juntos...
– Papai sabe que meu vô te come?
Ela sorriu, fez um afago no meu rosto:
– Sabe, sim. Acho que foi por isso que ele concordou em te comer. Você me viu com seu vô, não viu?
Eu contei a ela, falei da raiva que eu senti e do quanto gostara de dar para meu pai.
Deu o cuzinho também?
– Já tinha dado. Mas dei para ele também.
Ela se levantou e concluiu;
– Bom. Então, estamos arranjadas. Sou mulher do seu vô durante a semana. Enquanto isso, você é mulher do seu pai. Mas nos finais de semana, sou do seu pai, tá?
Eu concordei e nos abraçamos. Ela me apertou a bunda e eu comecei a gemer.
– Filha, você é gostosa...
E nos demais um beijo gostoso. Chupei a língua dela e a puxei para o quarto dela. Lá, deitei na cama, tirei a calcinha e me ofereci. Ela ajoelhou no chão e me puxou para perto dela. Meteu a língua no meu grelho e me fez gozar loucamente. Me botou de quatro e me chupou o cu. Tirou a calcinha e encostou o grelho dela em mim. Parecia que eu estava sendo estuprada. Depois, me pôs de pé, enfiou a perna entre as minhas e puxou minha coxa para a sua buceta. Nossa! Foi muito bom. E gozamos como loucas. (continua)

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