Mas, a verdade é que esse meu espírito de cadela brotava com Paulo e eu sentia falta dele. Meu único medo, com sinceridade, era me jogar por completo naquela relação e não deixar nunca mais de ser uma crossdresser bem vadia e abandonar tudo o que tenho. Sim, por mais que me sinta viado, por mais que adore uma piroca na boca e no cú, ainda sou casado e tenho essa vida "normal" bem aceita pela nossa hipócrita sociedade: e não posso escapar dela, ao menos por enquanto. Assim, depois de bem perto ter me apaixonado por Célio, meu amante fixo, tinha em Paulo o macho perfeito para me transformar em fêmea.
Nesse conflito, as vezes me afasto de Paulo, não respondo suas mensagens e tento sobreviver sem aquele homem que me tem por inteiro. Mas, existem momentos em que o tesão fala mais alto e o procuro, carente de um caralho, louco para ser o que ele bem mandar que eu seja. Numa dessas vezes, coloquei no sofá um de meus consolos, camisinhas, lubrificantes e por baixo de minha roupa de "homenzinho", vesti os trajes de uma empregada sexy: calcinha fio dental e soutien pretos, avental. Para ambientar, vinho e taças na mesinha da televisão e o esperei chegar. Quando entrou na sala, me despi das roupas que me faziam homem e fiquei somente com minha aparência de cdzinha madura. Ele elogiou, madou que desse uma volta à sua frente, deu um tapinha na bunda e falou para eu ficar de 4 no sofá. Pouco a pouco foi alisando minha bunda, labendo minhas nádegas, enfiando vagarosamente um dos dedos no meu cuzinho até pegar o lubrificante ao lado e lambuzar toda a entrada do meu rabo. Sem que eu saísse daquela posição, enfiou o consolo que eu deixara também por ali bem lentamente no meu cú, fazendo com que eu o sentisse milímetro por milímetro. Totalmente dentro de mim, ele prendeu o brinquedo com minha calcinha e ordenou que a partir daquele momento eu teria de fazer tudo o que ele ordenasse sempre com o consolo enterrado no rabo.
Feito isso, sentou-se no sofá e pediu uma taça de vinho. Levantei-me e fui até a mesinha da televisão, abaixei-me para pegar a garrafa e derramar o líquido na taça. Como ele estava às minhas costas, sua visão era que à sua frente havia um viado obediente, com um consolo enfiado no cú, preso pela calcinha, e se se incliniva arrebitando mais ainda a bunda em sua direção. Confesso que me senti humilhado, adoravelmente humilhado. Ele era o dono, meu dono, e eu obedecia como todo viado submisso deve agir. Dirigi-me a ele com a taça e a entreguei. Ele bebeu um gole e logo a seguir deu outra ordem:
- fique de quatro, no chão e engatinhe pela sala.
Obediente como uma serva cadela fiz exatamente o que ele ditou. Engatinhava e ao fazer isso procurava rebolar as ancas o máximo que pudesse, como uma cadela no cio, sempre com o pau de borracha no cuzinho. Circulei pelo tapete da sala e terminado o percurso fui em sua direção com uma nova ordem:
- venha até aqui e chupe meu pau. Mas, não quero que meta a mão nele!
Fiz exatamente isso. Engatinhando em sua direção e hiperexcitado com tudo aquilo apontei minha boca para o seu caralho que já estava bem duro. Lambi a cabeça, lambi toda a extensão e finalmente engoli a piroca até onde podia. Fiquei mamando como uma vadia deve fazer: de quatro, com um consolo enfiado no cú e a boca cheia do pau do macho que eu idolatrava e me submetia a todos os caprichos.
Depois de chupar bastante, ele encapou o caralho, foi para trás de mim, retirou o peru de borracha e me enrabou sem dó. Meu cú já estava totalmente preparado e tive apenas prazer com aquilo. Ele bombava mais e mais na minha bunda, me segurava pelas ancas, mandava que eu rebolasse e enfiava outra vez. Depois, mandou que eu fosse para o sofá, ficasse novamente de joelhos e meteu tudo de novo. Eu implorava pela piroca e que metesse até o saco no meu rabo. No meio daquilo tudo, perguntou onde eu queria que ele gozasse e com voz de piranha pedi que esporrasse em cima da minha bunda, coisa que ele fez: tirou o pau do meu cú e lambuzou minha bunda com sua porra. Terminado, enfiou o consolo de novo no meu cú, sentou-se no sofá e pediu mais vinho. Obedeci, como as cadelas devem fazer.
Foi delicioso e tantas vezes já me masturbei lembrando dessa tarde com ele.