No outro dia a madre foi no nosso quarto a tarde e perguntou por que eu estava urinando na cama, pois quando recolhia os lençóis o meu estava sempre molhado. Ela perguntou por que eu não ia para o banheiro. Fiquei muito assustada, sem saber o que falar. Cecilia e Elisa também estavam no quarto. Não consegui falar nada, até que a madre disse, próxima vez chama que te levamos para o banheiro. Não molhe mais os lençóis senão você vai ficar com cheiro ruim e vou te colocar pra dormir no banheiro. Eu baixei os olhos, fiquei sem reação.
Já era sexta e Marta ia chegar no domingo. Nesta noite combinamos que antes de Elisa ir para minha cama, ela iria passar no banheiro, para se aliviar antes. Quando anoiteceu e a irmã fechou nosso quarto, Elisa veio rápido, fazendo a volta na cama de Cecilia que já sabia de tudo, via tudo, mas nunca falava nada. Começamos nos beijando como sempre, fiquei bastante tempo chupando os seios grandes e duros dela, com ela apertando-o na minha boca. Ela novamente começou a descer com a língua pelo meu corpo e foi até minha bucetinha, passando a língua desde quase na minha bunda até o clitóris. As vezes ela colocava a língua bem dentro, quando tirava eu conseguia ver que ficava fios de leite entre a minha bucetinha e a boca dela. Aquilo me deixava com muito tesão. Avisei que ia gozar, ela abriu bem a boca, tapando toda minha bucetinha que se contorceu e encheu a boca dela com meu leite branco e grosso. Ela me mostrou que a boca estava cheia e engoliu todo o líquido. Lambi o pouco que ficou ao redor da boca dela e engoli também. Tinha um gosto doce muito bom. Em seguida puxei ela e começamos roçando nossas bucetinhas uma na outra. De repente ela para e diz: - vou ao banheiro. Fiquei desconsolada que aquele momento delicioso ia parar, mas que tinha que ser feito. Elisa foi até a sua cama e apertou o botão para chamar a irmã responsável pelo corredor. Em seguida a irmã abriu a porta deixando bastante luz entrar no quarto o que acordou Cecília. Elisa demorou uns 10 minutos e retornou. Ela ficou mais uns minutos na cama esperando que Cecilia caísse no sono e veio para minha cama. Começamos a brincadeira de roçar nossas bucetas e gozamos juntas, desta vez percebemos que saiu um pouco menos do líquido de dentro de Elisa, mas o suficiente para molhar a cama novamente. No sábado conversamos e ficamos pensando um plano de como iriamos fazer dali em diante, e que não queríamos parar com nossos encontros. Só ir ao banheiro um pouco antes de gozar não adiantou muito, e ir bastante tempo antes também não adiantaria. Combinamos naquela noite que uma gozaria direto na boca da outra, e que tentaríamos engolir tudo uma da outra. Naquela noite começamos a nos beijar, muito beijo molhado. As duas estavam com os dedos bem molhados uma com o líquido uma de outra. Elisa passava o dedo dela na minha boca e eu meu dedo na boca dela. Logo avisei que ia gozar e Elisa, abriu bem a boca. Gozei bastante e ela recebeu todo meu líquido branco, cremoso mais uma vez. Só que desta vez não desperdiçou nem uma gota. Acabei dando um gemido que acordou Cecilia que ficou nos olhando depois. Elisa engoliu tudo e ficou passando a língua por toda minha bucetinha, colocando as vezes a língua bem dentro para tirar tudo, e ainda passou um pouco da língua no meu cuzinho, pois tinha escorrido um pouco para lá. Ela nunca tinha passado a língua no meu cu, achei estranho, mas gostei. Agora era minha vez, não tinha chupado a buceta de Elisa por muito tempo antes, mas era a única maneira de conseguirmos talvez não molhar a cama. Quando passei a língua devagar senti um tesão imediato, ela estava bem molhada, os pelos dela ela maiores e mais compridos que o meu, tinha um sabor diferente. Fiquei passando meu rosto por toda a sua bucetinha, coloquei meu nariz sentido seu cheiro, coloquei língua e esfregava meus olhos, nariz pro entre seus pelos. Ela ficou de joelhos no meu travesseiro com minha boca totalmente preenchida pela buceta dela. Senti sua bucetinha pulsar e fiz como ela fazia, abri a boca bastante e logo senti o primeiro jato de gozo, na minha garganta. Minha boca começou a encher rápido. Quando engoli, ainda um pouco saiu pelos lados da boca, molhando o lençol. Eu tentava ao máximo engolir tudo, mas saia bastante líquido mais do que eu conseguia engolir. Tinha um sabor mais ácido, um cheiro mais forte que eu nunca tinha sentido. Fiquei muito pensativa se era gozo ou urina. Terminei de engolir o que pode, fiquei com um pouco na boca. Dei um beijo com o líquido dela. Perguntei se ela achava que era urina mesmo, ela disse que era uma mistura entre gozo e talvez um pouco de xixi. Falei que gostei do sabor, que queria sempre beber ele. Nos beijamos mais uma vez e ela foi para a cama dela.
Nosso plano tinha funcionado pouco, pois a cama ainda tinha um pouco de gozo meu e da Elisa, também tinha o problema de acordar as outras duas meninas, a Cecilia não se importava, acho que até gostava de nos ver. A Marta já tinha dito que iria avisar a madre superior se visse algo entre nós duas. Na noite seguinte Marta voltou e nada aconteceu mais entre eu e Elisa, por um tempo, ambas com medo do que Marta poderia fazer se nos visse dormindo juntas novamente. Só que passaram alguns dias e as duas estavam com muito tesão. No almoço nos sentamos uma do lado da outra nos tocando de vez em quando por baixo da mesa, cuidando pra ninguém ver. Combinamos de nos encontrar em um mato atrás do edifício dos dormitórios, logo depois do almoço. Tínhamos que ser rápidas, pois as irmãs ficavam cuidando o tempo todo as meninas no pátio. Quando chegamos lá, Elisa fez um sinal para mim e fomos para o mato, que não é muito distante. Assim que ficamos mais escondidas, nos agarramos em um beijo intenso, que fez as duas ficarem com a calcinha molhada rapidamente. Me abaixei em seguida e comecei a chupá-la. Sentir o gosto dela foi uma delícia, eu estava quase gozando só de sentir o líquido dela na minha boca, nunca tinha chupado ela com ela em pé. Eu a puxava pela cintura pra apertar mais a buceta na minha boca. Quando passei a mão pela bunda dela, parei e pedi para ela virar. Nunca tinha visto a bunda dela sem roupa e de dia. Ela virou e abriu me perguntando se eu queria ver o cu dela. Estava muito perto e não resisti, nunca tinha feito isso, mas comecei a lamber o cuzinho dela bem rosa, e tentei colocar a língua o mais dentro possível. Ela estava de pé de costas pra mim com os braços apoiando em uma arvore quanto começou a passar a mão na bucetinha. Em seguida deu um gemido e derramou aquele mel gostoso no chão. Eu não tirado minha boca do cuzinho dela e ouvi alguém chamando meu nome, era uma das irmãs. Vestimos nossas roupas e voltamos sem que a irmã nos visse. Quando cheguei perto da irmã ela me olhou braba, me questionando onde eu estava e com quem, eu disse que estava passeando sozinha, só que vi que ela ficou bastante desconfiada. Continua..