Sou morena, magra e estatura mediana, cabelo longo e ondulado. Aos 8 anos fui pra um orfanato porque sofri abuso do meu avô e rigor.
Nunca conheci meu pai. Aos sete minha mãe, me deixou na casa dos pais dela e mudou de estado por causa de um emprego e perdemos contato.
Falava por telefone no começo, depois sumiu do mapa.
Meus avós eram comuns 57 anos ambos, na época dos fatos.
Tínhamos uma vida normal, até um que dia eu ir no bar, chamar meu vo. A pedido da vovó.
O meu vo era um pai pra mim. Branco, olho azul, muito cabelo branco e a vovó falava que era mulherengo mas eu não tinha ideia do que era.
No bar ele bebia cerveja com outros 2 velhos, eu já os vi.
Chamo por ele e dou o recado da vovó.
Ela me senta no colo dele. Eu era mirrada. Short folgado e uma camiseta velha.
Eis que ele diz pra eu tomar um refri e a vovó que esperasse ele terminar de beber.
Eu no colo pedia doce e tomava o refri. Um amigo dele perguntou
Então já estreou a xaninha nova ou tá esperando? Kk?kkk
Meu vo respondeu, dessa semana não me escapa e riu. Todos riram.
Ele alisava minhas perninhas e eu não ligava.
Ganhei doces e fomos embora.
Final do ano a vovó passava na vigília da igreja, eu queria ir mas a vovó disse que eu dormiria e daria um trabalho pra carregar
Fiquei com o vovô na festa da rua, entramos pouco depois de desejar feliz ano novo e eu estava agitada , ele entao bebia vinho e me ofereceu.
Toma um vinho mas não conta se não a sua vó mata nos dois.
Eu bebi não muito, mas o suficiente pra ficar sonolenta e lembro dele me por na cama e levantar meu vestido e me alisar.
Dizia coisas como hoje arranco o cabacinho e vou aproveita essa xana novinha.
Foi me chupando e eu não reagia. Quando ele tirou o pau passou na minha boca e disse
Sei q tá acordada safadinha do vo, o vo vai brincar na xaninha e vc se comporta sem barulho.
Forçou o pau e doeu eu pedia pra parar mas ele forçou até me estuprar e demorou pra acabar, gozou e saiu me deixando lá.
A vovó chegou eu estava acordada e viu a porra saindo e eu chorando.
Chamou ele desesperada , brigaram e ele prometeu que nunca mais faria.
Então ela se calou. Dias depois apanhei por não ter escondido dela. Ele me bateu e me comeu de novo, mas nao contei por meses.
Um dia uma vizinha ouviu denunciou. Fui levada pra um orfanato com 8 anos e mal sabia que o diretor lá ia ser pior que meu avô.
Éramos castigadas por tudo e entrava na sala dele quando os outros funcionários já tinham ido embora e lá ouvia.
Graças seu avô tenho outra vaquinha pra mamar, pra comer.
Me ensinou a tomar porra, dava o cu várias vezes na semana e a buceta perdi as contas. Na frente dos outros tinha que fingir estar tudo bem. Senão a foda era pior.
Fui molestada até os 11, onde fui adotada por um casal muito legal..
Mas eu já tinha perdido a inocência e queria pau na bucetinha sempre.
Passei a me insinuar pro meu pai adotivo que esperou meus 12 anos pra me foder e foi até eu casar. Hoje meu sonho é ter uma menina pra fazer meu marido foder ela sempre.