Minha irmã Fabiana – Parte 3 – Chegando lá...

Por: ademar-fonseca-287 11/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Acordei de muito bom humor no domingo.
Minha irmã tomava sol no quintal como no dia anterior, mas parecia ainda mais gostosa.
Quando me viu, deitou-se de barriga pra baixo e empinou a bunda.
--- Pode passar um pouco de hidratante em mim, Jorge?
Hesitei por alguns segundos procurando minha esposa.
--- Patrícia está lá no escritório, ocupada em uma reunião on-line do trabalho. Estamos só nós dois aqui!
Sem perder mais tempo, comecei a massagear minha irmã.
Espalhei o creme em toda a extensão do seu corpo, mas foquei meus olhos e minhas mãos em sua bunda deliciosa.
Apalpava delicadamente e depois apertava com força.
Fabiana gemia baixinho e ficava toda arrepiada.
Resolvi seguir em frente.
Discretamente, puxei a parte de baixo do biquíni para o lado e esfreguei dois dedos em sua bucetinha.
Fabiana não disse nada, mas empinou um pouco mais o traseiro.
Resolvi tentar a sorte e a penetrei com um dos dedos da mão.
Fabiana relaxou o corpo e, em poucos segundos, eu já a fodia vigorosamente com dois dedos.
Com a outra mão dava tapinhas na sua bunda.
--- Você é muito pervertido, Jorge!
--- Quer que eu pare então? --- falei de maneira jocosa.
--- Eu mato você! Me fode com esses dedos, seu puto!
Minha irmã tapava o rosto com as mãos para abafar o som dos seus próprios gemidos.
Não aguentando mais, ela gozou.
Então pedi que ela se virasse de frente pra mim.
--- Agora eu vou chupar você, maninha!
Fabiana não hesitou: tirou a parte de baixo, deitou-se na cadeira e abriu bem as pernas.
Eu já escrevi isso, mas não custa relembrar: sua bucetinha tinha um tom rosa escuro e parecia um pacotinho fechado.
Nem parei muito tempo para pensar: simplesmente decidi cair logo de boca no seu sexo. Se eu morresse afogado, seria com prazer.
A cada lambida em seu clitóris, minha irmã tremia, como se estivesse recebendo uma descarga elétrica.
--- Lambe, Jorge. Chupa, seu safado. Assim...mais...enfia a língua mais fundo.
Fabiana me guiava e eu era o aprendiz. Mais do que isso: naquele momento eu era seu servo; faria qualquer coisa que ela me pedisse.
--- Enfia dois dedos, pervertido...mas não para de chupar minha buceta!
Fabiana estava tão molhada que parecia um riacho.
--- Nunca imaginei que meu irmão chupasse uma buceta tão gostoso!
Apreciei o elogio, mas nem cogitei diminuir o ritmo.
Não bastava Fabiana gozar: eu queria que ela explodisse de tesão. Que ela se lamentasse pelo tempo que perdemos e quisesse tirar o atraso, me fodendo todos os dias.
E não demorou muito para que minha irmã gozasse.
Instintivamente, ela colocou a parte de baixo do biquíni na boca para abafar seus gemidos.
Certamente isso ajudou muito para que não fôssemos ouvidos.
E depois disso ela gozou. Ou melhor, urrou de tesão.
Molhada, ofegante e totalmente relaxada.
Meu plano para que Fabiana explodisse de prazer deu certo...até demais.
Ela mal conseguia falar, muito menos se mexer.
Eu estava desesperado para comê-la, mas antes disso resolvi usar a cabeça de cima e verificar como estava a reunião on-line de minha esposa.
Pela fresta da porta do escritório pude ver que Patrícia ainda estava bastante ocupada com planilhas e gráficos.
Ainda a observava quando Fabiana chegou por trás de mim, me abraçou e abaixou as minhas calças.
Ela passou a me punhetar com uma das mãos; com a outra beliscava meus mamilos.
Beijava o meu pescoço e mordia a minha orelha.
Se não bastasse isso tudo, ainda me sussurava obscenidades:
--- A chifruda ainda bate uma punhetinha pra você ou só pensa em trabalhar?
Preciso confessar: não foi fácil ficar em silêncio.
Bastava um breve gemido e minha vida viraria de cabeça pra baixo.
E se Patrícia espalhasse o segredo? Como eu lidaria com o resto da família...com os amigos...com a sociedade?
Parecia que Fabiana lia minha mente:
--- Basta um gemido e você está fudido! A Patrícia vai decobrir como você é um pervertido!
Eu tentei me mexer...ir para outro lugar...mas esse não era o plano da minha irmã.
--- Paradinho! Eu quero que você fique olhando pra chifruda enquanto eu masturbo você!
Eu não aguentava mais. Se ela não parasse com a punheta, eu gozaria ali mesmo.
Ela entendeu o recado quando coloquei minha mão sobre a dela.
--- Termine isso na banheiro seu safado! Preciso começar o almoço para a sua esposa chifruda!
E assim termina o conto de hoje, pois já era domingo e Fabiana precisava voltar para a sua casa.
Porém, na outra sexta-feira ela voltou.
E...

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