Meu nome é Cinthia, tenho 19, cabelo loiro dourado curto desde que me lembro e olhos azuis.
Quando tinha 7 anos meu pai morreu e a minha guarda ficou com a minha madrasta, que não era muito boa comigo, sempre brigava, deu minhas coisas pra suas filhas, me deixou com coisas velhas... a única coisa boa que ela me deu foi prazer sexual.
Certo dia ela entrou no meu quarto, um cômodo minúsculo, com um colchão e alguns pertencesses em uma sacola de feira, encolhi no canto achando que apanharia, mas não aconteceu, ela agarrou meu braço com força arrancou minha roupa.
Deixando amostra meus mamilos que estão quase sempre rígidos; minha barriga, bunda e pernas magras; e minha bucetinha pequena, rosada e sem pelos.
— Deixa eu ver sua perereca — eu abro as pernas assustada – que nojo, você está toda suja e fedorenta. Venha! Vou te dar um banho.
Agarrou meu braço com força e me arrastou escada acima até sua suíte, me jogou dentro do box e ligou a água no gelado me fazendo gritar. Pegou o sabonete e esfregou na minha barriga, braços e pernas, aos poucos subindo pra minha coxa, pulou minha bucetinha e começou a fazer carinho nos meus peitinhos, apertando e beliscando meus mamilos Ignorando minhas reclamações, desceu para meu bumbum e forçou um dedo contra meus cuzinho enquanto me segurou para não me deixar fugir, fez um vai e vem rápido e finalmente tocou minha xota, pouco os lábios, beliscou o grelinho e não aguentando tomou uma atitude.
Colocou o chuveiro no quente tirou sua roupa mostrando o corpo alto e magro, com quadris largos e uma buceta grande com poucos pelos castanho e grisalhos. Entrou no banho comigo.
Fez movimentos circulares noa minha buceta, deixando uma cosquisnha boa, colocou dois dedos para dentro do meu branquinho fazendo movimentos rápido e doloroso, ela também se tocou e só parou quando gozou.
Ainda molhada me deitou na sua cama, sentou no meu colo e falou:
— Ouve aqui sua putinha se quiser continuar morando na minha casa terá que me pagar, como não tem dinheiro fará isso me satisfazendo. Coloca a língua pra fora — obedeci assustada e ela agarrou meu cabelo, sentou na minha cara se esfregando e quando eu sentia que ia desmaiar pela falta de ar, ela levanta e sentava novamente, seguido longos minutos ela sentou na cama com as pernas entrelaçadas as minhas e a buceta encostando a minha se esfregando rápido e com bastante força — mama no meu peito sua puta — gritou.
E continuou nessa até gritar, gozar e cair encima de mim, no outro dia suas filhas ficaram me zuando de sapato, mas isso não foi tudo, mal eu sabia que ela só estava me preparando para vender meu corpo, mas isso é história para outro conto.