Era um fim de semana quente no sítio da família. Eu, Pedro, tinha levado minha namorada Suzuki, uma japonesa linda de 24 anos, pele branquinha, cabelos pretos lisos até a bunda, olhos puxadinhos e um corpo pequeno mas extremamente gostoso — peitinhos firmes, cintura fina e uma bundinha redonda que balançava quando ela andava de shortinho jeans.
Assim que chegamos, Suzuki ficou fascinada com os cavalos. O sítio tinha três garanhões grandes, fortes, pretos e marrons. Enquanto eu arrumava as coisas na casa, ela foi até o curral só de shortinho e cropped. De repente eu ouvi ela me chamando, excitada:
— Pedro! Vem ver isso aqui... Meu Deus...
Eu me aproximei e vi o que tinha deixado ela assim. Um dos garanhões estava com o pau enorme pra fora. Aquela coisa grossa, preta, venosa, pendurada quase até o chão, balançando pesado enquanto o animal se mexia. Devia ter uns 50cm fácil, com a cabeça larga e brilhante. Suzuki estava com os olhos vidrados, mordendo o lábio inferior, as coxas apertadas uma contra a outra.
— Olha o tamanho disso, amor... — sussurrou ela, a voz já rouca de tesão. — É muito maior que o seu... Eu fiquei molhada só de olhar.
Eu fiquei surpreso, mas excitado pra caralho vendo minha namoradinha japonesa tão tarada. Ela não aguentou. Entrou no curral, passou a mão devagar no flanco do cavalo e foi descendo. O garanhão bufou, mas ficou quieto. Suzuki se agachou, os olhinhos brilhando, e segurou com as duas mãozinhas aquele pau monstruoso. Mal conseguia fechar os dedos em volta.
— Pedro... eu quero isso dentro de mim — disse ela, olhando pra mim com cara de puta safada.
Ela começou a chupar. A boquinha pequena dela mal cabia na cabeça grossa, mas ela lambia, babava, tentava enfiar o máximo possível. O pau do cavalo endureceu rápido, ficando ainda mais enorme, latejando. Suzuki gemia alto, babando pra todo lado, esfregando a cara inteira naquela vara animal.
Eu tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar vendo aquilo.
Suzuki tirou o shortinho e a calcinha, que já estava encharcada. A bucetinha dela, lisinha e rosadinha, brilhava de tesão. Ela se posicionou de quatro na palha, empinando aquela bundinha branca pro cavalo. Eu ajudei, guiando o pauzão dele pra entrada dela. O contraste era louco: aquela cabecinha grossa preta contra a bucetinha minúscula da minha japonesinha.
— Vai devagar... mas enfia... — implorou ela.
O cavalo empurrou e uns 20cm entraram de uma vez. Suzuki gritou de prazer e dor misturados, os olhinhos revirando. O corpo dela tremia inteiro. Eu via a barriguinha dela marcando por dentro conforme o pau grosso entrava mais. Ela gozou quase na hora, jorrando escorrendo pelas coxas.
— Mais fundo! Quero sentir ele me arrombando! — gritava ela.
O garanhão começou a bombear instintivamente, metendo forte. Metade daquele pau monstro entrava e saía da buceta dela, fazendo barulho molhado obsceno. Suzuki estava em êxtase, língua pra fora, babando, gozando sem parar. O ventre dela ficava inchado a cada estocada.
Eu não aguentei e meti meu pau na boquinha dela enquanto o cavalo fodia ela por trás. Suzuki chupava desesperada, gemendo em volta do meu pau.
Depois de uns minutos o cavalo relinchou e gozou. Um jorro grosso, quente e branco explodiu dentro dela, tanto que saía pressionado pra fora, escorrendo em cascata pela buceta arrombada. A barriga de Suzuki inchou visivelmente com o tanto de porra de cavalo que ele despejou.
Ela desabou na palha, ofegante, buceta vermelha e aberta, pulsando, vazando porra sem parar.
— Amor... — murmurou ela, sorrindo fraca — amanhã eu quero os outros dois... e quero tentar no cu também.
Eu sorri, já imaginando o final de semana inteiro assistindo minha linda japonesa virar uma puta de cavalos.