O dia que eu enfiei a rola na buceta de uma vaca pela primeira vez.
Meu nome é João, e a história que vou contar aconteceu comigo em 2024. Não sou muito bom com datas, mas lembro perfeitamente daquele ano, porque foi nele que perdi a virgindade.
Na época, eu morava em um sítio isolado no interior do Rio Grande do Norte, a cerca de sessenta quilômetros de Natal. A casa mais próxima ficava a quase três quilômetros dali. Era um lugar silencioso, cercado por mato e estrada de terra — afastado o suficiente para que ninguém aparecesse sem avisar.
Eu tinha 22 anos e quase não saía de casa. Passava a maior parte do tempo sozinho. Nunca fui de ter muitos amigos, e acho que isso acabou dificultando ainda mais minha vida com mulheres. Enquanto outros caras da minha idade já tinham vivido várias experiências, eu continuava preso naquela rotina isolada. Com o tempo, comecei a sentir que talvez nunca aparecesse alguém para mim. E, enquanto isso não acontecia, eu tentava me satisfazer da maneira que podia.
Passava muito tempo sozinho e sabia aproveitar bem esse tempo. Eu me masturbava bastante — e, para falar a verdade, até hoje gosto muito disso. Para deixar tudo mais intenso e fazer o orgasmo vir mais forte, eu costumava assistir aos vídeos da Taty Maia no YouTube. Acho que muita gente que ler este conto vai saber quem ela é. E quem não souber provavelmente vai acabar pesquisando depois. Os vídeos dela mexiam comigo de um jeito absurdo.
Nessa mesma época, minha prima mais gostosa tinha acabado de se separar do namorado e resolveu entrar na academia. A mulher ficou gostosa demais. Morena, baixa, devia ter cerca de um metro e sessenta, mas com um corpo que chamava atenção de qualquer homem. O rabo dela era absurdo. Quando postava vídeo dançando no TikTok, eu não resistia. Sempre acabava me masturbando pensando nela. Às vezes, o tesão era tão forte que eu chegava a gozar na tela do celular ou da televisão.
Também sentia muito tesão pela mulher de um primo meu. Outra morena gostosa, dessas que sabem exatamente o efeito que causam quando se exibem nas redes sociais. Eu via os vídeos dela no TikTok, no Instagram e até nos status do WhatsApp. Ela dançava usando shortinhos apertados, e a marca da buceta ficava evidente. Aquilo me deixava maluco.
Com o passar do tempo, eu fui ficando cada vez mais obcecado por sexo. Era como se o desejo estivesse acumulado dentro de mim havia anos. Eu sentia que precisava transar logo, ou acabaria enlouquecendo de tanto tesão.
**********
Foi em um dia normal. Nada de importante tinha acontecido até então. Meu pai costumava tirar leite de uma vaca para o consumo da casa. Naquele dia, ele havia saído durante a tarde e demorou mais do que o normal para voltar. Minha mãe também não estava em casa, porque trabalhava fora e quase nunca parava por lá. Na maior parte do tempo, éramos só eu e meu pai mesmo.
Eu estava tranquilo, sem imaginar que aquilo acabaria acontecendo. Mas confesso que já tinha pensado em fazer zoofilia outras vezes. Sempre desistia na última hora. O medo falava mais alto, e eu acabava recuando. Só que, naquele dia, foi diferente. O tesão veio mais forte do que o medo.
A vaca sempre tinha sido muito mansa. A gente chamava ela de Florentina. Era preta, com algumas manchas brancas pelo corpo, bem gorda e sempre calma. Naquele momento, ela estava deitada perto da porteira, atrás da casa, ruminando em silêncio.
Foi ali que comecei a pensar que talvez estivesse na hora de criar coragem e tentar aliviar um pouco a frustração de ainda ser virgem.
Comecei a me aproximar devagar, tomando cuidado para não assustá-la nem fazê-la levantar. Eu sabia que Florentina era extremamente mansa, mas ainda assim fiquei nervoso. Ela estava solta no cercado, e eu tinha receio de tentar amarrá-la e meu pai aparecer justamente naquela hora. Do jeito que estava, parecia mais seguro. Se alguém surgisse de repente, eu teria como me afastar rapidamente e fingir que não estava fazendo nada.
Passei pela porteira para chegar até onde ela estava. Havia outras vacas no cercado, mas eu sabia que só poderia tentar aquilo com Florentina, porque ela era a mais mansa de todas. Antes de qualquer coisa, eu queria descobrir como ela era ali. A curiosidade e o tesão estavam misturados dentro da minha cabeça, e, para minha surpresa, a sensação foi ainda mais intensa do que eu tinha imaginado.
Primeiro, passei a mão pelas costas dela devagar, tentando mostrar que eu não queria machucá-la nem assustá-la. Depois comecei a me aproximar da parte de trás com cuidado. Em determinado momento, ela se mexeu, e por um instante pensei que fosse levantar e ir embora. Meu coração chegou a acelerar. Mas ela continuou deitada, tranquila, ruminando como se nada estivesse acontecendo.
Então abaixei a mão até sentir o calor da buceta dela.
Aquilo me deixou ainda mais excitado. A pele era quente, e havia umidade natural que fez meu tesão aumentar na mesma hora. Passei os dedos devagar, sentindo cada reação dela enquanto tentava controlar a própria respiração. Continuei ali por alguns instantes, completamente tomado pela adrenalina e pelo medo de ser pego. Até que, de repente, Florentina se levantou e saiu andando.
***********
Na hora, senti uma frustração enorme. Fiquei parado olhando ela se afastar, pensando no que faria agora. Depois de chegar até aquele ponto, parecia impossível simplesmente desistir e voltar para casa fingindo que nada tinha acontecido. Então esperei.
Fiquei observando de longe, torcendo para que meu pai demorasse mais um pouco para voltar. Minha ansiedade só aumentava enquanto eu aguardava Florentina se deitar novamente perto da porteira.
Aquilo ficou na minha cabeça. Eu saí do cercado para que ela relaxasse e se deitasse novamente. Enquanto isso, eu ficava de olho perto da porta da cozinha. De lá, eu conseguia ver que ela ainda estava em pé, um pouco longe de onde estava deitada no momento em que eu cutuquei o bucetão. Demorou mais ou menos dez minutos para que ela se deitasse novamente. Ela deitou mais ou menos a quatro metros de onde estava da primeira vez. Eu gostei porque era ainda mais afastado da porta da cozinha e estava um pouco mais escuro lá. Era perto do cocho onde elas bebiam água.
Pensei: “É agora que eu vou comer essa buceta gostosa.”
Fui rápido para onde ela estava. Passei novamente a mão nas costas dela para que ela não levantasse.
Novamente ela se mexeu, e eu pensei que talvez não conseguisse naquela noite. Mas eu falei com ela para que se acalmasse, e ela não se levantou. Aproveitei e fui rápido com os dedos na buceta.
Nesse momento, minha rola já estava dura. Dezesseis centímetros pode não parecer muito, mas minha rola é grossa, e eu sabia que ela poderia não querer por não estar acostumada ainda, já que havia levantado somente com dois dedos. Molhei a cabeça da pica com cuspe. Afastei rapidamente o rabo dela para o lado. Ela ficava balançando o rabo, como se dissesse: “Sai daqui, o que vai fazer aí, seu maluco?”
Segurei o rabo dela com uma das mãos para que ele não me machucasse, pois ela tinha muita força. Ela continuou deitada, então eu já sabia que, se eu não conseguisse enfiar a rola naquele bucetão gostoso naquela noite, quando eu tivesse outra chance talvez aí sim ela deixasse, porque ela era muito mansa mesmo. Comecei a esfregar a cabeça da minha rola grossa na entrada da buceta. A babinha da buceta dela misturou com a babinha da gala que saía da minha rola e também com a minha saliva. Comecei a sentir que estava entrando, pois estava ficando mais quente.
Foi uma das melhores sensações que eu já senti em toda minha vida.
Meu coração estava disparado, porque eu sabia que estava em um caminho sem volta. Quando a rola entrou, eu senti mais quente ainda. Lá no final, eu sentia tipo umas bolinhas de carne.
Eu estava em uma posição de cócoras no chão para poder alcançar a buceta dela. Como ela estava deitada no chão, a buceta ficava em uma altura perfeita.
Depois que a rola estava dentro, fiquei dando estocadas ainda com cuidado para que ela não se levantasse e me deixasse ali com vontade de gozar. Dei umas cinco estocadas, e a gozada veio por causa da adrenalina e do medo de ser pego no flagra. Eu gozei rápido. Após gozar, eu me levantei rápido. A rola estava molhada. Corri para dentro de casa ainda com o calção e a cueca na mão. Aproveitando que não tinha ninguém em casa, fui direto para o banheiro.
Eu sabia que precisava me lavar. Eu tinha medo de pegar uma bactéria. A gozada foi maravilhosa, mas em seguida o sentimento de culpa preencheu o meu peito. Eu confesso que fiquei muito mal, porque não era assim que eu pensava que seria minha primeira vez.
Mas agora já estava feito e, apesar do arrependimento, eu estava satisfeito. Ainda estava com tesão, por isso me masturbei para aliviar ainda mais.
Eu pensei em nunca mais fazer aquilo. O sentimento de culpa e de ter feito uma coisa que não era para fazer era muito ruim. Mas, lá no fundo, eu sabia que iria acontecer de novo, porque tinha sido uma das melhores coisas que eu já fiz em toda minha vida.
Aquela adrenalina misturada com o medo e a tensão. Por isso a gozada veio tão rápido.
***********
O que também tirava um pouco o peso da culpa era que eu não tinha forçado nada, nem sequer usado cordas. Ela apenas estava deitada no canto dela, e eu precisava me aliviar. Se ela não quisesse levar rola, era só ter levantado de novo e ido para longe, pois o cercado era bem grande. Mas não. Até quando se levantou novamente, ela deitou perto da casa. Só tenho gratidão por essa vaca gostosa. Me ajudou demais.
Depois que tomei banho, fiquei assistindo TV. Era noite de sábado. Acho que eram umas dez horas da noite quando finalmente meu pai chegou em casa. Eu ainda estava me sentindo culpado, mas não tinha como ele saber de nada, a menos que eu dissesse.
Na verdade, não tinha como ninguém saber de nada, a menos que eu quisesse contar, como estou fazendo hoje. Como já disse antes, o sítio onde morávamos era muito longe para que alguém me visse comendo a vaca, ainda mais à noite.
O dono da vaca às vezes ia lá olhar como estavam as coisas, mas isso só acontecia durante a tarde, nunca à noite. O dono da casa do sítio era irmão do dono da vaca, e esse é que não ia lá fazia uns três anos, porque eu e meu pai trabalhávamos para ele no roçado, que ficava a uns seis quilômetros do sítio.
Como ele não tinha nenhuma criação no sítio, sempre voltava direto para casa depois do roçado, com a caminhonete cheia de sacos de mandioca. Ou seja, onde eu morava era perfeito para realizar fantasias e, é claro, eu não pararia na primeira vez.
Se você chegou até aqui, muito obrigado. Essa história é 100% verídica, ela realmente aconteceu comigo.
Se você gostou do meu conto, dê uma avaliação positiva para ajudar a chegar em mais pessoas. Também peço humildemente para que deixe seu comentário. Isso me motivará a continuar contando minhas experiências com Florentina.
A melhor buceta que eu já penetrei.