Minha primeira vez no zoo

Por: sofia-40 24/07/2026 4238 leituras
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Esse é um relato verídico do meu primeiro ato sexual com uma cadela

Esse fato aconteceu há alguns anos, quando eu tinha 14 anos. Atualmente, tenho 32 anos. Ao ler alguns relatos aqui no site de outros usuários, decidi compartilhar a história das minhas primeiras experiências com zoofilia. Naquela época, não tínhamos smartphones e o acesso à internet era bem limitado. Quanto mais limitado, mais difícil era encontrar qualquer tipo de conteúdo para aliviar a tensão. Então, usávamos os meios disponíveis, como revistas, DVDs pornôs e outras coisas. Naquela época, o sexo era muito difícil na nossa idade, e as meninas não davam fácil, diferente de hoje, que temos meninas de todas as idades que já são sexualmente ativas. Naquela época, a virgindade ainda era muito preservada, então a gente sofria. As meninas mais velhas que já transavam não queriam dar para moleques. Na puberdade, a gente ficava louco, mas a solução conhecida que eu tinha era a punheta, que era de lei todos os dias.

Um dia, estava no escritório do meu pai e, por intermédio de um amigo, me passou o número de umas salas de bate-papo que a gente ligava antigamente. Você escolhia em qual sala entrava, e às vezes tinha várias pessoas lá dentro conversando simultaneamente. Em uma dessas salas de bate-papo, um dia tinha um cara que começou a falar umas paradas muito loucas, tipo comer égua e tal. Na hora, eu só ri muito, mas não levei a sério. Achei que era zoeira. A vida continuou, e todos os fins de semana era de lei a gente ir para a chácara do meu pai porque ele passava a semana toda trabalhando e gostava de descansar no sítio. Todas as vezes, chegávamos no sábado e íamos embora no domingo no final da tarde.

E assim aconteceu: no sábado de manhã, meu pai trabalhou e, depois do meio-dia, fomos para a chácara. Lá tinha uma cadela fila brasileira bem grande que era de um primo que cuidava da sede quando a gente não estava. Eu já tinha intimidade com a cadela, de poder tocar nela. Às vezes, dava banho nela, e ela nunca se importou. Só que nesse final de semana eu já estava cansado das punhetas habituais. Sentado na área da casa, fiquei olhando por um tempo a cachorra andando para lá e para cá. Ela virou a traseira para o meu lado, e eu não pude deixar de perceber aquele bocetão enorme que ela tinha. Aquilo me deixou de pau duro quase que imediatamente. Até então, fiquei só olhando o meu medo era tocá-la e ela me morder, mas resolvi arriscar. Cheguei perto, comecei a fazer carícias e passei a mão nas costas dela, ganhando confiança aos poucos. Desci para a parte traseira das coxas, rodeando a boceta dela, e por um breve instante, encostei nela. Estava bem grande. Ela ficou quietinha, levantou o rabo e não fez nada. Fiquei incrédulo e comecei a pensar em várias coisas: será que o pau entraria e, se entrasse, como seria? Fiquei com aquilo na cabeça, mas o fato de ter pessoas o tempo todo na casa atrapalhou bastante. Acabou não dando certo de fazer nada. À noite, o pessoal ficou acordado até de madrugada. Fui dormir depois de bater aquela bronha, pensando na boceta da cachorra.

No domingo de manhã, enquanto todos foram visitar a fazenda vizinha, decidi ficar em casa. Tinha meus próprios planos, bem óbvios na minha cabeça. Assim que eles saíram, peguei a corrente dela e a levei para o banheiro. Liguei o chuveiro e tirei minha roupa. Ela imediatamente deu uma lambida no meu pau quando me viu. Tirei a corrente dela e a levei para debaixo do chuveiro, começando a passar sabão em todo o corpo dela. É claro que não deixei de lavar a parte mais importante: a boceta dela. Quando fui com o sabão lá, ela ficou quietinha. Coloquei meu dedo e senti a textura, o calor e o aperto. Me posicionei atrás dela, coloquei a cabeça do meu pau na Portinha da boceta e observei-o sumir dentro dela. Quando a cabeça já havia entrado, senti uma pequena resistência. Dei uma pequena forçada e foi aí que a mágica aconteceu. Um anel fibroso se abriu, permitindo que meu pau entrasse todo. Aquele anel apertava muito meu pau, o que fazia todo sentido, onde o nó do cachorro se prende. Conforme eu metia mais, ela ficava cada vez mais quente e apertado. Ela ficou com o rabo levantado o tempo todo enquanto eu bombava cada vez mais fundo. Quando senti que a boceta dela estava um pouco mais acostumada com meu pau, comecei a meter quase que tirando o pau todo e enfiando lá no fundo. Quando já senti que ia gozar, me abaixei em cima dela como um cachorro mesmo, montado, enfiei meu pau até o talo, bombando, e lá no fundo soltei vários jatos na boceta dela. Depois que eu gozei, ela ficou doidinho pra sair de mim e lamber a boceta e meu pau. Encontrou meu pau ainda soltando, e ela lambia tudo, incluindo o que saía da sua boceta. Acabei lavando a boceta dela e me lavei também. Enxuguei ela, a levei para fora e voltei. Passei mais uma água no corpo, vesti a roupa e fui para o quarto, pensando nas possibilidades que eu teria dali para frente.

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