__Por que não chega junto e tenta ver se consegue alguma coisa?
__Você esta me incentivando?
__Claro...que não. Você é cara de pau, hein, esta com desejo pelo minha mãe?
__Não falei nada...
__E precisa? Você age de forma que dê a entender que deseja isso, me espantaria se desse o bote sem eu perceber...mas se isso acontecer e eu descobrir, esta tudo acabado entre nós, se acha que não estou dando conta do recado, vá para a um puteiro, mas minha mãe não, fazer meu pai de corno, não, entendeu bem?
Toda aquela conversa apenas serviu para apimentar mais a minha mente crescendo o meu desejo d comer minha sogra. Tinha que arrumar um jeito de ver se ela estava afim de me dar, como parecia quase que certo. Comecei a passar na casa dela sempre que vinha do serviço, a encontrando sempre bem vaporosa, as vezes até vestida com sua malha de exercícios, onde se podia ver que ela estava mesmo muito bem de silhueta. Quase nunca o marido estava em casa, mas sim ficava nos bares enchendo a cara. As coisas começaram a me dar uma esperança tremenda, uma tarde em que cheguei e ela estava preparando o jantar, usando um short de jeans, e tinha um avental amarrado a cintura. Eu sempre entrava e só me fazia anunciar na porta dos fundos, que dava para a cozinha. Vê-la ao fogão de costas para a porta, me fez ficar parado sentindo o pau crescer, pois visão era um sonho erótico. Não sei porque, mas senti um desejo enorme de pregar uma peça nela e por isso pé ante pé, me aproximei dela e a encochei levando uma mão até seus olhos para impedir que me visse, mas esqueci que estava de pau duro, que lhe espetava o traseiro, e a primeira coisa que ele fez foi levar a mão entre nossos corpos tocando na minha rola dura, como pretexto de reconhecer quem a estava atrás dela já sabendo que era eu. Apalpou durante muito tempo, da cabeça ao saco e juro, deu até uma reboladinha bem discreta para depois dizer:
__Meu querido genro...- disse sem ficar aborrecida e eu aproveitei para não a soltar, era a chance que tinha eme vali dela, a apertando mais ainda de encontro a minha rola.__Nossa, que abraço gostoso, nunca recebi um assim...quero bis...
Aquele "bis" indicava que eu tinha carta branca para me aventurar e assim que tirei a mão de seus olhos, ela virou a cabeça de lado me olhando com aqueles olhos verdes encantadores, a boca semi aberta, desejando, querendo que a beijasse e eu não resisti...eram lábios adocicados, trêmulos, ansiosos que eu tive nos meus. Depois desse beijo, fiquei preocupado que ela fosse se rebelar e me afastei, procurando me desculpa. Ela apenas sorriu e voltou a dar atenção na comida que fazia. Me mandou sentar em uma cadeira que ficava á mesa, atrás dela e assim fiz. Meu pau doía de tão duro que estava e ficar em posição, que me possibilitava ver o traseiro, só piorava a situação. Me mantive em silêncio e foi ela quem o quebrou:
__Como esta Letícia, ela sabe que você vem aqui? - perguntou sem se virar.
__Não, não sabe que passo aqui quase que todo dia...
__E por que não sabe, se vem ver sua mãe...?
__Por que não acho que ele vai apreciar muito, é cismada...
__Com quem...?
__Sei lá, acho que comigo...
__Ela acha o quê?
__Que estou interessado em você...
__E esta?
__Não percebeu a pouco?
__É, parece que esta.
__E não diz nada?
__Dizer o quê?
__Se aprova ou me censura...
__Não aconteceu nada...
__Te beijei...
__Eu deixei...
__Me encostei em você, te encochando...
__Não percebi... como foi, pode me mostrar?
Era o sinal para avançar e, não pedir tempo, já com um pulo me colocando atrás dela, apertando-a ao levar agora as mãos aos seios por sobre a blusa. Notei então que o fogo estava apagado e que ela fingia cozinha algo. Ficou com a cabeça caída para um lado me oferecendo o pescoço, que ataquei com a boca e novamente ela me tocou com a mão, o pau que estava prensado em sua bunda. Enquanto a lambia no pescoço, podia ver a fartura dos seios que estavam preso dentro da blusa, sob o sutiã. Meti a mão dentro do decote e os acariciei. Margarida, gemia enquanto eu torcia de leve os bicos que estava bem duros, aproveitei e desci uma mão para dentro do short e sob a calcinha, senti os pelos pubianos dela que eram fartos, depois desci um dedo para o meio daquela mata e atingi um grelo, que mal acreditei que fosse o clitóris dela pois mais parecia um mini pênis, tal o comprimento que tinha, Fiquei acariciando a cabecinha dele e minha sogra se contorcendo o que aumentava a pressão em minha pica, encostada á sua bunda. Me agachando atrás dela, abri o short e o desci com a calcinha, deixando uma linda e gostosa bunda ficar livre para as minhas carícias, que se multiplicaram com beijos e lambidas no rego, sentindo o seu cu na língua, que passou a brincar com as pregas anal. Minha sogra, foi se dirigindo para a esquerda, passando do fogão para a pia, onde se debruçou e empinou o traseiro para melhor ser acariciado. Separei as nádegas e aproveitei para a lamber bastante. Vi entre seu grandes lábios, o impressionante clitóris em destaque, levei a língua sobre ele e ai ela abriu as pernas, me favorecendo aquele mimo. Chupei, como um gay chuparia um pau, o grelo dela, mas me interessava mesmo era sua boceta, linda e aquele cu logo acima que se contraía sucessivamente. Olhando para todo aquele conjunto, sabia que minha mulher a filha dela quando atingisse a idade da mãe, poderia ter a mesma aparência, o que ia ser um show de bola. Me levantei e tirando a rola para a fora, comecei a passa-la no rego e descer até a boceta, tocando no grelão que ali estava, depois enfiei em sua vagina, que já estava escorrendo aquela babinha que indicava o prazer que ela estava sentindo. Segurei em seus quadris e bombava sua cona, que apertava minha rola como de fosse um "braço" de salvação. Levei as mão em dado momento para debaixo de sua blusa e sutiã e me agarrei em seus melões o que era bem excitante, deixando meu pau bem mais duro dentro da boceta cálida. Depois de muito martelar na xavasca dela, retirei o pênis e o dirigi ao seu cu mas, Margarida me pediu que esperasse e deixasse ela chupar meu pau, se virou agachou e tomou minha rola na boca a sugando deliciosamente, numa garganta profunda que me impressionou e quem nem sua filha me aplicava tal delicia. Era uma glutona e sabia mamar em um rola com requinte a ponto de se precisar ficar bem concentrado para não acabar gozando. Tomou meu ovos na boca e os deixou todo babado com farta dose de saliva, então depois disso se levantou, virou a bunda para mim, se curvou sobre a pia de louças e empinando a bunda, levou ambas as mãos atrás e separou as nádegas para ser enrabada. Não tive dúvidas, cuspi em seu cu e na cabeça da pica, a enterrei de um só golpe em saua xoxota e depois ela mais lubrificada com sua seiva íntima, direcionei a glande para as pregas, que recebeu um delicado" beijo" delas, que foram se distendendo a medida que eu impunha pressão sobre as mesmas. Vi com prazer a cabeça ir entrando, entrando e num segundo, sumir ficando apenas a haste de fora. Minha sogra, se agarrou a borda da pia ficou na ponta dos pés e foi recebendo a rola centímetro por centímetro, até os pelos encostarem nas nádegas opulentas da deliciosa senhora. Margarida, ofegava quando olhou para trás pedindo:
__Vai...começa a foder minha bunda...come meu cu bem gostoso, como se fosse o de Letícia,,,vai come...
__Sim, vou comer com gosto mas por ser o seu cu e não da sua filha pois você tem a bunda mais deliciosa que eu já comi. Estava louco para te foder, sabia?
__E porque demorou tanto para vir? Ficou com medo de eu rejeita-lo meu tesão?
__Sim, não sabia se arriscava, em todos os dias que vinha aqui e a via cada vez mais gostosa, sensual...
__Ficava, para você e me frustrava por não perceber o que eu fazia. Sempre te desejei, desde a primeira vez que o vi, mas nunca pensei que fosse possível te despertar o interesse...agora meu querido, come meu cu para valer e mata a minha fome de foda. Cumpre o papel que meu marido não o faz a muito tempo...
__Pode ter certeza sogrinha que se depender de mim, todo os dias vais ter minha rola te fodendo.
__E Letícia, como fica?
__Darei conta do recado com ela, não se preocupe...gostosa...cu de veludo...olha só como meu pau esta atolado nele...puxar a pica...assim...e depois a ir enfiando de volta, assim...é muito doído de ver...vou acelerar um pouco... assim...hmmm...que delicia...
__Delicia mesmo, nossa como minha filha é sortudo por poder desfrutar dessa pica todo tempo...
__Você também vai, te prometo...Aaaaaah...sente minha rola indo e vindo...
__Sim eu sinto...e estou gozando com isso...vai...soca...soca...mais...mais....Oooooohh, que delicia meu.... enterra tudo até as bolas vai...
Passei a das estocadas desenfreadas na bunda dela, sentindo o seu gozo brotar, ir-se, vir outro e me deixar com mais vontade de continuar a foder aquele cu. Teve um momento depois de muito tempo, que foi impossível me controlar e explodi em jatos de porra, que regaram seu intestino. Ela gritou, estremeceu todo seu corpo e se deixou cair e ficar quieta respirando tropegamente sobre o granito que já não estava tão frio naturalmente. Com pesar, fui retirando a rola, ainda dura, daquele cu, que ficou aberto, se contraindo a todo momento, até se fechar. Beijei aquele orifício que já começava a fluir minha gala, sentindo o sabor da porra nele depositado. Não pude ficar para jantar, pois já o tinha feito no corpo de minha sogra, agora tinha que me preparar para em casa ter a sobremesa da minha esposinha querida. Até quando eu aguentaria, eu não sabia, mas enquanto pudesse iria foder minha sogra e sua filha, numa boa!