Eu recebi seu e-mail do relato q deve estar p/ ser publicado e e é totalmente confiável, mas como ela é detalhista nas conversas leiam as mesmas nos contos dela, aqui só colocarei observações.
Ela me foi indicada como paciente por amiga em comum, e me causou boa impressão desde o início.
Eu nunca escreverei q meus pacientes contam, mas ela fez questão de contar sobre sua vida sexual e me deu COMO AMIGA, permissão de colocar minhas impressões após seção clínica.
A postura de um psicólogo é a mesma de uma confissão p/ um padre, nunca revelar nada! Vamos voltar a minha postura e reações.
Desde a 1ª vez, encantei-me c/ a sinceridade e postura de Beni, assim q acabava a seção e eu ouvia coisas q aconteciam c/ ela, chegava a me masturbar.
Sua sensualidade e relatos me deixavam bem curiosa sobre a liberalidade sexual, e como meu marido sabia q eu era liberal enrustida, incentivou minha vida sexual mais aberta, sem eu nunca citar os casos da Beni ou de outras pacientes.
Eu me abri p/ ter relacionamento sexual c/ meu primo, qdo ela falou do primo dela.
Nossas experiências sexuais com outros casais q ficavam só entre nós, só comecei a relatá-las depois dela contar que descreveria suas experiências como swinger em um site, que não é esse.
Cada seção que ela ia, eu a ajudava como psicóloga, e na verdade era uma troca, ela me ajudou muito, sem saber, a eu saber satisfazer meu marido realizando, brincadeiras sexuais contadas por ela.
Nunca contei nada a meu marido e nem nome de pacientes, honro minha profissão.
Depois de muitas seções eu a dispensei pois se ela tinha problemas com sexo sendo verdadeira, sincera, cúmplice, e de uma sensibilidade sem par. mas eu já estava começando na vida liberal e é certo q acabaríamos nos encontrando em algum lugar.
São muito ricas as experiência dela e do marido com parceiros e parceiras, a ponto dela estar relatando fatos ocorridos já há mais de 2 anos e eu ainda estar descrevendo fatos recentes.
Assim que nós começamos a vivenciar, experiencias sexuais junta e portanto amigas, ele deixou de ser minha paciente por motivos éticos.
Mas vou contar nossa experiência juntas e com nossos companheiros: Eu estava q não aguentava mais e num dilema, dispenso minha paciente q não tem problemas na verdade e falo com ela que ela me excita, ou vou atendê-la só de vez em qdo.
Resolvi dar alta e falar quanto ela era interessante e louca p/ contar q eu e meu marido éramos swingers também!
Não deu outra em um outro lugar e não no consultório tivemos momentos íntimos adoráveis e contamos aos companheiros, que logo se interessaram em sairmos os 4.
Beni escolher sua casa, tinha a irmã morando lá, ir a um club de swing no 1º encontro, não seria adequado . Irmos a um motel, completamente inadequado, restou ao um jantar dançante, onde se houvesse empatia teriamos de ir a outro lugar e a escolha melhor nossa e durante a semana, assim evitaria Raquel de ir, mas ela iria na 2ª e voltaria do interior na quinta. Dia ideal p/ nós quarta feira, todos aceitamos. na quinta às 20h chegaram Armando e Beni em nossa casa,
Fomos conversar na sala antes do jantar e eu percebi o interesse de Reco por conhecer bem Beni e ela por ele, e eu achei Armando um homem mais bonito que imaginava e me atraiu, e devo ter atraido a ele, o papo já estava tomando os rumos esperados, ainda mais que todos já sabiamos quase tudo de todos, e o sinal de uma troca era eminente.
(Continua)