Minha vizinha safada

Por: pedro-95 • 04/07/2026 • 172467 leituras
Capa do conto
Eu nunca fui de ficar espiando ninguém. Sempre achei isso coisa de tarado sem vergonha. Mas, quando a Carol se mudou para o apartamento logo abaixo do meu, no terceiro andar, tudo mudou. Prepare-se para ler o Conto minha vizinha safada que marcou minha vida.

O Início do Conto minha vizinha safada
Morava no quarto andar de um prédio antigo em Maceió, daqueles em que as janelas dos quartos se encaram diretamente. A minha dava direto na dela. No começo, nem reparei.

Porém, num sábado de manhã, abri a cortina para tomar um café olhando o mar ao longe e lá estava ela. Carol era uma morena de tirar o fôlego. Uns 29 anos, pele morena dourada, cabelo preto liso até a metade das costas, olhos castanhos que pareciam me chamar mesmo sem querer.

O corpo… meu Deus. Seios médios, durinhos, cintura fina e uma bunda empinada, redonda, daquelas que parecem desafiar a gravidade. Ela estava deitada de bruços na cama, coberta só por um lençol fino que marcava cada curva.

De repente, virou de lado e o lençol escorregou. Os peitos ficaram à mostra, mamilos rosados e arrepiados pelo ar-condicionado. Assim, meu pau deu um pulo na cueca.

Saí correndo da janela, coração acelerado, com medo que ela me visse. Mas aquela imagem ficou grudada na minha cabeça. A partir daquele dia, todo sábado eu “acidentalmente” passava pela janela na hora certa.

O Hábito de Espiar
Ela acordava sempre por volta das 9h, se espreguiçava, às vezes ficava deitada nua olhando o celular. Eu ficava ali, escondido atrás da cortina, pau duro, punhetando devagar enquanto admirava aquela bunda perfeita balançando quando ela se virava.

Gozava pensando em enfiar a cara entre aquelas nádegas. Uma manhã de sábado, tudo mudou. Ela estava se masturbando.

Pernas abertas, uma mão no clitóris, a outra apertando o peito. Dedos entrando e saindo da buceta molhada, gemidinhos baixos escapando. Eu não aguentei: tirei o pau pra fora e bati uma punheta furiosa olhando ela gozar.

Quando ela terminou, virou de bruços, empinou a bundinha e começou a enfiar um dedo no cuzinho apertado. Foi demais. Gozei forte, quase caindo da cadeira.

O Erro e o Encontro
Mas aí aconteceu o pior: ao me levantar rápido, derrubei o celular na mesinha de canto. O barulho foi alto pra caralho. Congelei. Ela parou de repente e olhou direto pra janela. Acho que me viu.

Pensei que ia dar merda. Que ela ia chamar o síndico, reclamar, sei lá. No entanto, não. Na segunda-feira, no elevador, nos encontramos.

Ela entrou sorrindo, aquele sorriso de quem sabe de tudo.

— Bom dia, vizinho do andar de cima — disse ela, olhando nos meus olhos.

— Bom dia… — respondi, vermelho.

Ela se aproximou um pouco mais do que o normal.

— Você acorda cedo nos sábados, né? — perguntou, com voz baixa e maliciosa.

Engoli em seco. Não respondi. Ela só riu baixinho e saiu rebolando, a bunda dançando no short jeans colado.

Depois disso, ela começou a brincar comigo. Às vezes deixava a cortina entreaberta de propósito, às vezes ficava nua na janela só olhando o celular. Outras vezes, quando eu aparecia, ela abria mais as pernas, se tocava devagar e me olhava direto.

A Visita no Conto minha vizinha safada
Um sábado, por volta das 10h, a campainha tocou. Abri só de cueca boxer. Era a musa do Conto minha vizinha safada.

— Oi… vim pedir um pouco de café em pó. Acabei — disse, usando só uma camiseta larga que mal cobria a bunda e uma calcinha preta de renda aparecendo.

Convidei ela pra entrar. Enquanto eu pegava o café na cozinha, ela ficou olhando ao redor. Quando voltei, ela estava sentada no braço do sofá, pernas abertas, a camiseta subindo.

— Você gosta de olhar, né? — perguntou, sem rodeios.

— Eu… — comecei a gaguejar.

Ela se levantou, veio até mim e colocou a mão no meu pau já duro por cima da cueca.

— Eu também gosto de ser olhada… e de sentir — sussurrou, apertando devagar.
O Sexo no Conto minha vizinha safada
Não aguentei mais. Agarrei ela pela cintura, beijei com fome. Ela correspondeu na hora, língua quente, gemendo na minha boca. Tirei a camiseta dela. Os peitos lindos saltaram livres. Chupei os mamilos durinhos enquanto ela esfregava a buceta melada na minha coxa.

— Me fode, vizinho… — pediu ela, voz rouca.

Joguei ela no sofá, abri as pernas dela e enfiei a língua na buceta quente e molhada. Ela gritava:

— Isso… chupa minha bucetinha… ai, que delícia!

Enfiei dois dedos, lambendo o clitóris até ela gozar tremendo, jorrando na minha boca.

Depois, virei ela de quatro. A bunda empinada era um convite. Cuspi no cuzinho e enfiei devagar. Ela gemeu alto:

— Vai… arromba meu cuzinho… mete tudo!

Fodi forte, batendo na bunda, puxando o cabelo. Ela rebolava, pedia mais. Gozamos juntos, eu enchendo o cu dela de porra quente.

Felizes Para Sempre
Depois disso, viramos rotina. Todo sábado ela me esperava nua na cama. Às vezes eu descia, às vezes ela subia.

Fizemos de tudo: espanhola com aqueles peitos perfeitos, boquete guloso, sexo na janela com risco de alguém ver, dedada no cuzinho enquanto ela gozava gritando meu nome.

Hoje a gente não é mais só vizinhos. Ela terminou o namoro chato, eu terminei de fingir que era só tesão. Moramos juntos agora.

E toda vez que abro a cortina, ela sorri, tira a roupa e me chama. Assim, o Conto minha vizinha safada se tornou a minha realidade todos os dias. ????

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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