Mistério na casa do prefeito - Parte 2

Por: omicron-ennea-2 10/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Sílvia, minha esposa, e a esposa do prefeito deram um show de fina pornografia de resultado. Eu e o prefeito ficamos satisfeitos com o desempenho de nossas lindíssimas esposas, que, de longe, superaram as cortesãs da corte do Rei Sol (Luiz XIV) e das gueixas do período feudal, no Japão.
Após a troca de casal, em que transei com a esposa do prefeito e ele comeu minha esposa (antes de começar sua festa de aniversário do prefeito), tomamos uma ducha em conjunto, no maior box que vi, com 4 chuveiros moderníssimos, e fomos nos juntar aos convivas. No box gigante, os quatro se comportaram, economizando energia para depois, e os maridos cornos ajudaram suas esposas com os sabonetes e com as toalhas, como se nada tivesse acontecido.
Abraçados com as nossas respectivas esposas, eu e o anfitrião entramos satisfeitos no enorme salão, que parecia uma ala do Palácio de Versalhes, pelo luxo e luzes estonteantes, que saiam de enormes lustres de cristal, pendurados no teto, além de outras lindas luminárias nas paredes e colunas daquela sala linda. No chão, tapetes persas. Os móveis eram fora de série: mesas, cadeiras, sofás, poltronas... tudo de primeira linha.
Os convidados eram alinhadíssimos. Todos com roupas de grife. A elegância do pessoal demonstrava que eram todos endinheirados.
Endinheirados, mas muito sem-vergonha. Era, na verdade, um bando de cornos e de putas, tentando dar outro nome à velha suruba. Chamavam aquilo de encontro de casais. De vez em quando, falavam em swing, mas com cautela e somente entre eles mesmos. Afinal, eram pais de família...
Um punhado de jovens, moças e rapazes, de fino trato, serviam os convidados, com muita educação até a meia noite. De repente, as luzes se apagaram e as velinhas foram acesas. Cantaram o “parabéns pra você” e bateram palmas, abraçando o aniversariante. As luzes se acenderam e a suruba começou.
Os jovens serviçais eram garotos e garotas de programa, que deram um show de putaria. Todos nus, com seus corpos atléticos, transaram de todas as formas possíveis, inovando as posições do Kamasutra, para o delírio e tesão dos presentes. Após o show de pornografia, os convidados e o prefeito iniciaram a surubada.
Sílvia se aproximou de um dos casais e iniciou a sacanagem. Era mais um daquele ménage a trois, que ela sempre fazia naquele ambiente, que frequentava há tempo, conforme confessou a mim.
Olhei para os lados e reparei que TODOS estavam nus. Alguns corpos estavam fora de forma, graças à alimentação e bebidas de excelente qualidade. A maioria, entretanto, tinha o corpicho que pediu a Deus... Eu e Sílvia não fizemos feio...ainda bem.
Sílvia, nua entre o casal bonito e também nus, era um espetáculo a parte. Não deu para ver bem, porque as luzes tiveram seus brilhos reduzidos, para o ambiente ficar mais propício e sedutor.
Deixei Sílvia de lado e resolvi procurar uma putinha à altura da esposa do prefeito, que, aliás, estava com três garotos de programa, que, antes, eram garçons. Ela fazia um DP com dois e chupava outro. Que tarada!
Já que Sílvia estava com um casal, eu, com inveja, procurei outro casal. Aliás, nem precisei procurar, porque uma das amigas de Sílvia a viu ocupada no ménage, achou por bem fazer o mesmo, ou seja, um ménage a trois comigo e seu marido.
Quando me aproximei, vi que a amiga de Silvia era a mesma que havia colocado o bilhete, com o seu número de telefone, no meu bolso, conforme contei anteriormente.
Procuramos um lugar confortável, em outro cômodo da mansão, e iniciamos uma inesquecível transa, que até hoje recordo com saudade.
A amiga de Sílvia e seu marido não tinham mais do que quarenta anos, mas os corpos atléticos os deixavam com aparência de jovens marombados. O meu interesse era, somente, no corpo daquela musa loira de olhos azuis e corpo de sereia.
O marido ofereceu a mulher para mim, enquanto recebia um boquete. Com o pau super duro, encoxei a loira. O marido me ofereceu uma camisinha e um KY. Ao aceitar o lubrificante, conclui que a loira gostava de ser enrabada. Dei um jeito de coloca-la de cata cavaco, sem atrapalhar o boquete e, antes de passar o lubrificante, chupei a bocetinha e o cuzinho daquela escultura de mulher.
A bunda macia, grande (nem tanto) e perfeita. Abri as nádegas branquinha e meti a cara, lambendo a boceta o cu por um bom tempo, até ela tirar o pau do marido da boca e pedir a penetração com autoridade:
_ Come meu cu, sem molenga... mete logo... está esperando o quê... enfia esse caralho no meu rabo, palerma...
Nem liguei para os insultos. Apenas obedeci ao comando daquela madame mandona. Enfiei o pinto devagar, evitando enterrar o pau com força, para não machucá-la, pois a cabeça do meu pau não é pequena. Com bastante KY, fiquei pincelando o pau no rego e a loira perdeu a paciência. Catou meu pau com violência e colocou bem no alvo. Segurando o meu pinto, empurrou a bunda para trás. Ajudei segurando também meu pau e o orientando para invadir o bundão, sem causar perdas e danos no meu brinquedinho de gozar.
Meu pau entrou com tudo naquele buraquinho até encontrar o fundinho. Eu aguardei chegar ao fim do túnel, para começar o vai e vem. O marido quis começar uma DP e se ajeitou embaixo da esposa. Após cada um ficar no seu lugar, a foda ficou mais emocionante. Dois machos comendo uma deusa ao mesmo tempo, procurando harmonizar as penetrações, para não congestionar os pintos nos buraquinhos do prazer.
O marido já tinha prática, mas eu era calouro em dupla penetração. Mas não fiz feio. Dei o máximo de mim, tentando acompanhar o ritmo do marido experiente. A esposa ADOROU a simbiose entre seus dois machos. Até chorou de alegria quando o múltiplo orgasmo tomou conta de seu corpo escultural. Depois de certo tempo, nós dois também não conseguimos segurar a nossa ejaculação, quando sentimos escorrer aquele suco quentinho de dentro das entranhas daquela super-fêmea. Ela iniciou o show de orgasmo...
Gozamos tudo que eu tinha para gozar. Não economizei. Enchi o cuzinho da loira de porra, que escorreu pelas nossas pernas, misturando os espermas dos machos com o orgasmo da mulher, num gozo triplo.
Satisfeitíssimo e desgastado, procurei o banheiro para tomar uma ducha, deixando o casal descansando. Após me enxugar, pus a roupa e voltei para o amplo salão a fim de apreciar os outros shows eróticos, dignos daqueles vídeos da Playboy -mansão, que passam no site XVideos.
Claro que vi Silvia, minha esposa, se esbaldando com os demais convidados, principalmente com anfitrião, mas isso conto em outra oportunidade... talvez.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🔥 Os mais lidos da comunidade