Continuando a contar sobre um moleque que eu peguei tentando furtar
O desejo sexual por vezes nos cega.
Lembro do filme, De Olhos bem Fechados, onde a mulher do personagem principal confessa que sentiu tanto tesão por um desconhecido, que se esse desconhecido quisesse, ela daria para ele sem pensar nas conseqüências.
E eu estava ali na mesma situação. Não pensando nas conseqüências. O moleque na minha frente, de joelhos, chupando o meu pau e eu querendo mais.
Deixei ele chupar muito. Eu não tinha pressa, ainda faltavam umas 2 horas para amanhecer. E estava curtindo dominar a minha presa. Não tinha preocupação em ser delatado, a situação era favorável a mim.
Sem dizer nada, puxei ele pra cima pelos braços e o coloquei de pé.
Virei de costas pra mim, e esfreguei o pau na sua bunda. Ele travava de forma que eu não chegava no seu cuzinho.
Cheguei perto da sua orelha, mordi pelo tesão que estava sentindo e disse: Vai me dar o cuzinho, ou vai tomar porrada?
Ele balançou a cabeça afirmativamente. Eu não entendi a resposta. Mas ele relaxou a bunda.
Peguei o sabonete e comecei a esfregar o cuzinho dele. Fiz bastante espuma, queria ele limpo. Fiz isso e enxaguei algumas vezes. Fechei o chuveiro e peguei uma toalha qualquer de um varal improvisado.
O puxei pra fora. Nós dois caminhamos nus por entre os carros da loja.
Chegamos na recepção onde tinha um pequeno sofá de dois lugares, desses de escritório. Seria ali que iria meter rola.
Empurrei ele pro sofá e o fiz ficar de bruços, meio de lado. Puxei sua perna direita e a coloquei por cima do encosto. Ele estava todo aberto pra mim.
O espaço era minimo no sofá. Fiquei praticamente de joelhos no meio das pernas dele. Conduzi a cabeça do pau no cuzinho.
Como o mundo dá voltas. Nunca iria imaginar que ia comer um cuzinho naquela noite. Até lamentei a punheta que tinha batido de dia.
A cabeça do pau estava na direção certa fazendo força pra entrar. Mas não conseguia.
Eu não tinha nenhum lubrificante a mão, então teria que me arranjar com o cuspe. E assim fiz, melei todo o meu pau com saliva e forcei mais a entrada.
O cuzinho era apertado e por vezes o moleque fechava, talvez por medo, talvez pela dor. Mas eu sabia que ia conseguir. Era só passar a cabeça.
E foi bem assim. Fui cutucando, forçando, ajeitando e uma hora a cabeça entrou.
O moleque respirava forte e gemia de dor. Fiquei parado para o cuzinho acostumar com a cabeça do pau e eu poder prosseguir.
Parado com a pica fincada no seu cuzinho, alisava seu corpo com uma das mãos. Que delicia aquele corpo por baixo do meu. Enfiei a mão por baixo e segurei no seu pau. Tava molinho, não estava com tesão. Aí que me deu tesão mais ainda. O moleque tava tomando no cú por ser ladrão.
Deitei sobre ele e forcei o pau. Foi entrando e o moleque gemendo de dor. Consegui enfiar metade.
Comecei as estocadas, só entrava a saia metade, mas tava bom, o cú era apertado e pequeno. O moleque gemia e aconteceu algo inusitado. Ele começou a falar.
Entre gemidos ele chamava: Mainha, mainha, mainha...
Desde aquela hora ele não tinha falado nada. Mas no seu desespero lembrou da mãe.
Meu instinto de macho não estava nem aí. Continuei metendo, sem me importar com nada.
O sofá rangia e as estocadas eram cada vez mais fortes. Tava arregaçando o cu do moleque. Aquela bunda pequena com o meu pau entrando era uma visão gostosa demais.
O gozo veio e gemi alto. Mordi a nuca dele e comecei a gozar. A porra foi enchendo o seu cu. Que gozada gostosa.
Fiquei deitado por cima dele até o pau amolecer e sair. A porra escorreu no sofá.
Sai de cima dele e fomos nos banhar. Ele. em silêncio.
Depois de vestidos o levei até a porta e mandei embora, dizendo que nunca mais era para aparecer por ali.
Ele saiu na madrugada, foi andando sozinho pela avenida escura e nunca mais o vi.