- Faz suas amiguinhas gozarem gostosos e quando íamos começar pra valer nossa brincadeira, escutamos alguns passos no corredor e ficamos paradinhos em silencio até que as pessoas passassem. Temendo sermos flagrados, achamos melhor deixar o banheiro e resolvemos sair de lá e terminarmos o que havíamos começado, num motel. Saindo da faculdade, entramos no carro e perguntei onde era a farmácia mais próxima pra comprar algum lubrificante. Pegamos a estrada, passamos na farmácia e em menos de quinze minutos estávamos no motel. Entramos, era um quarto bem simples, sem hidro mais com uma piscininha que de imediato nem chegamos a fazer uso, pois mal entramos, nos despimos e deitamos na cama comigo entre elas que continuavam cheirosas mesmo com todo o suor do banheiro da faculdade. Elas não perderam tempo e passaram a me beijar e chupar meu cacete alternadamente, deixando-o bem duro e no ponto pra entrar em ação. Cheia de tesão, Nay foi a primeira usá-lo, subindo sobre ele, encaixando-o na rachinha e descendo o corpo, fazendo ele entrar devagarzinho até sumir por completo dentro dela. Nisso passou a cavalgar-me gemendo bastante com os movimentos de entrada e saída enquanto a Ju me oferecia de cócoras sobre o meu rosto, a sua bucetinha pra eu chupar. Ficamos um bom tempo nestas posições e depois elas inverteram, com a Ju me cavalgando e a Nay sendo chupada na buceta por mim. Eu assim como elas, estava que estava e sabia que não tardaria pra gozar por mais que eu tentasse me segurar e como já tinha fodido a buceta das duas, sugeri que ficassem de quatro sobrea beiradinha da cama que eu queria meter no cusinho delas. Ju disse que adoraria me sentir no buraquinho dela, mas a Nay relutou e disse que nunca dera o cusinho, mas eu tranquilamente disse que pra tudo tinha uma primeira vez e a dela chegou, mas que ficasse despreocupada que eu ia meter com muito carinho. Então peguei o lubrificante que eu havia comprado e já fui passando nos cusinhos delas que estavam de quatro na cama e também envolto e na cabeça do meu cacete. Posicionei-me por trás delas e fui primeiro no cusinho da Ju, que ao sentir meu cacete pressionando a entradinha, apenas olhou pra mim e pediu pra mim enfiar com carinho, pois já dera outras vezes o cusinho, mas não era sempre. Passei a penetrá-la lentamente e logo estava completamente atolado dentro dela que rebolava, gemia e dizia que estava muito gostoso e que estava gozando. Brinquei mais um pouquinho ali mas tive de interromper, senão gozaria e deixaria de estrear o cusinho virgem da Nay, pois eu não via a hora de meter naquele cuzinho apertadinho que eu teria o prazer de desvirginar. Meu pau latejava muito de tesão, então lubrifiquei bem toda base dele e a cabeça principalmente e quando estava passando mais lubrificante no cuzinho dela aproveitei e enfiei lentamente o dedo indicador pra que ela já fosse se acostumando com algo mais grosso entrando nela. Ela virou e olhou pra trás. Sabia que era só o começo. Comecei a enfiar lentamente a cabeça do meu pau naquele orifício mas estava difícil, pois era só encostar, ela contraia ainda mais e não entrava de jeito nenhum e olha que meu cacete não é tão grande (17 cm) mais é um pouco grosso. Continuei insistindo e com a ajuda da Ju que abria bem a bundinha da amiga deixando o buraquinho bem exposto pra mim, depois de uns dez minutos de batalha e um pouco de dor que a Nay dizia estar sentindo, consegui enfiar a cabeça e parei pra que ela se acostumasse com a espessura. Ju continuava auxiliando e me beijava ao mesmo tempo. Voltei a movimentar meu cacete naquele buraquinho e a Nay continuando a reclamar da dor e a nos xingar, até que empurrei mais um pouco. Ela não aguentando gritou:
- Ai meu cu seu fdp, você está me arrombando, mas eu não recuei, parei por uns segundos e reiniciei a penetração, fazendo-a gritar e gemer baixinho, não sei se de dor, de prazer ou dos dois ao mesmo tempo. Comecei bem devagar a bombar meu pau naquele cusinho que eu acabara de tirar as pregas. No que eu tirava e colocava já via sangue no meu pau. Ela estava sendo totalmente arrombada aos poucos. Comecei a forçar e logo consegui enfiar quase tudo e ela começou a pedir para parar. Apenas parei de bombar e deixei o pênis penetrado, enquanto chupava os peitinhos da Ju que estava de pé ao meu lado acompanhando o quase sofrimento da amiga. Após passar os xingamentos da Nay, comecei novamente mexer devagar e com a mão direita comecei a bater uma siririca para ela. Ela que estava totalmente lambuzada, começou a gemer com a siririca e até esqueceu-se da dor no cusinho. Sugeri que a Ju entrasse por baixo dela e a chupasse na buceta, no mesmo instante que teria a dela chupada pela Nay, num delicioso sessenta e nove. Elas relutaram um pouquinho, pois nunca tinham ou se imaginaram transando entre elas, mas eu mais uma vez disse que pra tudo tinha uma primeira vez e elas deveriam curtir aquele momento sem barreira e sem stress. Elas fizeram o que pedi e começaram a se chupar mutuamente e logo já gemiam baixinho. Eu que continuava com meu pau enterrado no cusinho da Nay, comecei a aproveitar da situação e fui intensificando lentamente as socadas de pau no cuzinho dela. Estava tão intenso que quando percebi já havia conseguido enfiar todo meu cacete naquela bundinha que eu acabara de desvirginar. Elas eram só prazer e a Nay já não sentia mais dor alguma. Bombeei meu pau naquele buraquinho por uns vinte minutos com elas chupando uma a bucetinha da outra, até que não aguentei me segurar mais e comecei a gozar dentro daquele buraquinho. Nay sentiu minha porra quente batendo dentro dela e começou a gemer mais ainda dizendo que também ia gozar e em seguida gozou aos berros na boca da amiga que continuava chupando-a. Quando meu cacete deixou aquele orifício, trouxe om ele parte da minha porra misturada ao sangue da Nay, que caiu sobre o rosto e boca da Ju que continuava com a boca e língua enterrada na buceta da amiga. Rapidamente virei-as e deitei-as com os pés no chão e suas bucetinhas na beirada da cama e enfiei meu cacete que continuava duro e pulsando, alternadamente nas bucetinhas delas, lambuzando-as ainda mais com minha porra que ainda escorria sem parar. Meu pau estava totalmente roxo, meio que inchado e doendo muito, mas mesmo assim consegui meter nas bucetinhas delas que estavam encharcadas de tanto tesão e de tanta gozadas que elas deram. Ainda muito excitado e com meu cacete em ponto de bala, levantei alternadamente as pernas delas e deixei-as na posição de frango assado e enfiei todo meu pau ora numa e ora na outra até que novamente gozei, desta vez retirando do interior e gozando sobre os seios delas que gritavam e gemiam de tesão até que gozaram também. Levantamo-nos, tomamos um banho e antes de deixarmos o motel, ainda nos divertimos muito, comigo metendo naquelas duas gataças, fodendo-as de tudo quanto é jeito, fazendo-as gozar e gozando muito também. Foram momentos inesquecíveis que certamente iríamos repetir noutras ocasiões. Nos compomos, entramos no carro e ao deixarmos o motel, antes de eu e Nay voltarmos para nossa cidade, deixamos a Ju no ponto de ônibus onde ela pegaria a condução para a casa dela. No caminho de volta eu e a Nay viemos conversando sobre tudo que acontecera e ela disse que eu arrombei o cu dela, que ao ver no espelho do motel aquele buracão aberto nem acreditou. Retomamos a conversa e ficamos planejando quando seria a nossa próxima loucura. Passou uma semana e ela terminou com o namorado que não dava conta de apagar aquele fogo dela, que preferiu ficar solteira e curtir a vida, desta vez comigo e a amiga Juliana juntos e em grandes loucuras sexuais, principalmente depois que reiniciaram as aulas na faculdade, que contarei algumas noutras oportunidades. Não deixem de votarem se gostaram ok?
Fotos: Ilustrativas