Relato de uma pessoa que me enviou para desenvolver e escrever e publicar aqui.
O conto pode ficar chato no início, mais é preciso explicar para que todos entendam, não estou criando e sim relatando a realidade.
Tenho um amigo de infância, sempre moramos próximos quando criança e até a adolescência, estudávamos no mesmo colégio até terminarmos o segundo grau.
Descobrimos as coisas de sexos juntos e para falar a verdade, só não comemos um ao outro, mais batemos muitas punhetas um para o outro, não sei explicar porque não rolou uma enrabadinha nem uma chupetinha.
Tínhamos uma vizinha que era o nosso sonho de consumo, homenageamos muito ela nas nossas punhetas, estudava também no mesmo colégio do bairro.
Fomos crescendo juntos e já na adolescência conseguimos namorar com ela, primeiro eu e depois ele.
Para a faculdade nos separamos eu e ele, mais continuamos amigos e ela namorando com ele.
Casaram e eu fui o padrinho de casamento deles.
Com um ano mais ou menos de casados anunciaram que ela estava grávida de uma menina.
A notícia foi a alegria das famílias dos dois e como continuamos muito amigos me foi prometido que seria o padrinho também da menina.
Tudo corria normal até ela completar cinco meses da gestação. Aí tudo começou a mudar, ela começou a se sentir ruim, desmaiava do nada, foi ficando fraca e os médicos não tinham explicação.
O tempo foi passando e com seis meses os médicos resolveram interna-la pois ela estava muito fraca e nada conseguia recuperá-la, até pentiando o cabelo ela cansava muito, não conseguia nem forças para se alimentar só..
Com oito meses ela não resistiu a doença e veio a falecer, mais os médicos conseguiram salvar a menina.
Meu amigo se tornou pai e mãe de uma bebê desde o nascimento, cuidava dela sozinho, e a nossa amizade continuou, eu morava com os meus pais ainda, casei bem tarde
Sempre estávamos juntos, sempre estava na casa dele tomando umas geladas e comendo um churrasquinho, era nossa rotina todos os finais de semana, eu de vez em quanto tinha uma namorada, mais ele não, vivia para a filha.
Minha afilhada já com sete anos, era uma garota linda, cabelos no meio das costas, um corpinho de mocinha.
Apesar da idade, era bem desenvolvida, coxas grossas, bundinha empinadinha e os caroços dos peitos já dando sinal, iria ser precoce.
Eu sempre perguntava dele como era os banhos nela, como era viver só os dois, se ele não aproveitava para tirar um casquinha, tinha muita intimidade para falar sobre isso. Ele sempre desconversava, dizia que via só como filha, ele sabia das minhas preferências,... sempre falava para eu tirar o olho da minha afilhada.
Mais ela já preste a completar oito anos estava muito desenvolvida, a bundinha estava maior e os peitos já apresentavam uns carocinhos com bicos salientes, era carinhosa, abraçava e beijava ele, sempre estava no colo dele e quase sempre só de calcinha de algodão com bichinhos ou florzinhas, moramos em uma cidade bem quente o ano inteiro.
Um belo dia, estávamos tomando nossa gelada, era sábado, ela deitada no tapete da sala vendo tv e nos no sofá, eu vidrado naquela bundinha e nos peitinhos inchados, como sempre só de calcinha.
Já tínhamos tomado bastante, ele bem calibrado,
Eu:- cara a Gisele tá ficando um tesãozinho, ela te dar muito carinho e beijos, não acredito que você não sinta nada quando dar banho nela!?
Você deve ficar só de cueca com ela no banheiro, não é?
Ele ficou me olhando por uns segundos ou minutos sei lá que tempo
- não, eu fico pelado com ela, sempre foi assim,
Eu:- e nunca rolou nada?
Ele:- sempre foi normal tomar banho com ela.....parou me olhou criando coragem para falar. E, Mas uns meses atras, um dia tomando banho, já tinha finalizado o banho nela como sempre fazia e estava tomando o meu, tinha passado sabonete em mim e cheio de espuma de olhos fechados em baixo do chuveiro comecei a me enxaguar. Direpente sinto ela pegar no meu pau por curiosidade.
Fiquei parado sentindo sua mãozinha apertando ele, para não assustar, falei - meu amor, deixa o papai acabar logo o banho para irmos mudar de roupa!
Terminei, levei ela para o quarto e depois de cuidar dela lhe vesti e mandei ela ir ver seus filmes e me esperar na sala que eu iria fazer algo para comermos.
Ela saiu e eu fique pensando no ocorrido, nunca tinha acontecido antes, mais eu sentia nitidamente a maciez de sua mãozinha apertando meu pau, eu que vivia na punheta, aquela sensação fez meu cacete subir e ficar uma rocha, não tive outra escolha a não ser voltar para o banheiro e bater a melhor punheta da minha vida.
Eu com o pau trincando olhando para aquela bundinha que se mexendo vendo tv, a calcinha entrou a metade no seu bumbum e ela displicentemente puxou me mostrando toda a sua bundinha branquinha.
Falei:- e como foi depois nos banhos, continuou como eram?
Ele:- tentei, nos seguintes tomei cuidado para não ficar de frente para ela, sempre escondendo o pau. Não dava para deixar ela tomar banho sozinha.
Um dia eu não tinha batido minha costumeira punheta quando cheguei do trabalho e fui logo dar banho nela, a babá saia quando eu chegava e a Gisele não gostava de tomar banho com ela.
Tudo normal, dei seu banho e fui tomar o meu, fiquei de frente para a parede oposta a que ela estava e me despreocupei concentrado no banho. Me veio no pensamento o tal dia, parece uma coisa, a minha caceta subiu como um raio e não deu tempo de concentrar para evitar, mais como eu estava para o outro lado não percebi quando ela pegou e falou:- pai o seu pipi tá grandão! Já apertando, quase eu gozo na mão dela.
Eu tentando me controlar,- filha o papai já não falou que você não pode ficar pegando no pipi do papai!
Ela:- ,mais tá grandão e quente, sem tirar a mão.
Eu deixei ela pegar um pouco e pedi para ela soltar, mandei ela esperar no quarto que eu já iria terminar e ia cuidar dela, se ela não sai mais rápido eu teria gozado nela tão forte o que eu senti.
Eu:- você comeu ela? Ela ainda pega no seu pau?
Ele:- depois desse dia, eu não aguentava chegar no banheiro com ela, o pau já ficava duraço e ela vinha pegar, eu comecei a deixar ela ficar mais tempo com ele na mão, ensinei ela a punhetar até chegar próximo de gozar, era uma delícia que não dar para explicar.
Um dia ela punhetando, eu vi que ela gostava quando puxava a pele para baixo e a cabeça aparecia, ela demorava olhando para a cabeça brilhando e babada, para ela tudo era novidade, aí veio a pergunta, - pai porque o seu pipi fica sempre duro agora quando agente toma banho?
Eu:- porque o papai chega estressado do trabalho!
Ela:-:e agora vai ficar sempre duro, não vai ficar para baixo novamente?
Ela nunca via como eu fazia para ele voltar o normal, mais resolvi mostrar para ela.
- filha, para voltar a ficar mole novamente, só você pode fazer!
Ela:- como papai?
Eu:- você vai fazer como o papai ensinar para você, tá bom? Vai sair um leitinho daqui, mostrei a cabeça para ela, mais só sai para você que é linda e inteligente, e não pode contar para ninguém o que fazemos aqui, porque se não ele não vai mais sair o leitinho e não vai ficar mais mole, você promete que não vai contar para ninguém, nem para sua professora?
Ela:- prometo pai, não vou contar para ninguém, juro, beijando os dedinhos em forma de cruz
Eu;- tá bom minha delicinha, toda essa conversa e ela não soltava ele
Ensinei ela a punhetar, ficava cansadinha, pegava com as duas mãos até eu gozar horrores, na primeira vez que ela viu eu gozar, tomou um susto e soltou, quase bate no seu rostinho.
Claro que agora ela já até chupa e bebe tudo para ficar cada vez mais bonita e forte, e também sabe que eu posso ficar estressado a qualquer momento e lugar e só ela para me aliviar e socorrer, e ainda não comi.
Eu estava quase gozando na calça ouvindo ele contar e ela ali pertinho, não sabia como aproveitar aquela oportunidade de ouro.
Eu:- em qualquer lugar você pede para ela te aliviar?
Ele,:- claro que não, só quando estamos a sois em casa.
Eu com um ar de incredulo, falo:-
Cara não estou acreditando que ela faz só em você falar isso de estressado!
Ele ficou me olhando, tomou mais um pouco de cerveja, sem me dizer nada, olha para ela e chama, filha! Ela levanta a cabeça olhando para ele e pergunta:- o que foi pai?
Ele:- meu bebê, papai tá muito estressado precisando da minha filhinha!
Ela sentou no chão e falou,:- o senhor não falou que eu não posso fazer quando estiver gente aqui em casa e nem na frente da Ruth?(sua babá).
Ele,:- mais o seu padrinho pode ver, eu deixo!
Ela veio de joelhos e se posicionou no meio de suas pernas, puxou o calção dele para baixo com a sua ajuda e saltou seu caralho muito duro, ela pegou apertou, deu beijo na cabeça e começou a punhetar, mostrava a cabeça brilhante e deixava sumir novamente, fez isso umas dez vezes, e ele com a cabeça jogada para trás só bufava com a sensação.
Ela puxou mais uma vez a pele para baixo expondo a cabeça e colocou na boca chupando gostoso, eu já quase perdendo o controle, e ela na chupeta no pai.
Ele começou a gemer forte anunciando que iria gozar e ela já bem treinada, colocou a boca só na cabeça para receber a gozada e não derramar nada, quando sentiu a primeira golfada, começou a engolir e ele lhe segurava a cabeça até acalmar de vez.
Ela tirou a boca, tinha engolido tudo e passou a costa da mão na boca e me deu um sorriso.
Eu tava explodindo de tesão quando ele se virou para mim, desabutuou minha bermuda, tirou meu pau para fora e segurando falou para ela, :- olha o padrinho está muito estressado também, vem aliviar ele. Ela falou;- posso nele também?
Ele:- pode o papai deixa, só pode fazer em quem o papai deixar minha linda!, Ela veio pegou o meu pau.......
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