O tempo foi passando e eu fiz várias amizades. Uma das meninas se aproximou muito de mim e estava sempre me abraçando. Quando comentei isso com a mamãe, ela disse que esta menina poderia ser lésbica e me disse para ter cuidado. Eu já sabia de lesbianismo – mamãe já conversara comigo sobre isso – e procurei ser amiga dela, sem lhe dar muita intimidade. Ao mesmo tempo, um menino pareceu se interessar por mim. Gostei do interesse e procurei corresponder.
Em casa, conversando com meu irmão, disse a ele que não sabia “fazer nada”. Ele riu e perguntou se eu queria aprender. Sorri e ele me chamou para o quarto dele. Como estávamos sozinhos em casa, fui correndo. Lá chegando, ele me abraçou e começou a se esfregar em mim, como seu eu fosse uma menininha. “Você é gostosa”, disse ele, com o pau duríssimo. Eu o abracei e pedi um beijo. Ele me disse como beijar e ficamos longo tempo chupando a língua do outro. Depois, ele me abraçou e apertou a minha bunda, pegou minha mão e colocou em cima do pau dele, por cima da calça. Não agüentou e o pôs para fora. Sorri. Ele perguntou se já tinha visto. Disse que sim e ele perguntou de quem. “Dos meus colegas”, respondi. Ele me pediu um boquete. Como eu já fizera no colégio, caí de boca e o fiz gozar na minha boca.
Meu primeiro problema quanto à identidade surgiu quando de uma festa na casa de uma das meninas. Eu fiquei animadíssima e me preparei para ir. No dia, vesti uma saia curta, botei uma calcinha fio-dental e não usei sutiã. A blusinha deixava perceber meus peitinhos e vi que estava bonita quando meu irmão me abraçou por trás e senti o pau dele, duro, roçando em mim. Deixei ele se esfregar um tempinho mas meu pai me chamou e eu, antes de sair, dei um selinho nele. E fui para a festa, na esperança de que o menino interessado em mim comparecesse. Estava excitadíssima e de pau duro. Mas ele, felizmente, era pequeno e não dava para ninguém perceber. (Continua)