Na ausência do cão...

Por: alessandra-duarte-856 13/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Na ausência do cão...
Já era tarde da noite quando cheguei a casa. Por ter encontrado a porta encostada tive certeza que o Carlos já tinha chegado.
Voltava de um foro na casa da Lurdinha e por ter me esfregado em varias pirocas todas louquinhas para se esconder dentro da minha boceta estava com uma baita excitação.
Tentei acender a lâmpada da sala e nada, não tinha energia, mais um apagão.
Tomei um banho bem gostoso frio e fui para cama enrolado só na toalha, onde o meu maridinho roncava feito um anjo, fiquei meio apreensiva, pois o Carlos nunca dormira pelado, mas como minha excitação estava fora dos limites, fui para cima com tudo e abocanhei aquela piroca que chupei feito uma bezerra esfomeada.
A reação do maridão foi instantânea, fudemos muito e gostoso.
Mas o divisor de água transbordou quando o Carlos me pegou por trás e cavalgou me feito um alazão sem freio, no inicio adorei, talvez por conta do tesão, mas com o passar do tempo fui notando que aquela piroca era muito grande e grossa para ser a do maridão. Alguma coisa estava errada.
Levantei-me da cama vesti um roupão, acendi uma vela e quase cai de tanto espanto,
Meu querido marido dormia no sofá, devia ter tomado todas e em cima da minha cama quem seria.
Fui PE ante PE conferir.
E com a cara mais lavada desse mundo fingido que dormia La estava o compra de Zé.
E agora que fazer numa situação dessas.
Apaguei a vela, tirei o roupão me deitei na cama e deixei o compra de me pegar por traz.
Afinal, na necessidade a comadre tem o direito e o dever de cooperar com as sacanagem do compra de.
Mesmo que nessa mata só se casse com gatos, por que afinal.
No escuro todos são pardos.
Cris.

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