Na praia

Por: matheus-251 • 07/07/2026 • 306444 leituras
Capa do conto
Mais um conto real

Bom, nesse meu conto, relato um novo encontro com o primeiro negro que transei junto com meu marido. Normalmente o clima da praia, o contato com a natureza, a sensação do sol na pele acaba estimulando os desejos. Estavamos passando uns dias na praia e meu marido fez contato novamente com nosso amigo negro que eu já conhecia, dono de um dote de 23 cm e que na primeira vez me fizera sentir coisas que jamais havia sentido. Como sabem, nosso primeiro contato também aconteceu na praia e foi muito bom. Dessa vez meu marido sugeriu algo diferente, algo ao ar livre, mas com segurança, sem muita exposição, então combinamos um encontro durante a semana onde a intenção seria ir os três numa praia que fica bem reservada, na verdade é uma praia pouco frequentada até mesmo pelo acesso, pois pra se chegar até lá tem que seguir por uma trilha e nessa praia não existe qualquer tipo de comércio, então muita gente, além de não conhecer, acaba nem indo porisso. Marcamos numa manhã, tipo umas 9 horas e fomos até lá com nosso amigo João Pedro, que, sempre simpático e gentil, descarregava elogios, e claro que eu adorava isso. Quando o encontramos ele me deu um abraço muito gostoso e já pude sentir o quanto ele já se encontrava excitado.
Chegando no local, descemos a trilha onde até acabei escorregando caindo sentada e me sujando de lama, pois a noite tinha chovido. João Pedro, me segurando de forma bem carinhosa me ajudou e claro que já senti arrepios quando senti suas mãos segurarem meu corpo e a tentativa de limpar minha bunda que ficou melecada de lama(rs). Não havia ninguém na prainha e o tempo estava muito gostoso, muito sol e de imediato fui até a beirada da agua para me limpar enquanto meu marido e João Pedro ficaram na areia conversando. Quando voltei vi que joão Pedro havia tirado o short que usava ficando apenas com um calção de lycra branco, realçando um volume tentador(rs). Conversamos os três, sentados numa pedra, eu no meio dos dois e João Pedro colocou sua mão sobre minha coxa, iniciando uma caricia gostosa e fiz o mesmo, colocando minha mão sobre sua coxa e virando pra ele, fui beijada onde acabei por subir minha mão até sentir o volume enorme formado sob seu calção. Realmente uma sensação deliciosa estar ali junto a natureza sentindo esse prazer indescritível. João Pedro logo tocou em meus seios, sempre me beijando, e desceu sua mão até minha buceta, por cima do biquíni fazendo com que eu abrisse um pouco mais as pernas e ele puxou a calcinha do biquíni um pouco de lado e senti seu dedo invadir minha buceta já totalmente molhada e tomada pelo desejo. Meu marido ficou observando nós e também quem pudesse descer a trilha. Eu fiz o mesmo que João Pedro, abaixando um pouco seu calção deixando saltar aquela coisa enorme, preta, cheia de veias e grossa, segurando ele, sentindo ele latejar enquanto já masturbava seu membro.
Realmente estávamos excitadíssimos e sugeri entrar na agua, e meu marido, apenas olhando a cena, viu nosso amigo me abraçar, e por debaixo d’agua, abaixou minha calcinha e com o pau pra fora, pude sentir, entre as coxas, ele roçar aquilo tudo na minha buceta. Ficamos brincando ali por alguns minutos e saímos. O calção de nosso amigo já não conseguia guardar aquilo tudo e claro que eu não conseguia tirar os olhos daquilo que tanto me chamava a atenção e me dava prazer.
Fomos para as pedras para maior segurança e num determinado ponto João Pedro me segurou pela cintura, tirou meu biquíni e me chupou de forma tão gostosa que tive um delicioso orgasmo na sua boca. Ele totalmente nu, se encostou numa pedra e eu comecei a chupar aquela tora enorme, masturbando, passando minha língua de baixo pra cima, chupando a cabeça daquele monstro delicioso, tentando por pelo menos a metade na boca, mas impossível. Proximo a nós havia uma pedra mais inclinada e João Pedro se deitou nela e eu não me contive, aceitando o convite, fiquei de costas pra ele e fui sentando no pauzão dele, sentindo entrar cada centímetro, me arrancando gemidos e pequenos orgasmos até sentir ele todo dentro de mim. João Pedro segurava meu corpo, forçando pra cima e pra baixo, acariciando meus seios onde acabei tendo um orgasmo mais forte, deixando o pau dele todo melado, escorrendo meu gozo. Sai de cima dele e colocando as mãos na pedra, fiquei de quatro e João Pedro foi penetrando de forma bem carinhosa, me chamando de vagabunda, de cachorra, dizendo que o que eu gostava era de uma rola grande. Isso me excitou demais e ao mesmo tempo que me penetrava, ele brincava com seu dedo polegar no meu cuzinho me deixando mais tonta de prazer ainda. Percebi sua intenção e fiquei meio receosa pelo que ele estava querendo e pelas proporções de seu pau. Meu marido estava meio distante, num local onde dava pra ver nós e também a trilha de acesso a praia. João Pedro então tirou seu pau e ficou brincando, pincelando na minha buceta e lambuzando meu cuzinho, até que senti ele posicionar mais nele e tentando forçar um pouco mais. Retrai meu corpo um pouco mas na verdade eu estava com vontade, apenas com medo. Pedi pra ele ir devagar, então, ele percebendo o sinal verde, passou a forçar um pouco mais e senti quando a cabeça entrou. Senti um dor forte, e ele então parou, mas não tirou. Ficou acariciando minhas costas e mandou eu rebolar, tomar conta da situação. Fui rebolando e fui sentindo aquela tora escorregando pra dentro de mim. Senti uma mistura de dor e prazer, algo gostoso, indescritível estar dando prazer daquela forma, e foi entrando. Senti sua mão tocar minha buceta e a outra meus seios me deixando mais excitada ainda e não me contendo, forcei mais o meu corpo contra o dele e senti entrar tudo quando seu corpo encostou no meu. Gemi como jamais havia gemido, gritei baixo, mas a vontade era de gritar alto, pro meu marido ouvir. Tive muitos orgasmos e quando João Pedro passou a entrar e sair, a dor aumentou, ardendo misturado com muito tesão, Ele batia na minha bunda dizendo que iria gozar. Pedi para que gozasse e senti o maior prazer de minha vida. Gozei com ele inundando-me com seu gozo intenso, forçando ainda mais a penetração. Nos recompomos, saímos das pedras, indo de encontro ao meu marido, também excitado e fomos pra agua. Nos lavamos, relaxamos e depois fomos embora saciados do prazer. Já em casa, transei com meu marido, dei a ele o prazer que ele havia me proporcionado. Só não fiz anal com meu marido porque estava dolorido, mas o nosso prazer foi contemplado com um gozo delicioso de meu marido e nesse dia, mais uma vez, dei prazer a dois homens.

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