Fiquei dias com a buceta doendo, com medo de voltar no córrego. Dias depois ele vai ate a casa onde moro, se chamava José, capataz da fazenda do coronel Francisco, falou com meus" avós " que era mulher já, q tinha se deitado com ele e ele queria q eu fosse morar com ele, so esqueceu de dizer q me estuprou. Eles ficaram chocados com minha atitude, e aprovaram q eu fosse, não queria ir, mas ele praticamente me obrigou depois q os "avós "consentiram.
Ele tinha trago uma carroça, arrumou minhas coisas nela e me levou pra sua casa.
Chegamos lá, ele nem me deu tempo de arrumar minhas coisas, me fez ficar pelada e me comeu, agora em cima de uma cama, mas com a mesma selvageria, madeirava minha xana sem dó, deitou sobre mim, pegou minhas pernas e trouxe pra cima, segurando elas pra cima apoiando em minhas coxas, estava quase dobrada ao meio levando vara. Ele suava, ate q gozou e se deitou do meu lado, não demorou e dormiu, minhas pernas doiam depois de ficaram tanto tempo abertas de forma forçada.
Meu dia a dia era de muito serviço e foda tb, ele não se importava com o lugar pra me comer, era em cima do fogão de lenha, me sentava nele, abria minhas pernas e metia a vara, chupando minha língua, ou me pegava no paiol, me encostando de barriga pra baixo sobre os sacos de rações, fudendo minha xoxota por trás, me levava pro rio ali perto, e me comia dentro da água, me deixava nua, me sentava no seu colo, de frente de pernas abertas e ficava me fudendo, apertando meus peitinhos e chupando minha língua. Neste dia me fez chupar sua madeira, depois q saímos da agua, me pôs de joelhos na areia, e pôs a pica em minha boca, me ensinou como ele gostava, como as putas da zona fazia, chupar, cuspir, punhetar firmemente, lamber o saco, enfiar bem na garganta ate engasgar, ele segurou minha cabeça e meteu fundo na minha garganta, três socadas fundas ate q gozou enchendo minha boquinha de porra, me fez engolir tudo. Disse q um dia desse iria chupar minha buceta tb.
Quando íamos embora, ainda nus, fomos surpreendidos pelo coronel q ia passando no rio de cavalo, fiquei envergonhada, o coronel não tirava os olhos de mim, corri pra um local afastado pra vestir a roupa, enquanto seu José conversava com o coronel. Depois ele foi embora, ainda me olhando muito. Seu jose riu e disse q o coronel gostou de mim, ofereceu pra ele umas cabeças de gado em troca de mim.
Disse q não aceitou porque foram poucas.
Fomos embora, dois dias depois recebemos o coronel, veio mais uma vez tentar me comprar, seu José ria das ofertas q ele dava. Não queria aquele homem, sempre com um chicote na mão. Uma hora ele se enfureceu e ameaçou seu José, ou ele aceitava ou ia expulsa-lo da fazenda debaixo de tiro e um podia pegar nele, seu jose começou a gaguejar pedindo perdão pro coronel, disse q ele podia ficar uns dias comigo, mas q ele não me vendia porque gostava de mim. O coronel riu e olhou pra mim, mandou eu tirar a roupa bem ali na sala, seu José me pediu pra obedecer. Tirei tudo então, coronel chegou perto de mim e pegou nos meus peitinhos, amassou um depois o outro, mandou eu ficar de joelhos, depois de quatro no chão, e abrisse as pernas, pegou o chicote e ficou passando em minha xoxota, mandou eu abrir minha bunda com as mãos, ele chegou perto pra olhar meu cuzinho.... cuspiu e depois meteu o dedo do meio ficando indo e vindo com ele dentro, eu estava de quatro, com o rosto no chão, e com as mãos abrindo minha bundinha, enquanto ele fudia ela com o dedo. Então ele tirou e ouvi q estava tirando a calça, mandou eu abri mais a bunda, abri.... seu José estava batendo punheta vendo a cena.
O coronel ficou pelado e se ajoelhou atrás de mim, pos a vara na porta do meu cu e meteu, gritei, ele riu, me segurou elas ancas e meteu mais fundo parando dentro, e então começou o vai e vem, eu chorava com o rosto no chão e ele me fudia, seu jose se ajoelhou em minha frente, puxou meu cabelo e enfiou a pica na minha boca, estava fudendo minha garganta, me segurando pelos cabelos, o coronel gemia feito um bicho, suas pernas batiam nas minhas e tremiam todo meu corpo, enquanto seu José metia tudo na minha boca, as vezes tampando meu ar, ate q ambos gozaram. Sairam de mim, se ajeitaram e foram conversar, tb me arrumei, limpei a porra q saia do meu cu estuprado.. o coronel me chamou, me sentou na sua perna e me disse q amanhã o capataz ia me trazer um cavalo, q era presente dele pra mim, agradeci o presente, ele puxou minha cabeça pra ele e começou a chupar minha lingua.
- Vc é muito gostosa, se fosse minha ia viver presa na cama so fudendo kk
- q isso coronel ?( disse seu José) a hora q o senhor quiser pode vir fuder ela, ou a levo lá se o senhor quiser.
- vc so não pode comer o cu dela, José, ele é só meu, não quero q fique aberto demais, gosto assim apertadinho
- pode deixar coronel, o cu é so seu..
- ótimo ( me deu outro beijo de lingua, dessa vez mais demorado) depois foi embora.
No outro dia me mandou um baita cavalo, seu José disse q era caro, e eu nem sabia montar no bicho. Ganhei outros presentes, toda vez q o coronel me fudia, me deu muitas roupas, curtas na verdade, meu corpo ficava quase todo amostra, mas ele gostava assim, sainha curtas, shorts fio dental, blusas colodas e transparentes, estava me seduzindo pra ir morar com ele e abandonar de vez seu José. Ate q um dia seu José cai na besteira de me dá um tapa porque não quis dá pra ele a noite, tinha ficado o dia todo na fazenda, sendo comida pelo coronel de todas as maneiras, me cansei e estava morta de sono, ele me deu um tapa e me comeu, no outro dia fui pro coronel e não quis mais voltar. O coronel ficou tão feliz, q me deitou na cama e chupou minha xoxota, sugou meu caldo, lambia meu picheu, metia os dedos, enquanto sugava o grelinho, gozei na sua boca q nem uma cadelinha, ele se sentou no meio da cama e me pediu pra sentar de frente pra ele, e abraça-lo com as pernas, metendo a madeira em minha xota, ali grudadinhos, nos beijavamos, ele dizendo q me amava, q eu era so dele, sua putinha doce, e eu rebolava na vara, querendo q ela fosse mais fundo, gozando de novo, dormimos abraçados. Seu José veio me buscar, mas saiu de la debaixo do chicote, nunca mais voltou.
O coronel tinha uns feitiches, gostava de apanhar com o chicote q ele usava, batia nele direito, montava nele como se ele fosse um cavalo, dentro do quarto, e ele andava comigo engatinhando, eu peladinha em cima dele, e ele pelado tb, metia o dedo no seu cu e mandava andar mais rapido, ele gostava, gemia quando metia os dedos nele, uma vez falei q ele queria uma rola naquele cu, porque ficava piscando quando eu metia os dedos, então chamei um de seus empregados, pedi pra ele ficar de quatro na cama, e empinar a bunda e segurar ela aberta com a mão, cuspi em cima do buraco e pedi pro empregado enrabar ele, o empregado meteu tudo mesmo, ele ate gritou, mas ficou queto levando madeira, deitei em sua frente, abri as pernas e fiz ele chupar minha xota enquanto levava madeira no cu. Depois q gozei em sua boca, fui punhetar o pau do coronel, enquanto o seu empregado emrabava ele sem do, o pau estava duríssimo. Puxava a pele pra tras e pra frente, saia líquido da cabeça vermelha...entao o empregado gozou, me deitei debaixo do coronel, de barriga pra baixo, e foi a vez dele me enrabar, meteu com tudo a vara no meu cu, deu uma saravada de madeira ate a gozou.... dormimos cansados e satisfeitos.
Esse empregado passou a fuder o coronel, me fode as vezes, ou os dois me fodem juntos, sexo todos os dias, seja no quarto ou na baia dos animais. Dou tb para outros empregados, o coronel sabe e gosta e as vezes participa!!
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