NA TOMADA DO COMPLEXO DO ALEMÃO

Por: patricia-391 • 19/07/2026 • 37209 leituras
Capa do conto

(História de uma policial Pfem)

Só agora eu me dava conta da burrada que tinha feito, tudo o que tinha aprendido de nada tinha adiantado, pois eu não usara no momento preciso, empolgada que estava pela excitação do momento. Mas não adiantava ficar me recriminando por uma coisa que não tinha mais jeito, era procurar uma forma de tentar pelo menos sair viva dali e seguir a vida da forma que desse, mas primeiro tinha que ao menos sair daquele socavão debaixo da terra no qual estava presa nesse momento.

Tudo começara somente há algumas horas quando eu soube que estava escalada pra fazer parte da operação que se chamaria «A Tomada do Complexo do Alemão». Como sou Sargento não poderia me furtar e até me senti orgulhosa de participar, depois de toda equipada não hesitei em acompanhar os companheiros que não paravam de brincar comigo: - Pois não Sargento Jú, quais são as ordens? Ou então: - Sim Comandante Jú, a senhora quer que prendamos quantos? E assim as coisas iam se desenrolando até que chegou a ordem de invasão e partimos morro acima uns apoiando os outros, seguindo os carros blindados que abriam caminho.

Meus cabelos escuros saiam por trás do boné que usava e eu sabia que aquilo me dava um charme todo especial, o colete a prova de balas era desconfortável e não se ajustava muito bem em meus peitos que são médios, mas muito duros e pontudos, não falando que carregar aquela arma longa fazia de mim uma figura quase que como dos filmes que costumava ver madrugadas adentro. A vida é assim mesmo, um dia vendo a tv por fora e no outro dentro dela. Mas agora estava numa enrascada e não tinha a menor idéia de como sair dela, ia precisar de muita sorte, inclusive pra salvar a vida.

Tínhamos começado a invasão por uma rua larga que foi ficando estreita à medida que subíamos, até que os carros não puderam mais progredir e assim mesmo continuamos a subida, agora por vielas que mal cabiam duas pessoas lado a lado, minha patrulha foi progredindo e como estava já me sentindo um pouco cansada fui ficando pra trás. Em um dado momento, numa daquelas vielas, me encostei numa porta e fiquei a respirar fundo, tomei um gole d’água e quando já pensava em continuar e me juntar ao resto da patrulha que já sumia bem à frente, a porta atrás de mim se abriu sem que eu notasse e uma coisa que eu não podia nem por sonho duvidar do que fosse, um cano de uma arma, se encostou na minha cabeça e uma voz dura falou no meu ouvido, baixinho:

- Quieta, ou morre aqui mesmo!

Gelei!!!!! Mas não tive reação alguma, jamais podia esperar por aquilo... Não podia estar acontecendo comigo, tinha vindo ali preparada até pra entrar em combate, mas nunca pra ser feita refém ou prisioneira de traficantes cuja moral era nenhuma e a crueldade tantas vezes comprovada e cantada em versos e prozas. Senti uma mão grande pegar a gola da minha farda e me puxar pra dentro daquele casebre escuro e mal cheiroso, enquanto a outra me tomava a arma e logo depois puxava com brutalidade a pistola que eu levava presa na coxa. A partir daí foi tudo muito rápido, as ameaças de sempre, empurrões enquanto me levavam em direção aos fundos onde tiraram do chão uma tampa e descemos por uma escadinha rústica pra uma espécie de quarto escavado no chão, mas bem iluminado e até limpo se comparado ao piso de cima.

Notei que o que me tinha feito prisioneira não estava só, pelo menos mais um o acompanhava, pois ouvi a tampa se fechar novamente quando já me levava pra o centro do quarto onde tinha mesa, cadeiras, uma cama e num canto um monte de coisas amontoadas. Armas estavam encostadas na parede do outro lado e as minhas foram se juntar a elas. Da rua até ali não tinha ficado o menor rastro da minha passagem, por agora não seria encontrada de forma alguma pois a operação estava na fase de conquistar terreno e não de vasculhar o terreno conquistado, um tiro ali embaixo jamais seria ouvido. Isso queria dizer que estava por minha conta e risco, sem poder contar coma ajuda nem apoio de ninguém.

Fui empurrada de encontro a parede de blocos perto da cama e obrigada a ficar com o rosto bem encostado a ela, senti que chutaram minhas pernas para que as abrisse na posição clássica de revista, mãos me vasculharam o corpo em busca de outras armas e encontraram duas algemas que não tinha sido tomadas ainda, tiraram com violência o colete e pararam maliciosamente nos meus peitos demorando e apalpando, sem pressa, mas com alguma força. Apesar da situação, senti que eles ficaram mais duros com aqueles toques, quando chegaram na altura da minha cintura e quadris apertaram minhas nádegas com força e apalparam minhas coxas, metendo a mão entre a parede e meu púbis apalpando minha xoxota, enquanto a outra entrava por minhas coxas e apalpava minha bunda demoradamente, quis esboçar uma reação que foi logo contida por uma forte tapa na altura do pescoço. As mãos desceram pelas minhas coxas e pernas até as botas onde encontraram a faca, que era minha esperança de fuga.

Me viraram de frente e só então pude vê-los, como tinha pensado eram dois, um negro que parecia comandar e um moreno, ambos grandes, fortes, bem armados ainda com pistolas e com minha faça na mão do negro que sorria com deboche, malícia e sadismo, tremi interiormente embora por fora não expressasse nada, nenhuma reação. Só então o negro falou, com voz grossa, sem expressão mas bem baixo, como se estivesse acostumado a mandar e não precisasse falar alto pra ser atendido, voz de comando, reconheci de imediato:

- Perdeu, meganha! Nós vamos perder aqui, mas pelo menos você não vai ver isso acontecer. Você perdeu e perdeu feio!

Quis responder mas ele desferiu uma tapa tão potente no lado do meu rosto que escorreguei ao longo da parede e quase cai sobre a cama. O mundo rodou e meu rosto parecia que tava pegando fogo, mas me aprumei de novo, não iria dar a ele o gostinho de me ouvir pedir clemência, iria agüentar tudo calada e morrer com honra. Quis levar a mão ao rosto, mas ele segurou meu braço e balançou a cabeça negando. O moreno ria com deboche e apreciava a cena, nessa altura meu boné tinha voado e meu cabelo sedoso se encontrava solto e espalhado nos meus ombros.

- Tira a roupa, vai! – Comandou o negro. – E vê se tira tudo pra não me fazer ficar mais zangado do que já tou... Vamú logo, dona meganha!!!! Mulher puliça! Onde já se viu? E mandou outra tapa que me fez ver estrelas, eu não queria, mas as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto, mesmo sem que eu emitisse som algum. Embora ele falasse baixo o tom de comando continuava vibrando na sua voz.

Comecei a tirar a farda ainda meio tonta e sem saber direito o que tava fazendo, sabia somente que não podia deixar de obedecer as ordens que ele desse, eu não queria apanhar de novo, meu rosto pegava fogo no lugar das bofetadas e pra me apressar ele me deu mais uma tapa que me fez vacilar já que tava com as mãos ocupadas tirando os braços da blusa. Tentei passar a mão no rosto pra diminuir a dor, mas novamente ele só balançou a cabeça e me disse com voz mais baixa ainda:

- Cala a boca, não é hora de chorar ainda... Deixa pra berrar quando chegar a tua hora de morrer, porque você vai morrer... Sabe. Não sabe?

Continuei a tirar a farda ficando só de calcinha e soutiã, seu olhar analítico não desgrudava de mim, mas eu não sabia o que viria a seguir e só ao baixar a vista levei mais duas tapas, uma em cada lado do rosto, não consegui conter um gritinho de susto. E ele riu mais alto.

- Pelo que vejo a puliça é surda! Eu disse tudo, anda, vá logo... – E enquanto eu levava a mão às costas em busca do fecho do soutiã ele se aproximou de mim e com minha faça cortou com habilidade a lateral da minha calcinha e logo depois do outro lado também, as alças desabaram e ficou presa só pela minhas coxas, mas com a frente toda caída, meus pentelhos apareceram escuros e aparados, sensuais. O soutiã pendia da minha mão e meus peitos estavam duros e erguidos com o bico apontando pra eles em linha reta.

Notei que seus olhos mudaram me apreciando, avaliando como se eu fosse uma mercadoria rara, fechei os olhos não querendo ver aquilo e levei outra tapa, dessa vez na parte do quadril que estava exposto, nem me mexi pois sabia que seria pior, o negro estendeu a mão e acariciou de leve meu peito esquerdo, sua mão subiu desde a base até o bico onde mexeu pra lá e pra cá numa carícia até sensual, chutou de leve meu tornozelo pra separar minhas pernas e a frente da calcinha arriou de vez ficando pendurada apenas pela parte de trás que estava metida nas minhas nádegas.

Ele se abaixou na minha frente e ficou apreciando minha xoxota a apenas um passo de distância, se não soubesse que iria morrer, seria até excitante, mesmo assim e contra a minha vontade comecei a umedecer, senti que pouco a pouco aquele famoso líquido que indica que estamos prontas pra levar vara, começou a me molhar por dentro e até a querer sair, ainda agachado ele levantou a mão e pegou com alguma rudeza na minha coxa, tremi por inteira e ele notou, levantou o rosto pra olhar dentro dos meus olhos, ainda apertando minha coxa e com a outra mão apalpando meu peito disse ainda baixinho e com voz profunda:

- Tu vai morrer mesmo meganha, e tu sabe disso, mas é um esperdício deixar uma tesuda dessas morrer sem poder mostrar tudo o que pode fazer de bom, olha como a pele e lisinha... como os peitos são duros! Como a carne é firme... Vou te dizer, você vai ser um fodão! Mas será que vai dar conta de nós dois?

- Não faz isso comigo! – Implorei sem consegui desviar meus olhos dos dele. – Pode me matar, mas não faz isso...

- Você vai gostar, sei que vai, todas gostam, e quem sabe se você até não compra a sua vida... Tudo vai depender de você, e só de você!

- Mas não quero viver assim, me mata logo e acaba com isso de uma vez. Só não me torture!

- Ah! Então tem medo da dor é? Mas quantos de nós você mesma já não muquiou de pancada quando prendeu, hem? Agora é sua hora de tomar uma dose do seu remédio, e não chore que não vai adiantar nada.

E apertou os dedos que pareciam tenazes na minha coxa provocando uma dor lancinante que me fez inclinar pra frente e gemer, mas ele não afrouxava os dedos e a dor continuava aumentando e eu gemendo mais alto, sem poder me conter. Parou de repente e a dor começou a ceder, sem nenhum aviso levantou a cabeça e começou a lamber perto da minha virilha, respirava fundo e o ar quente aquecia meu grelo, súbito passou a língua bem no grande lábio da minha xoxota e a dor da coxa junto com a carícia fizeram seu trabalho, minha excitação disparou farta e convulsa, me molhei mesmo.

Virei a cabeça pro lado, não queria ver o que ia acontecer comigo, eu me repudiava por estar aceitando passivamente, praticamente sem reagir aquele ultraje, aquilo me dava nojo mas ao mesmo tempo me excitava, então o moreno que também estava perto me soltou uma tapa no rosto e falou:

-Tá virando a cara porque? Será que não ta gostando do que ta vendo? Onde já se viu meganha não gostar de putaria? Vocês são todas putas mesmo!

Meu rosto estava afogueado das tapas e da excitação, mas eu não queria aceitar uma coisa que tava acontecendo comigo, a dor me dava tesão, um tesão desenfreado que eu não controlava, que fugia das raias da normalidade, um tesão animal, selvagem! Apesar da dor e de saber que estava em sério perigo de vida, eu sentia um tesão avassalador, que me dominava por inteira e a cada tapa que tomava mais aumentava. Eu me considerava até aquele instante uma mulher normal, tinha nos meus vinte e dois anos de vida, tinha tido alguns casos amorosos nos quais em um deles, até dei de presente minha virgindade, isso há um ano e pouco atrás, dai pra frente, vida normal, umas transinhas de vez em quando só por sexo mesmo, sem nada de especial. Tanto que minha bunda sempre tão cobiçada por ser dura e empinada, sempre tinha sido pedida, beijada e até muito lambida na tentativa da conquista, mas eu nunca tinha me sentido excitada o suficiente e nem me atrevido a experimentar dá-la pra ninguém.

O hálito quente do negro em meu grelo me fazia molhar ainda mais e agora a sua língua atrevida passeava por meus grandes lábios lentamente e vez em quando lambia o pinguelo, me dando arrepios que eu não conseguia disfarçar. Sabia que ele notava que estava me excitando e não me chupava, só lambia e lambia, num nunca parar, aumentando minha excitação e tortura, enquanto isso o moreno pegava nos meus peitos e apertava de leve os biquinhos escuros que já doíam de excitação, sem falar nada pegou meus braços e os cruzou nas minhas costas, me apertou contra a parede com seu antebraço na altura da minha clavícula e baixou a boca começando a chupar meus peitos a princípio bem de leve e aumentando com pequenas mordidas que doíam um pouco mas também serviam pra me fazer dar pequenos gemidos que nem eu sabia se era de prazer ou dor.

O negro então ,olhando pra cima e vendo o moreno pegar o bico do meu peito com os dentes e o esticar, meteu a língua na minha xoxota bem fundo, molhei de vez sem poder me conter e gemi alto, não me controlava mais e jogava os quadris pra frente, em busca de uma penetração mais profunda daquela língua endiabrada, que me transtornava e fazia ter desejos, mesmo na situação em que me encontrava, as mãos que me apertavam as coxas subiram pra bunda e separavam minhas popas as arreganhando até não poder mais, dedos deslizavam por meu rego chegando à entrada do meu cu que esticado, não podia se contrair, embora tentasse. Mas não entraram, ficam na portinha alisando e tentando entrar mas quando começavam a penetração, paravam e voltavam aos agrados, molhavam-se no líquido que escorria copioso da xoxota e voltavam ao rego da minha bunda, cujo prêmio parecia ser a excitação do meu cu.

Eu perdia momentaneamente o controle de mim, mas o readquiria logo após, queria viver ainda, mas sabia que tudo dependia do que viria logo a seguir, um momento ditava o momento seguinte e minha vida dependia de minha atitudes imediatas, as que eu tomasse no minuto seguinte, não podia nem pensar em encetar uma tentativa de fuga ou qualquer outra reação, tinha que me deixar levar, não importa o que acontecesse, o mais importante era continuar viva. Com esses pensamentos me martelando o cérebro, me deixei levar pelas sensações do momento e procurei viver a parte boa de tudo aquilo já que da parte dolorosa, eu não poderia me furtar a viver, de forma alguma.

A maçã do meu peito explodiu em dor me trazendo de volta à realidade quando o moreno cravou nele os dentes com força e segurou me fazendo gritar e debater, tentando, mas sem conseguir, soltar os braços que ainda estavam cruzados entre meu corpo e a parede. Meu grito de dor fez o negro rir maliciosamente e tirando a boca na minha xota disse:

- Já ta gritando e ainda nem começou, hem?

Com isso o moreno se sentiu liberado pra fazer o que quisesse e mordeu meu outro peito com mais força ainda me fazendo gritar novamente, com a mão livre deu mais duas tapas no meu rosto que já tava pra lá de ardendo com os anteriores, mas notei que tinha cuidado pra não bater na minha boca nem no nariz, não queriam tirar sangue de mim e aquilo me deu esperanças de sair viva dali mesmo que viesse a sofrer muito, com esses pensamentos me dispus a cooperar em tudo o que pudesse pra não incentivar a violência deles e preservando minhas forças pra alguma chance que aparecesse.

Ele chupou meus peitos por um tempo, passava a língua neles todo e depois se concentrava nos biquinhos que de tão tesos apontavam pra o alto, aquilo era ótimo e a excitação crescia em mim a níveis incontroláveis, além disso, o outro não parava de chupar minha xoxota, com uma perícia que ia muito além de qualquer comentário, a língua endiabrada passava por meus lábios vaginais e penetravam na gruta molhada, logo depois estava forçando meu cuzinho tentando se enfiar lá, eu contraia e ele voltava passando pela minha gruta e indo até o grelo, num nunca acabar com aquele suplicio que estava me levando, mesmo que sem que eu o desejasse, pra perto do gozo, eu já jogava minha pélvis contra a boca dele pra que entendesse o que eu queria e não parasse, mas... ele parou!

- Vamos ao que interessa mesmo! – Falou o negro se levantando e com isso fazendo com que o outro se afastasse de mim. Foi até o monte de tralhas que tinha no canto de onde tirou um pedaço de corda que trouxe enrolada.

- Vira cachorra! – Comandou voltado pra junto de mim. –Vai me amarrar. – Pensei.

Olhei pra ele sem entender o que queria e só por demorar tomei um bofete. Como não estava esperando, gritei de dor enquanto ele ria. Me pegou pelos cabelos e me afastou da parede cerca de um metro me virando de frente pra ela, mandou que eu encostasse os braços nela e encostasse a testa nos punhos, com isso fiquei inclinada com a bunda arrebitada pra manter o equilíbrio e assim, bem exposta, chutou meus tornozelos me fazendo abrir as pernas e minha exposição foi total como se isso ainda fosse possível, minha bunda e xoxota estava bem à mostra e abertas, mesmo naquela situação senti vergonha. Eu estava com os olhos fechados, não sabendo o que viria a seguir mas, com a certeza de que não seria nada bom. Ele chegou bem junto ao meu ouvido e disse como se não tivesse a mínima

importância:

- Gritar até que pode, mas se se mexer, eu dobro o castigo, sacou? Sempre quis fazer isso com um meganha. Fazer ele provar do que fazem com a gente quando nos seguram! E se fizer um escândalo grande demais, mando atirar no teu joelho, ai vai ficar linda, uma puliça até bonitinha numa cadeira de rodas. Rsrsrs!

Essa frase me deu novas esperanças, então iam me deixar viva. Eu me preparei pra o que viria, não sabia o que era, mas que seria doloroso já tava visto, pelas advertências que ele me fazia. Sua mão grande deslizou pelas minhas costas nuas e chegou na bunda onde ficou brincando nas nádegas, abria-as expondo totalmente meu cu e forçava, fazendo com que se abrisse um pouco apesar da força que eu fazia pra mantê-lo fechado e voltava a fechar, deu pequenas palmadas que apenas fazia com que minha pele morena e bronzeada se arrepiasse e ardesse um pouco, depois pegou a corda na dobra ficando com as duas pontas livres e as colocou perto do meu pescoço, elas deslizaram por minhas costas até as nádegas, fez isso mais algumas vezes e depois, de súbito parou, só se ouvia na sala o seu risinho debochado.

Afastou-se um pouco e sem o menor aviso caiu a primeira chicotada nas minhas costas, uma dor brutal me dominou e gritei um “Aaaiiiiiii” angustiado, mesmo sem querer, as lágrimas saltaram dos meus olhos e caíram no chão, nem tive tempo de me recompor e outra chicotada estalou quase no mesmo lugar da anterior, na altura dos ombros... um outro grito, só que dessa vez mais prolongado. Daí em diante os golpes caiam com regularidade sobre os meus ombros, costas e nádegas e a cada um deles era acompanhado de um grito de dor meu e uma risada sádica do meu algoz, depois de mais algumas ele parou e me perguntou com deboche:

- Então... quantas já tem?

Eu estava impossibilitada de responder pelos soluços e permaneci calada, ele tomou meu silêncio como uma afronta e desferiu um golpe que arrancou de mim o meu mais angustiado grito de dor, a corda caiu com muita força sobre minhas costas e a ponta atingiu a parte fina da pele no início do meu seio, me contorci e cheguei a levantar uma das pernas, eu não tinha mais costas, tudo era rios de dores e queimaduras, tinha a impressão de que minha pele tinha sido arrancada, mas não sentia escorrer sangue e por isso sabia que eram só vincos provocados pela corda, ela não cortava, mas assava. O riso que os dois deram e que acompanhou a chibatada não vou esquecer jamais.

- Acho que a puliça não sabe contar ou então ta querendo tirar uma de durona... Com essa ai, quantos já foram? – Perguntou de novo, enquanto o moreno continuava rindo e chegando perto de mim abriu minha bunda e perguntou se o preto não ia acertar uma na minha xoxota. Tremi interiormente pois sabia o quanto aquela região é sensível, por isso me apressei em responder com voz entrecortada pelos soluços, mas a voz saiu baixinho me traindo.

- Dez. Fooram deeezz!!!! Nesse momento eu tinha nas costas vinte rios de dor, que me queimavam a pele de uma maneira que nunca julguei que eu fosse aguentar.

- Hummm! Eu acho que a pulica ainda não tá bem mansa, tem que tomar mais pra aprender a ser uma boa mulher, quer experimentar Pezão? – E desferiu mais uma chicotada que atingiu minhas nádegas e coxas. – Veja que não sabe contar até dez... Tinha era nove, tem dez agora.

- É... me deixa mostrar a ela o que sente os nossos quando os meganhas pega eles.

E passando pra o outro lado se preparou pra me açoitar, eu o via pelos cantos dos olhos, já que ele estava em pé à altura dos meus ombros, agora as chicotadas viriam de cima pra baixo e as pontas da corda que estava dobrada em duas pegariam nas minhas costelas, barriga, bunda e talvez até nas coxas. A primeira que ele deu, me causou uma dor descomunal e eu gritei bem alto, as pontas pegaram nas minhas costelas e eu pensei que as tinha quebrado, ouvi de longe a risada do negro que eu ainda não sabia o nome. Me contorci e tentei sair, soltando uma das mãos mas veio o ordem:

- Se ela tirar as mãos da parede de novo, dá um tiro no joelho. Ai que quero ver como vai ser pra ficar num pé só, vai ficar em pé só com uma perna é?

A segunda chicotada do moreno pegou nas minhas costas e bunda, ele batia com mais força que o negro e os vincos da corda eram muito mais doloridos, outro grito de agonia, aquilo parecia que não ia acabar nunca, eu não agüentava mais em pé, minhas pernas tremiam e o suor escorria pelo meu pescoço, se misturando com as lágrimas, eu toda era uma chaga de dor, caiu outra e eu senti que escorreguei um pouco pela parede, corrigi a posição logo que pude, com medo de tomar um tiro como estava prometido, pois até ali eles tinha cumprido tudo o que tinham prometido, outra chicotada e uma dor lancinante me assaltou o corpo já tão sofrido, as pontas da corda tinha pegado nas minhas coxas, perto da xoxota e ali a pele é bem fininha, eu gritei mais alto e me contorci toda tentando amenizar uma dor que não podia ser amenizada, porque logo outra cordoada atingiu meus ombros.

Agora os vincos se sobrepunham aos que já existiam nas minhas costas, se entrecruzando num emaranhado de rios de dor, pra mim a minha pele das costas estava em tiras, não existia mais, tinha sido arrancada pela corda, e era tão bonita, eu tinha tanto orgulho da minha cor morena, bronzeada com carinho e esmero nas areias de Ipanema, será que algum dia eu teria a coragem de mostrar minhas costas numa praia novamente? A corda abraçou meu corpo e me atingiu meu peito, bem perto do bico e a dor me fez sapatear remexendo os quadris numa dança sensual, mas atroz, dos gritos que dava já nem falo, eram gemidos lancinantes, verdadeiros uivos. Ele baixou o lugar onde batia e agora me castigava as nádegas e coxas, minha carne toda tremia e eu sentia que não estava suportando mais, aos poucos fui escorregando pela parede e ficando de cócoras, só então o castigo parou e ele se virando pra o negro, perguntou com absoluta indiferença, levando a mão à cintura:

- Já posso dar uma tiro na cabeça dela e acabar com isso?

- Espera um pouco, ainda não acabei com ela, desperdiçar tanta carne num tempo de tanta fome é um crime... e tu já viu a bunda que ela tem? Muito gostosa!

- Hehehehehehe! – Debochou o moreno, entendendo a intenção do negro. E enquanto iam conversando se aproximaram da mesa onde beberam água, eu tremia de sede mas não me atrevia a pedir, só queria mesmo é que eles me esquecessem, pelo menos por um tempo, enquanto as dores diminuíam, não sentia sangue escorrendo, prova de que eu não estava seriamente ferida, só um ardor intenso ainda me dominava.

- Esse exercício todo me fez foi ficar com vontade de dar uma cafungada! Vamos meganha, deixa de fazer fita que tu nem ferida tá, levanta daí e vem beber uma águinha e agradece a Deus e ao Jota por tu ainda tá respirando, se fosse por mim a coisa não era assim... – Falou o moreno enquanto se dirigia pra um armário que tinha num dos contos, abri-o, pegava um saquinho plástico com um pó branco dentro, e voltava pra mesa:

- Véio, essa colombiana é de fuder!!! O cara endoida mesmo!

Pouco a pouco fui me levantando ,ainda de frente pra parede, sentia o olhar dos dois na minha bunda e apesar da dor, senti vergonha, estendi a mão pra pegar a blusa que estava jogada nos pés da cama ao meu lado quando o negro falou:

- Nada disso, vem nua se quiser água, é pra disfilar pra gente, cachorra! E tem que requebrar a bunda, senão não ganha água e ainda te dou bolacha! Eu não podia me dar ao luxo de não beber alguma coisa, pra não desidratar e me preservar pra uma oportunidade de fuga, precisava estar em bom estado físico, por isso apesar da dor e da vergonha, fiz o que mandaram e com isso ganhei um copo d’água que bebi com indisfarçável sofreguidão, nem eu sabia que estava com tanta sede e nem jamais uma água me pareceu tão gostosa, sem saber o que fazer ou ter pra onde olhar, baixei a vista e permaneci em pé junto da mesa, pra quem não soubesse o que tava acontecendo parecíamos um grupo de amigos batendo papo, só que eu estava nuinha. Como eles estavam na minha frente, eu olhava bem pra cintura dos dois de onde sobressaia o volume das pistolas e na frente um outro volume que eu sabia bem o que era, eles estavam de pau duro, com tesão e eu bem que sabia o porque.

O moreno fez duas carreirinha com o pó e usando um canudo cheirou uma carreira em cada narina e passou o saco pra o negro que fez o mesmo, os dois então olharam pra mim e o negro fez novamente mais duas carreiras e disse:

- Vai puliça, cheira também que é pra tu ficar doidona!

Balancei a cabeça numa negativa tímida.

- Eu não gosto, eu nunca cheirei isso... por favor!

Ai o negro explodiu:

Eu não tou te oferecendo, sua puta! Eu tou te mandando cheirar essa merda, e anda logo antes que eu te faça comer esse saco todo! Tá pensando o que, hem? E me imitou: - Eu nunca cherei isso... vê se pode? Daqui a pouco vai até dizer que não conhece o pó! – E se virando pra o outro: - Cuida disso, porra!

Depois da cheirada que eles deram eu notei que o volume tinha crescido assustadoramente nas suas calças, a ereção se fazia bem mais visível agora e aquela situação inusitada só contribuía pra aumentar o grau de excitação, inclusive em mim, que começava novamente a me molhar, ainda mais agora, quase sendo obrigada a cheirar cocaína, uma coisa totalmente nova pra mim, era uma viagem ao desconhecido e aquilo trazia consigo uma carga grande de excitação, sem falar nos dois paus duros ali na minha frente.

O moreno chegou por trás de mim e sem procurar disfarçar encostou a caceta na regada da minha bunda, embora estivesse de calça eu senti toda a dureza dele e me abraçando pela barriga com a outra mão me fez inclinar pra frente em direção as duas fileiras que me esperavam sobre a mesa, com minha cabeça presa não tive escolha e embora hesitante cheirei a primeira carreirinha, tossi um pouco sufocada e cheirei a segunda, foi como se uma bomba explodisse dentro da minha cabeça, comecei a ficar tonta e uma dormência foi me tomando, senti a mão na minha cabeça afrouxar a pressão mas voltou a apertar quando ele viu que ainda tinha sobrado um pouco, desencostou de mim, levou o mão pra trás e passou o dedo na minha xoxota, molhando bem, como estava inclinada pra frente, ele não teve dificuldade nenhuma e passando o dedo sobre a droga que tinha ficado sobre a mesa o melou e puxando meu cabelo meteu o dedo na minha boca e esfregou na minha língua e gengivas, senti um formigamento tomar minha boca e enquanto isso ele se apertava desavergonhadamente em minha bunda novamente, me impedindo qualquer movimento de reação.

Fiquei por longos momentos naquele incómoda posição, e só aos poucos ele foi me levantando enquanto a mão, que estava em minha barriga, subia pelo corpo e chegava aos meus peitos, onde ficou acariciando, apertando de leve os bicos, as popas da minha bunda, agora em posição normal apertavam a cabeça do cacete que embora forrado pela calça se encontrava bem duro e na porta do meu cu, aquilo somado à dose de droga que eu tinha sido obrigada a tomar tava me dando um tesão, que nem meu medo de morrer controlava. Mas, com esforço me controlei e nada fiz que pudesse provocar motivo pra que me torturassem novamente, ele se afastou um pouco de mim e mexeu na calça, quando voltou a se encostar, trazia na mão a caceta, agora sem a proteção da roupa e a colocou entre minhas coxas bem rente as popas da bunda, me pegou pelos quadris e me levantou um pouco do chão, tirando parcialmente meu apoio e me fazendo arrebitar a bunda pra trás, senti que ia me comer assim e esbocei uma reação débil, mas que só serviu pra me fazer abrir um pouco mais as coxas, enquanto ele se encostava de vez em mim, por sorte a cabeça da pica deslizou entre meus molhados lábios vaginais e apareceu rubra junto aos meus aparados pentelhos, errando por pouco a entrada da minha xoxota, somente devido a uma contração que fiz na hora certa.

Embora eu estivesse com um tesão que me dominava por inteira, não queria ser currada por aqueles marginais, preferia escolher eu mesma o cara pra quem eu abriria as pernas , ai sim de uma forma despudorada e nunca antes vivida, mas tinha consciência que aquilo tudo era só um sonho bom, a realidade era bem outra e estava ali à minha frente pra ser vivida por mim com toda a sua crueza, sem subterfúgios, iria, quisesse ou não ser estuprada por aqueles dois traficantes, que eu tinha a missão de prender e que por um capricho do destino, tinham me prendido. O negro só olhava e ria de uma maneira condescendente, como se estivesse se divertindo com a tentativa mal sucedida que o moreno fizera.

- Por favor, não faz isso comigo... Me mata logo, mas não me estupra! – Pedi agoniada pressentindo o que estava por vir.

- Então a vagabunda quer mesmo morrer? – Perguntou o negro! – E se a gente te comesse de tudo quanto é jeito e depois te matasse, não seria melhor? Pelo menos tu morria satisfeita de ter gozado um bocado! Morria mais leve...

- Não moço! – Implorei. Mesmo sabendo que não adiantava nada as minhas súplicas.

- Ah! Então não, hem! Prefere então levar uma bala e bater as botas sem dar umas gozadas... Sendo assim acho que vou satisfazer a tua última vontade, mas é uma pena porque tu parece que tem uma quantidade bem grande de gozo guardada dentro dessa buceta e desse cuzinho, pelo menos quando chupei o gosto até que era bom! Não comparado as neginhas aqui do morro, mas era bom! – E dizendo isso levou a mão à cintura, puxou a pistola que eu identifiquei na hora como uma Browning e manobrou com o ruído característico, colocando uma bala na câmara, fechei os olhos pra não ver o que iria acontecer mas, mesmo assim, ainda tive tempo de ver o olho negro da arma procurando a minha cabeça, enquanto tudo isso acontecia o moreno não parava de se mexer fazendo deslizar a pica da minha bunda passando pela porta da minha buceta que estava toda melada e aparecendo a cabeça lá na frente, eu estava praticamente montada nela, e como era grossa!

Aqueles segundos pareceram uma eternidade, nunca o tempo demorou tanto a passar, quando eu pensei ouvir o tiro que poria fim a minha vida ,ouvi o moreno falar bem alto:

- Espera cara, não faz isso! Olha que eu estou aqui atrás, não mata ela ainda. Isso podemos fazer na hora que quisermos, e olha que ela não tem escolha mesmo, faz o que a gente quiser e pronto.

Abri os olhos e o olho negro da arma estava apontada pra minha testa, sem o menor tremor da mão que a segurava e por cima da arma os olhos desapiedados, frios, despidos de qualquer sentimento humano, olhos de quem está acostumado a matar com frieza, como se aquilo fosse igual a uma outra coisa qualquer. Ele franziu a testa e pareceu sair do transe que a minha quase morte o tinha lançado, hesitou um pouco e devagar foi baixando a arma, eu comecei novamente a respirar e a viver, tinha morrido nesses poucos segundos e agora ressuscitava, jamais tinha estado tão perto do fim da vida, como naqueles instantes. Ele baixou a cabeça e disse devagar:

- Verdade, essa puta faz o que a gente quiser que ela faça, por bem ou por mal, na porrada. Então pra que acabar logo com a diversão?

Senti o moreno relaxar nas minhas costas, as mãos que seguravam meus quadris tinham se crispado, mas agora voltavam a descer por minhas coxas, lentamente, e a pica na qual eu estava montada se recolheu até as popas da minha bunda e voltou a deslizar pela porta na xoxota, reaparecendo junto ao meu grelo. Apoiei as mãos na mesa pra ter mais equilíbrio e fechei de novo os olhos, sentindo o sangue correr nas minhas veias com um gosto diferente, com sabor da vida. O negro tinha se abaixado um pouco e agora fazia outra carreirinha de pó, cheirou, é verdade que o perigo só aumentava com eles drogados, mais eu não podia fazer nada quanto a isso, o máximo que faria era evitar provocá-los, pra não viver outra situação como a que tinha vivido há poucos segundos atrás por, isso me dispus a seguir a maré dos acontecimentos pra salvar a vida a qualquer custo. Afinal,não estava em condições de exigir nem impor nada.

O moreno foi me puxando de costas em direção à cama sem se desgrudar de mim e ao chegar junto dela fez com que eu apoiasse as mãos no colchão, ficando bem inclinada, me abriu as pernas com seus pés, senti que ele se posicionava de forma a poder tirar a sua roupa, a bomba relógio que tinha no meu ventre tinha sido ativada pela cheirada da coca e agora estava prestes a explodir, eu sentia uma excitação sem limites, apesar da minha situação delicada, vivia cada uma das partes, distinta uma da outra, estava já desejando ser possuída de todas as formas e fosse por quem fosse, mas não fiz nada que denunciasse meu grau de excitação, senti a cabeça da pica se encaixar bem no buraquinho da entrada da minha xoxota e ele me segurar firme nos quadris, forçou um pouco e minhas bandinhas se abriram um pouco, mas ele parou e ficou só alisando minha bunda com as mãos, devagar, mas com firmeza, querendo me transmitir o poder que tinha sobre mim.

Virei um pouco o rosto e vi o outro na mesma posição anterior, com a cabeça abaixada e as mãos que ainda seguravam a pistola, sobre o tampo da mesa, parece que meditava se tinha agido certo em me poupar momentaneamente a vida, estava alheio, desligado do que se passava à sua volta, enquanto o outro se aproveitava pra tentar me penetrar, mesmo assim eu notava uma certa indecisão, como se estivesse esperando alguma ordem ou consentimento. Mas, como nada era dito, ele demonstrava querer continuar e eu com um misto de medo e tesão somente esperava, quieta, mas desejando que ele socasse logo aquela pica em mim, pois o meu baixo ventre parecia que ia explodir de desejo de ser comida, pouco a pouco ele forçava e eu sentia que a cabeça da pica me abria mais, então, ele recuava, avançava de novo e me penetrava mais um pouco e tornava a voltar, a cada vez um pouquinho mais avançava pra dentro de mim, mas era tão pouco que a glande nunca saltava pra dentro de verdade.

Era bem grossa, isso eu sentia devido à dificuldade em entrar a cabeça, e o tamanho também não era pequena pois antes quando ainda encostada na mesa sentia que ela aparecia na frente, eu a queria e ao mesmo tempo tinha medo, sentia a cabeça macia alargando pouco a pouco a entrada da minha xoxota e ao mesmo tempo tão dura que me fazia temer o momento em que saltaria pra dentro de mim, mas o desejo era maior que o medo e pouco a pouco fui me soltando e demonstrando que queria que ele enterrasse tudo aquilo em mim, dava pequenas mexidas com a bunda e me jogava vagarosamente contra pica como se apenas estivesse me ajeitando melhor, mas queria mesmo era que ele metesse logo.

Aquela tortura agora deliciosa continuou por um tempo até que eu não suportei e intensifiquei meus movimentos não aguentando esconder mais o que queria, mas ele me segurava ainda firme e não metia, como se estivesse esperando o consentimento do outro, que continuava lá na mesa. Numa dessas vezes em que ele vinha de encontro a mim me joguei contra ele e senti como se estivesse sendo rasgada ao meio, uma dor bem forte me dominou, mas aquela chapeleta imensa tinha saltado pra dentro de mim e agora se encontrava agasalhada no interior na minha bucetinha, que jamais seria a mesma depois daquela metida, também quem mandou em me jogar contra a pica?

No socavão abafado ouviu-se a exclamação abafada de Pezão e meu – “Aaaaaiiiiiiiiii” angustiado de dor ao sentir que aquela cabeçorra tinha pulado pra dento da minha delicada xoxotinha, não me mexi mais e ele também parou esperando a reação do negro que ainda estava na mesa, como não veio, ele alisou minha bunda com as duas mãos, abriu minha popas, passou o dedo na portinha do meu cu e segurando meus quadris fez que ia tirar o que já tinha entrado, apertei a xoxota, se saísse sei que iria doer pra entrar de novo e já que tava dentro, que lá ficasse, ele entendeu e me segurando deslizou uma das mãos por minhas costas chegando ao ombro onde segurou, então começou a se mexer lentamente, procurando meter mais um pouco, senti a cabeça deslizar mais pra dentro me abrindo a buceta, gemi abafado, a mão do ombro fez força pra baixo e encostei a cabeça no colchão, agora estava de pernas abertas, com a bunda lá no alto e a cabeça bem baixa, em exposição total, o medo ainda me dominava mas a excitação era maior e a brutalidade anterior tinha dado lugar a sensualidade.

Ele procurava meter devagar, como se gozasse cada milímetro que entrava, se deliciando com a penetração e com meus movimentos que agora procurava escapar da vara que me penetrava, estava querendo e ao mesmo tempo o medo que me dominava me fazia querer escapar, como estava impossibilitada, o jeito era ficar quieta e, como disse o negro antes, tentar comprar minha vida com meu desempenho, pensando nisso comecei a gemer baixinho e a tentar rebolar os quadris, a dor era forte pois a cabeça da pica avançava pouco a pouco, a cada socada entrando mais e me abrindo por inteira, por outro lado, a excitação crescia e meus líquidos agora escorriam, me lubrificando e molhando a parte da pica que já tinha entrado, facilitando a penetração que se fazia a cada momento mais profunda e gostosa, não adiantava eu me negar.

Me perguntava se ia caber tudo aquilo dentro de mim, e meu receio era esse, a cabeça avançava e senti que tinha passado do meio pois começou a engrossar de novo, a pele da entrada da minha buceta estava dilatada ao máximo e fazia um anel apertado em torno da pica, dificultando a entrada de mais, ele tirava uma parte e recolocava de novo e a cada nova investida, mais um pedacinho sumia, mas, sempre acompanhado de meus gemidos. Aquele vai e vem bem lento foi me deixando mais à vontade, senti que ele não queria me maltratar, apenas me fuder gostoso, gozar o momento e a oportunidade e, eu também com a excitação que estava, não ia deixar por menos, resolvi que mesmo que morresse depois, agora eu ia ser fêmea, uma fêmea ardente, sequiosa de sexo, louca pra gozar e fazer gozar, com um furor incontrolável, iria botar pra fora toda a vontade de trepar que me consumia o corpo e fazia meu ventre ter contorções, iria me esbaldar naquela pica que apesar da dor da metida estava me levando à loucura e me fazendo sentir o que nenhuma outra me fizera até então. Iria ser mulher, me deixar levar por desejos momentâneos que me completassem, iria dar vazão ao

que de mais promíscuo existisse em mim, sem me importar se fosse depois viver pra poder recordar de tudo ou morrer e ver tudo acabar num túnel escuro. Não ia poder falar jamais daquilo com ninguém mesmo. Seria o meu segredo sepulcral, mas que agora ia me deixar levar pra terras de gozos nunca antes visitadas, isso eu ia. Quando dei por mim, vi um corpo atlético, negro, se aproximar, segurar meus ombros, me levantar da cama, sentar-se bem na minha frente e nesse momento meus olhos se abriram desmesuradamente... a pica que tinha diante dos meus olhos era linda, grande, mas sem ser descomunal, mas grossa, com a cabeça preta sobressaindo do restante com corpo, também negro, ovos pequenos, e dura, bem dura, apontada pra cima, bem pra minha boca. Meus braços estavam apoiados nas suas coxas e por isso meu rosto bem junto àquela cabeça que esperava ansiosa, já com uma gotinha na ponta. Ele não precisou fazer nem dizer nada, eu entendi tudo e não me fiz de rogada, baixei a boca, pois já babava de desejo e coloquei tudo o que pude lá dentro, bem dentro... E comecei a chupar! Mas nem eu mesma sabia que gostava tanto de mamar uma caceta, e como mamei!

Enquanto eu chupava, senti que a pica na minha xoxota se aprofundava na penetração, o moreno ao se sentir liberado com a atitude do negro, se soltou de vez e meteu tudo o que podia... e não é que entrou tudo? Ele metia e tirava numa cadência lenta, e eu sentia que quando ele tirava a cabeça da pica chegava a ficar metade de fora pra só então saltar novamente pra dentro e se aprofundar até que os ovos se encostasse em mim, tudo isso bem devagar, eu sentia cada milímetro da pica que me invadia devido a sua grossura, me alargava, separava minhas carnes fazendo com que se dilatasse ao máximo, mas como era macia e quando chegava bem lá no fundo ele parava de empurrar, eu apertava a buceta não querendo que ele tirasse mais, que ficasse dentro de mim pra sempre, mas ele puxava de volta pra só então meter novamente, aquelas metidas estava me deixando doida e eu sentia que não demoraria a gozar, mas estando entalada com a caceta do negro na boca não podia dizer o que sentia e só fazia gemer pelo nariz, mesmo assim, sufocada. Ele começou a acelerar nas investidas que eu procurava retribuir mexendo os quadris, com isso a pica escapava de minha boca e eu voltava rapidamente a procurar a cabeça pra abocanhar de novo, o negro então pegou nos meus cabelos e prendeu minha cabeça, fazendo agora ele os movimentos de vai e vem com minha cabeça e enterrando até que não coubesse mais nada, me arrancando lágrimas, me fazendo engasgar por vezes, mas ainda ficando de fora uma boa parte que eu apesar de muito querer e tentar, não conseguia engolir.

Ouvia os suspiros de prazer do moreno, os gemidos do negro bem como vez por outras algumas frases como: “– Chupa puta!” ou “- Vai gostosa... Como chupa bem essa meganha, parece que nasceu com uma pica na boca.” Na verdade não eram frases muito delicadas e nem eu podia esperar por aquilo com aquele tipo de gente e num lugar daqueles, e quando o moreno mais gostoso metia, ouvi o negro dizer:

- Pera ai cara, não goza nessa vagabunda agora não, não mela ela ainda não!

- Pô Cara! Logo agora que eu já tava pertinho, tu embaça? Que onda é essa agora? Vamu gozar, matar a sujeita e abrir o gás!

- Não! A gente não ia poder sair daqui agora mesmo de jeito nenhum, o buraco nesse horário tá alagado, a gente tem que dar um tempo, pelo menos uma hora mais, então pra que matar ela agora? A gente pode ficar se divertindo com ela mais um tempo e eu já tou pensando em deixar ela até pra gente ficar “visitando” quando tiver morando lá na avenida, afinal pense numa puliça que adora pica... é essa! Ai a gente podia vez em quando ir ver ela lá onde ela mora, não era? Rsrsrs!

Aquela frase me deu um novo ânimo, então passava pela cabeça dele me deixar viva, e agora eu sabia que eles estavam pretendendo escapar pelos esgotos que cortam a favela mas logo depois de meio dia tá todo mundo em casa, tomando banho e lavando os pratos do almoço o que faz com que o volume de água aumente muito, mas enquanto aquele diálogo acontecia, os movimentos tinham parados de ambas as partes e o moreno estava todinho socado no fundo da minha xoxota me preenchendo completamente e eu ainda segurava dentro da boca a cabeça da pica do negro que ainda pulsava no pré gozo, enquanto eu apertava os músculos da xota massageando a pica do moreno. Soltei a pica e resolvi entrar na conversa por conta própria:

- Matar polícia dá uma cana brava, e vocês não vão ter mais onde se esconder com a morte de uma policial nos ombros! Lembram do jornalista, pegaram todos. Tá tudo em cana!

- Cala a boca, puta. Teu apito aqui é surdo! – E imediatamente o negão me pegou pelos cabelos e meteu a pica na minha boca enquanto sentia a mão do moreno estalar na minha bunda numa palmada que me fez gemer sufocada, aquilo me fez lembrar que apesar da perfeita junção carnal que estávamos tendo, eu ainda era uma prisioneira.

- Passa pra ca, me deixa comer ela também. - Falou o negro se levantando. – Mas não quero assim... – E me puxou pra cama me colocando deitada. “Então vai ser agora no papai mamãe, pensei”, e olhei pra caceta que estava em riste e que não demoraria a entrar na minha xoxotinha, não que fosse muito grande, devia ter uns vinte centímetros ou um pouco mais, mas que era grossa, isso era, e fiquei um pouco apreensiva, mas como já estava toda dilatada e até querendo fuder mesmo, fosse com quem fosse, aquelas preocupações logo ficaram pra trás. Abri as pernas esperando que ele tomasse posição entre elas, mas ele pegou meus calcanhares e os levantou bem alto, como estava ajoelhado, ficaram na altura do seu rosto. Ele olhou demoradamente pra meus olhos por entre minhas pernas e sem nada dizer começou a lamber meus pés, devagar, com sensualidade, umedecendo a planta dos meus pés, avançando sempre, mas com lentidão, fui ficando cada vez mais molhada com aquela carícia inusitada, jamais esperava por aquilo, aquela língua grossa, áspera, na sola dos meus pés me despertavam sensações que eu jamais havia experimentado, gemi sufocada com a voz entrecortada, e ele prosseguia, subindo cada vez mais em busca dos meus dedos, até que alcançou meu dedão e o colocou dentro da boca sugando devagar... não agüentei e gemi alto!

Mas ele não parou, depois de chupar um pouco passou a língua entre um e o outro dedo, lambendo tão devagar que me exasperava, e foi lambendo entre todos os dedos e chupando cada um, os deixando bem molhados de saliva, eu queria que ele se apressasse logo, mas tudo era muito, muito lento, até que ele chegou ao meu dedinho e se pós a ficar passeando com a língua entre os dois últimos, só depois é que abocanhou o meu dedinho, o mais delicado deles, fui ao céu ou ao inferno, nem eu sei, a única coisa que sei é que jamais sonhei que uma chupada no meu pé me despertasse tanta tesão como a que eu acumulava naquele momento, minha xoxota pulsava, tinha vida própria, não era minha e não estava sujeita a minha vontade, e aquela tortura continuava, e continuava num nunca parar... Não agüentei mais e gemi:

- Me come porra! Me fode logo, caralho!!!! Não agüento mais...!!!!!! – E arreganhei as pernas o mais que pude, lhe oferecendo minha buceta de uma forma totalmente indecorosa, totalmente despudorada.

Ele se posicionou entre minhas coxos sem nada dizer, encostou a cabeçorra da pica na entrada da minha buceta e parou, eu comecei a rebolar tentando fazer com que ele metesse logo, mas nada, ele tava a fim de me torturar ainda mais, só que eu não agüentava mais, queria fuder de qualquer forma e lançando minhas mãos pra frente, peguei ele pela cintura e puxei pra mim, tentando fazer com que metesse logo, me lascasse com aquela caceta, me fizesse sua de uma vez, ele não cedeu nem um pouco, e eu mexia os quadris , e mexia de novo... – Vem! Vem logo... – Pedi. Só então ele se inclinou sobre mim, colou sua boca na minha boca que estava sequiosa, chupou minha língua de leve e me penetrou lenta e profundamente.... Meteu tudo... até o fim!

Aquela metida me fez delirar, sentia que era penetrada, que a pica me invadia por inteira, que me preenchia até que não coubesse mais nada dentro da minha xoxota, mais eu ainda queria mais, queria tudo, um tremor estranho me dominou toda, começando dos joelhos, pareciam que tinha virado mingau, se derretiam e o tremor chegou ao meu peito me tirando o fôlego e me tapando a respiração, ao mesmo tempo aquela língua endiabrada que me invadia a boca, dominava a minha se enroscando nela me despertava sensações que só agora eu sabia que ainda não tinha vivido, tremores convulsos me assaltaram e sem sentir, comecei a tremer toda, a cabeça da caceta chegou ao mais fundo de mim e se agasalhou na entrada do meu útero, mas eu ainda queria que ele metesse mais, era uma fome estranha de sentir que o tinha consumido todo, que ele estava todinho agasalhado dentro de mim, que era todo meu! Ele começou a se retirar, senti que saia e contraí minha pélvis tentando impedir, eu o queria lá dentro ainda, aconchegado dentro de mim, quase grito que não me deixasse, mas minha língua estava bem ocupada chupando a dele e lhe dando o melhor dos meus beijos, o até então sempre sonhado e nunca dado a ninguém, ele saiu todo e ficou só com a pontinha da cabeça da pica encostada na entrada da minha xoxota, que latejava, pedindo que ele se metesse lá de novo, e ele veio... macio, suave e de uma lentidão exasperante, tão lento que me torturava, mas se foi até que chegou ao fundo novamente.

Não resisti mais e me abri totalmente, suspirei fundo e abri as coxas o mais que pude pra que ele entrasse sem cerimônias o mais profundo que pudesse e sem que sentisse meus calcanhares se apoiaram nas suas nádegas e o puxaram ainda mais pra mim, agora ele estava inteiramente colado a mim, meus peitos estavam esmagados no peito largo e negro dele, estava tendo uma prova de como os negros são excelentes de cama e ótimos pra trepar. Tirou de novo e voltou a meter, aumentou um pouco o ritmo mas ainda era lento me fazendo sentir cada milímetro da pica que invadia minha xoxota sempre sequiosa por mais.

Minhas mãos o abraçava sem que eu tivesse noção disso e ele também estava entregue àquela copula que se tornava mágica, nossos suores se misturavam, e fazia com que escorregássemos um sobre o outro no ardor dos movimentos, nossos cheiros se confundiam e espalhava pelo ar da sala o odor almiscarado, característico de foda, de suor com desodorante, de homem querendo fuder e de xoxota molhada, recebendo pica. Os tremores que me dominavam se intensificaram e sem se anunciar uma onda de prazer me tomou, os espasmos foram se intensificando e se espalhando pelo corpo, e a ponta da minha língua gelou, meus olhos se vidraram e ondas de luzes explodiram na minha cabeça, eu queria parar com aquilo e não podia, era uma onda atrás da outra num nunca acabar, não me contive e me senti gritando:

- Vai porra, me come, me fode.... caralho!!!!!! Mete tudo em mimmmm!!!! Me rasgaaa, vaiiii!!! Soca tudooo!!!! Vai que tou gozandooooo!!!! Meteeeee!!!!

Ele grunhiu alguma coisa que não entendi e respirou fundo junto da minha orelha, aquilo me fez voar ainda mais alto, mas pelo menos dessa vez me atendeu e aumentou a velocidade das metidas, agora era um ir e vir que não acabava mais, ora metia todinha até o pé, e eu sentia os ovos esmagados na minha bunda, ora metia só a cabeça e voltava a tirar pra meter de novo e nesses momentos eu ficava ansiando pra que metesse toda, a cada metida mais o gozo se intensificava, não sabia se era o estresse da minha situação ou a cheirada da coca que me fazia gozar descontroladamente, só sabia que antes de um gozo acabar lá vinha o outro ainda mais forte, e mais outro e outro e outro. Eu jamais tinha imaginado que um dia iria gozar daquele forma ou que fosse multiorgasmica, e agora fazia essa descoberta no pior momento da minha vida, ou seria o melhor? Não sabia que momento era e nem me importava com aquilo agora, mesmo porque ali não estava mais algoz e prisioneira, policio ou traficante, mocinha ou bandido, estavam ali somente um homem e uma mulher sedentos de sexo e que davam o melhor de si pra satisfazer o companheiro. Aquele momento era mágico e despudoradamente me entreguei a ele. Senti que as mãos dele me seguravam por baixo dos joelhos os levantando e ouvi quando ordenou ao moreno:

- Segura os pés dela bem no alto.

Como tinha um espaço entre a cabeceira da cama e a parede ele se posicionou ali e vi dois braços musculosos se estenderem e pegar meus pés, puxando-os pra cima em direção a minha cabeça mas com minhas pernas bem esticadas e abertas e balançando sobre minha cabeça, a pica grande e dura do moreno que tudo via e não perdia a excitação, o negro agora estava sobre mim, com a pica toda enterrada na minha xoxota que ainda latejava do último gozo, começou novamente a meter e tirar, só que dessa vez nada dele encostava em mim, só a pica que entreva e saia, ritmicamente, mas com força, com vigor, me fazendo sentir dominada, o gozo não se fez esperar e voltou em choques cada vez mais fortes, eu me agarrava aos seus braços desesperada pra mais, senti que gritava, mas não sabia o que. Estava fora de mim e sabia disso, mas não podia me controlar, os gozos, muitos, foram tomando conta de mim, até que senti que tudo explodia na minha cabeça, a vista escureceu de vez... E a calmaria tomou conta de mim!

Fui voltando a ter consciência do que se passava ao meu redor com uma frescura que se espalhava por minha cabeça e rosto, tinham me molhado um pouco, eles estavam junto da mesa, os dois em pé e ainda nus, conversando baixinho, as picas a meia bomba faziam um arco, como não tinham gozado sua ereção era ainda bem visível, o moreno encheu um copo com água e caminhou em minha direção, estiquei o braço pra receber mas ele parando junto à cama esticou a cintura pra frente fazendo com que sua caceta se aproximasse do meu rosto numa ordem imediatamente compreendida, agora, assim de bem perto dava pra ver bem. Era um monumento de pica embora no momento não estivesse em toda a sua pujança, a cabeça bem exposta continuava num bem arredondado pau que engrossava um pouco mais quando se encaixava ao corpo, grande, passava dos vinte centímetros, eu estava pelo menos por hora muito bem servida, as veias grossas marcavam seu caminho pela pele morena e lisa, os ovos dentro do saco bem pequeno, e, como eu estava sentada na cama a pica estava bem próximo do meu rosto, fiquei alternando o olhar entre ela e o rosto dele pra ver o que ele queria mesmo, então ele trouxe o copo com água bem pra perto do meu rosto e quando fiz menção de pegar, meteu a cabeça da pica dentro d’água e ficou me olhando, o outro lá de longe, riu alto da invenção e se recostou na mesa pra apreciar melhor.

Ele deixou a cabeça da pica lá dentro por um tempinho, ela começou a amolecer mais ainda e só então ele retirou e fez um gesto com a cabeça me indicando que chupasse. Eu estava com sede mas resolvi obedecer, peguei a caceta meio mole, puxei o prepúcio um pouco pra trás e lentamente, com gosto e prazer comecei a passar a língua de leve na cabeça, coloquei na boca e dei uma chupadinha, mas minha boca estava seca e não houve reação, olhei pra ele e pedi:

- Me dá a água, preciso salivar!

Ele me deu o copo onde a pica tinha estado mergulhada, mesmo assim bebi devagar, não podia me dar ao luxo de recusar, saboreando com prazer aquela aguinha fria que descia tão gostosa, como é bom uma água fria quando estamos com bem sede! Coloquei o copo debaixo da cama e voltei a chupada, abocanhei até a metade de novo, agora com a boca fria pela água a pica logo começou a apresentar reação, senti que endurecia e se esticava pra dentro da minha boca em direção à garganta, quis tirar um pedaço mas ele segurou minha cabeça, não deixando. Minha língua ia e vinha pelo corpo da pica pois a cabeça estava já nas minha amígdalas, meus olhos estavam cheios de d’água sem que eu pudesse evitar e começava ater uma ligeira sufocação, agora já sentia as primeiras ânsias de vomito, enfim ele soltou minha cabeça e pude respirar novamente, mas não deixou que ficasse muito tempo sem a boca cheia e me empurrou novamente a cabeçorra pela boca adentro, lambi gostoso procurando transmitir a maior sensação possível, pra mim se ele gozasse logo me deixaria em paz, mesmo que gozasse na minha boca, o que só tinha acontecido uma vez há muito tempo atrás, agora parecia que tinha sido há séculos. Não consegui ficar com esse pensamento na cabeça por muito tempo, aquela pica ali, era muito mais pica e muito mais deliciosa que aquela outra... sem comparação, eles podiam até serem bandidos, mas que sabiam tratar uma mulher e que tinham umas “senhoras” picas... isso tinham!

A pica agora bem dura, era acariciada por minha língua e eu demonstrava o quanto era quente, não me importava mais com minha situação de presa, era só fêmea, e mandei ver me deliciando o quanto pude. Ela começou a pulsar dentro na minha boca e sabia que estava se iniciando o pré gozo, me preparei pra receber as esguichadas na garganta, abandonei pro um instante a cabeça que era mamada e desci com a boca em direção ao pezinho, de tão dura estava apontada pra cima, nem precisei pegar pra levantar, respirei quente nos ovos, passei a língua pelo saca e abrindo a boca coloque um deles lá dentro, chupei de leve e notei que ele arrepiava todo, soltei e passei ao outro dando o mesmo tratamento, voltei a caceta e subi dando pequenas mordidinhas até abocanhar novamente a chapeleta. Ela começou novamente a ter vida própria, a tremer e pulsar, ele estava agarrado nos meus cabelos na altura das minhas orelhas e minhas mãos estavam segurando suas nádegas e segurando firme, estávamos pois, atracados. Ele começou a soltar um caldinho meio salgado que fazia a minha língua deslizar ainda mais, ia gozar, não tinha jeito. Mas de repente ele afastou minha cabeça e tirou a pica da minha boca, gemendo:

- Puta merda, que chupada... Para. senão eu gozo, e não quero gozar ainda... E nem aqui. Tou querendo arrombar teu cuzinho... A bunda é linda, vamos ver é se o cu presta!

Tremi na base, nunca tinha dado a bunda antes, e agora ia ter que dar na raça, querendo ou não, mesmo assim tentei negociar:

- Não faz isso comigo não, goza na minha xoxota, eu te dou ela. Mas na minha bunda não, eu nunca dei pra ninguém. Ou então eu te chupo até tu gozar na minha boca... e olha, eu ainda engulo tudo, prometo!

- E tu pode lá negociar com ninguém? A gente faz o que quer contigo, deixa de ser besta! E eu quero é comer o teu cu, por isso deixa de onda, viu?

- Eu sei, eu sei! E ao tou negociando, tou pedindo, implorando! Por favor moço, esquece minha bunda! Eu faço tudo o que tu quiser, menos dar minha bunda.

- Esquecer como? É só olhar pra tu que os olhos da gente vão logo pra teu rabo! Vamos vira! – ordenou. – Fica de quatro na cama!

- Ô moço, faz isso não, por favor! – Implorei apavorada.

- Vamos meu, tenho a tarde toda não, daqui a pouco é hora da gente sumir pelo ralo, hehehehe! Vira logo, vai.

E me empurrou a cabeça pra trás, me pegou pelos ombros e me ajudou a ficar de quatro na beirada da cama com a bunda bem alta e virada pra ele.

- Abaixa a cabeça e encosta no colchão, se levantar vai se dar mal, viu?

Estava apavorada, tinham tanto antes me pedido a bunda e eu negando, me fazendo de gostosa, devia ter dado, pelo menos seria comida com bem carinho, devagar, passando Ky e tudo mais, agora ia ter que dar na raça e no duro e logo pra quem? Pra quem eu jamais escolheria por vontade própria pra fazer nada daquilo, sem contar que ainda poderia no final de tudo perder além do selo do cu, a vida. Senti ele se aproximar, suas mãos pegaram minhas nádegas e puxaram mais pra trás, assim eu tava toda arreganhada, a cabeça da pica encostou no meu grelo e subiu um pouco ficando entre os grandes lábios da minha xoxota, não tinha jeito eu me molhei toda de novo, apesar do perigo eu estava supre excitada, ele pegou a pica com a mão e ficou passando do meu grelo para a entrada da xota e quando chegava lá fazia que ia empurrar, encaixava e ...voltava!

- Mete, mete um pouco... Mete que tá gostoso! – Gemi, pedindo numa das vezes, tentava fazer com que ele me penetrando, esquecesse do meu rabo. Só que não deu certo. Ele até atendeu meu pedido, meteu tudo de uma vez, não com violência, mas com firmeza, até o talo, senti a cabeça da pica encostar no fundo da buceta e os ovos se esmagarem no meu pinguelo, gemi abafado e dei uma mexida pra mostrar que tava querendo, apertei a caceta com o xoxota, ele deu uma pausa lá dentro e voltou a tirar, tirou tudo, devagar, deixou só a cabeça dentro como se planejasse meter de novo, mas não o fez. Tirou ela também.

- Tira não, mete que tá gostoso, mete! – Pedi. E no fundo tava não era só gostoso, tava ótimo, que pica tinha aquele moreno e como sabia usar ela numa mulher!

Com a pica molhada com meu suco vaginal encostou a cabeçorra bem na entrada do meu cu e forçou um pouco, dei um gritinho de susto, pensei que ele fosse meter de uma vez, ele parou com meu grito, ai ouvi o negro dizer ainda lá da mesa:

- Pera ai cara, tenha calma. Foi você que comeu a buceta dela, agora eu que quero comer o cu primeiro.

- Porra meu! Eu já tou com a bala na agulha e te vem botar gosto ruim? Que onda é essa? Não tou é aguentando mais, vou meter nesse cuzinho, parece que é bem apertado, tá piscando que é uma glória! E se tu meter aqui vai arrombar ela toda com essa grossura toda, não vai mais prestar pra nada depois!

- Pera cara, já disse... o cu é meu! Meto devagar e depois ainda fica legal. Que porra de grossa coisa nenhuma. Fica frio ai e não mete nada, come a xoxota se quiser, mas até que tá me passando uma coisa legal pela cachola, vamos comer os dois, o que tu acha? Já tá chegando a hora de zarpar mesmo e não podemos ficar aqui de bobeira mais muito tempo.

- É, como não tem jeito... É tu que manda!

E sentou-se ao meu lado na cama onde eu ainda permanecia de quatro e em exposição total.

Me pegou pelos cabelos e me fez ajoelhar entre suas pernas, a cabeça da pica roçou minha boca e sem pensar muito abocanhei e comecei a “dar um trato”, chupava com prazer e gosto, eu tinha despertado novamente pra o sexo e não me fazia de rogada, descia a boca por toda a extensão até os ovos e subia fazendo a língua deslizar devagar, lambendo, saboreando, pra só depois abocanhar a cabeça e engolir até onde dava, sentia a sua dureza na língua e a lubrificação na boca. Minha xoxota latejava querendo mais, e sem pensar, deixando somente que o instinto me guiasse, coloquei as mãos em seu peito e fui empurrando, fazendo com que se deitasse atravessado na cama, subi e fiquei ajoelhada em cima dele com as mãos no seu peito e as pernas ao lado da sua barriga, me inclinei um pouco e meu peito roçou sua boca que faminta logo abocanhou o biquinho duro.

Agora não mais existia prisioneira, eu tinha me libertado dessa condição de subalterna obediente e exercia nesse momento a posição de mando. Ia agora mostrar a ele quem realmente mandava e como se supliciava de verdade, a sua caceta dura estava sobre sua barriga e nela encaixei as lábios da xoxota, bem devagar, deslizei sobre ela pra frente até que senti a cabeça na entrada da buceta, bem no buraquinho quente e molhado, voltei a posição inicial, espremendo meu grelo em cima dela até os ovos, fiquei nesse ir e vir por um tempo e ele com os olhos semicerrados gemia baixinho, eu mexia só a parte de baixo do corpo pois o bico do peito ainda estava na sua boca sendo suavemente chupado. Depois, me levantei um pouco e com a mão coloquei a pica em pé e a passei pra parte de trás de mim, ela se alojou na regada da minha bunda, me inclinei pra que ela roçasse na minha racha e fizesse pressão, com esse movimento ela ficou presa me permitindo deslizar pra cima até que ela se encaixasse na xoxota e quando eu descia ela deslizava entre minha nádegas até aparecer em cima.

Não me dei por achada e não desperdicei movimentos, devagar mas com firmeza, subia e descia por toda a extensão da pica, deixava que a cabeça encostasse na entrada da buceta e tirava, pra recomeçar tudo de novo até que ocorresse nova encaixada e eu tornasse novamente a tirar, sem permitir que entrasse nem um pedacinho, queria que ele sentisse o calor que vinha dela e sentisse como estava molhada. Eu queria muito deixar aquela pica cavalar entrar em mim até o talo, que me rasgasse até que eu sentisse que tava toda bem lá dentro e que não cabia mais nada, que me fizesse gritar de dor e gozo, mas a custo me continha e não deixava que nada disso acontecesse, não por enquanto. Queria ouvir ele gemer, pedir, suplicar pra que eu deixasse que ele entrasse em mim, e não demorou pra que seus gemidos baixos ganhassem volume e ele me mandasse sentar na caceta, só que agora quem mandava era eu e ele tinha que saber disso, então falei baixinho, sussurrando bem no seu ouvido:

- Pede, pede como um bom menino que te dou o doce! Mas só se pedir como eu quero. – E dei uma risadinha, deslizando mais uma vez pra cima e pra baixo só que dessa vez quando a cabeça da pica passou no meu cu, dei uma apertadinha pra que ele sentisse minha tesão.

- Vai, vai, senta logo na caceta. Deixa entrar! – Pediu.

Mas eu ainda não tava contente e subindo o cor

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