NAMORADINHA

Por: ipsilon-epta-1 08/07/2026 486473 leituras
Capa do conto
Após a primeira relação, transar com o Marcos começou a ser frequente.  No começo, praticamente, ele vinha todo dia querendo mais.  Nos primeiros dias, eu estava com o cuzinho dolorido e o jeito era punhetar e chupar ele.  Mas ele queria meter.  Eu também queria dar de novo. Apesar da dor, gostei de sentir aquele pau duro entrando e saindo de mim.   Passado quase uma semana, senti que dava pra levar a pica dele de  novo.  O cuzinho tava pedindo.  Como de costume, ele ia passar em casa pra gozar em mim.  Resolvi esperar ele com uma calcinha e camisola que peguei de minha mãe.  Também passei um batom.  Eu sempre deixava a porta aberta e ele entrava.  Quando chegou e me viu, seus olhos brilharam.  Olhei pra ele e disse: "hj vai ter tudo". Veio pra cima de mim igual um tarado.  Já queria meter.  Me virou de costas e abaixou a calcinha.  Pegou o pote de margarina igual da primeira vez e veio lubrificar meu cuzinho.  Meteu o dedo em mim. Levantou, tirou a pica pra fora e veio. Era inexperiente e afobado.  Queria meter e gozar. E assim foi.  Com o tempo, a afobação foi diminuindo e a gente conseguia fazer mais gostoso.  Ele deixava eu chupar ele primeiro.  Fomos tentando outras posições.  A gente via as revistinhas de sexo pra se inspirar.   Comecei a sentar.  Uma delícia.  Entrava tudo e eu ficava subindo e descendo.  Rebolava e gemia.  As trepadas foram melhorando.  O auge foi quando comecei a engolir o leitinho dele.  Amei aquilo.   Engolia toda vez.  Como tinha de ser, comecei a ter curiosidade por experimentar outros. Mas o medo me segurou.   Não queria ter fama. E assim, por quase dois anos, fomos amadurecendo nosso sexo e namoramos em sigilo.   Até que mudanças inesperadas transformaram nossas vidas.  Mas isso é uma outra história que conto pra vcs depois. Bjos e boquetes meus lindos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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