Nanda

Por: abel-machado-305 09/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Olá. Faz tempo que não descrevo minhas experiências. Sim, experiências, pois meus contos são todos fatos. Quero narrar uma história da qual gostei muito. Conheci a Nanda (Fernanda) no bate papo da UOL. Trocamos contato do WhatsApp e começamos a nos comunicar. Falávamos de tudo, principalmente sexo. Marquei um encontro rápido com ela para nos conhecermos. Perto da casa dela, na rua. Ela disse que iria de saia jeans e regatinha e que era loira e eu estaria fardado. Na hora é local marcado, eu estava fardado, mas na minha moto, avistei uma loura, bem jovem, linda com a descrição que ela havia dado. Parei ao lado dela e já disse um oi admirado com o que via. A elogiei, mas ela disse que tinha de continuar pous estava pertinho de casa e era casada. Isso foi um balde de água fria, disse tchau e fui embora, pensando que tudo tinha ido por água abaixo. De volta ao quartel, peguei o celular e havia uma mensagem dela. Ela dizia que havia me adorado e perguntou se podíamos nos ver na manhã seguinte. Respondi a mensagem dela e fomos organizando nosso encontro. Marcamos de nos encontrar numa estradinha e ir a um motel. Cheguei no local às 9 horas como combinado e não tinha ninguém. Parei e esperei um pouquinho. Veio alguém de moto e parou do meu lado, abriu a viseira e vi seu lindo rosto e uma voz suave dizia: vamos. Já liguei a moto e fui seguindo. Ela vestia uma calça de ginástica e eu já estava de pau duro. Chegamos no motel cada um em uma moto, ela pediu a suíte, eu não conhecia o lugar. Paramos as motos, descemos e fechamos o portão. Fui cumprimentá-la m, dei um abraço e um selinho. Isso já me deixou todo arrepiado de tesão. Entramos e já fui logo tirando a roupa. Ela pediu um minuto, foi no banheiro, tomou uma banho rapidinho e voltou soltando os cabelos, vestindo soutien e uma calcinha de renda amarelinha minúscula, parecia andar em câmera lenta. Eu já deitado na cama só de sunga ela chega e senta no meu colo. Seu perfume era maravilhoso. Ela me beijou deliciosamente. Desceu passando a língua pelos meus mamilos e foi me chupar. Que boca deliciosa. Que cena, ver aquela loura linda me chutando, com aquela bundinha arrebitada e um fio amarelo socado entre as nádegas, fiquei louco. Puxei ela, dei lhe um beijão e a coloquei meio que sentada na cabeceira da cama, tirei seu soutien, e vi um par de seios magníficos, pele branquinha e auréola rosadinha, biquinhos pequeninos e durinhos. Mamei gostoso, amo seios. Desci até sua bucetinha, ainda de calcinha. Beijei, chorei, me deliciei mesmo por cima da calcinha, puxei aquele pedacinho dw renda para o lado e vi a mais linda bucetinha (até hoje) rosadinha, lábios grandes que quando passei a língua e eles abriram expuseram um grelinho pontudo e durinho que chupei até ela se contorcer. O gosto da sua bucetinha era como mel, e me deixava com vontade de morder de tão bom. Ergui suas pernas e vi seu cuzinho, também rosadinho, não resisti e tive dar nele umas boas linguadas.
Ela já havia gozado no oral e continuava gemendo, e se contorcendo. Posicionei ela meio que de quatro, mas com as mãos na cabeceira, e fiquei atrás ela empinou sua bundinha e pediu pra eu meter. Acho que nunca coloquei uma camisinha tão rapido.cProntamente a atendi. Nossa, ela metia muito gostoso. muito gostoso. Gemia e falava sacanagem, quando ela disse que iria gozar eu não aguentei e gozei junto. Ficamos ali deitados por uns minutos, suados e satisfeitos. Ela me contou um pouquinho da sua vida. Já recuperados eu comecei a beijar seus ombros e costas, desci ao bumbum e passei a língua no seu rabinho. Ela me falou: eu sei o que você quer, eu também quero, mas hoje eu não posso, fica pra próxima. Tomamos um banho e fomos embora.
Na próxima, conto um pouco mais da vida da Nanda, e dos nossos encontros.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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