Não aguentei.....ainda 2 ( a missão)

Por: amanda-340 • 10/07/2026 • 488433 leituras
Capa do conto
Olá, fazendo uma segunda parte do conto com meu amigo da rola grossa vou relatar como foi desta vez.
Depois daquele dia na casa dele, ficamos muito tempo sem nos falar e um dia recebi a foto de um outro amigo com ele, na hora já me deu vontade de puxar papo com ele, mas apenas coloquei um coraçãozinho, não deu 10 minutos e recebi um zap dele, era tudo que eu queria, conversamos bastante e logicamente muita sacanagem, acabamos marcando de nos rever, mas desta vez na minha casa perto de Itapecerica da serra num condomínio. Fomos trocando mensagens e sacanagens e conseguimos uma tarde pro encontro.
Ele chegou, guardou o carro na garagem e logo entramos em casa, fomos nos agarrando e nos beijando, sentou-se no sofá e fui pro colo dele, para nos beijarmos mais e trocarmos carícias, me levantei, fiquei peladinho e fui em direção ao banheiro, chamando-o, nem liguei o chuveiro e ele já estava pelado perto de mim, foi me abraçando por trás e já senti aquela rola dura e quente encostando na minha bundinha, peguei o sabonete, me virei e enquanto nos beijavamos no chuveiro ligado, ia passando sabonete pelo seu corpo, ficamos muito tempo assim, fui baixando, lambendo e mordiscando seu corpo enquanto ele metia a língua na minha orelha, até eu baixar, ajoelhar engolir aquela tora, brinquei bastante com a língua, colocava tudo dentro da boca e tirava, até ele começar a foder minha boca, eu precisava tirar pra respirar e não engasgar, lambia e colocava novamente ele fodia mais um pouco com mais força, fizemos isso várias vezes, ele se excitava cada vez mais,
me puxou pelo cabelo pra levantar, me beijou e me virou, começou a dar pinceladas no meu cuzinho, me amassando, me fazia apoiar na parede, arrebitava minha bundinha forçava na portinha e nada, eu já havia deixado gel no banheiro, mas com água não ajudou muito, desligou o chuveiro e falou vamos pra sala, eu nem queria, mas obedeci rapidamente, rs...
Assim que nos secamos um pouco ele começou a passar muito lubrificante nele e me deu um pouco, me virou e me posicionou de 4 apoiado no sofá, ficou forçando a entrada, escapava, lubrificava novamente, demoramos muito nestas tentativas e cada vez ele se excitava mais e mais....até o momento que percebi que quando começou a penetração empurrou sem dó, a dor foi muito grande ( dor que senti na minha primeira vez, quando perdi o cabacinho onde tive que aguentar passivamente), fui pra frente rapidamente pra me livrar dele, doeu e ardeu muito, sai rapidamente de baixo dele e comecei a andar um pouco pra aliviar a dor e ardência, entendi porque se usa o termo “ queimar a rosca”, esperamos um pouco lambuzamos novamente, voltamos a posição e começou novamente os movimentos, e pedi para ir lentamente quando começou a penetração, desta vez apesar da dor ele me penetrou e foi atolando tudo lentamente, a dor era muito grande, pedi para ficarmos parados na posição um pouco pra acostumar ( assim como foi na minha primeira vez , desta vez a iniciativa foi minha), ele começou lentamente a fazer os movimentos, fazia questão de colocar tudo até encostar seu corpo no meu segurando minhas ancas, para evitar que eu escapasse e me dominasse cada vez mais, mas a pressão era tanta que ele começou a socar, a dor era insuportável, fiz o movimento contrário para escapar novamente, demos um tempinho, tomamos água, nos abraçamos e beijamos, me perguntou se eu queria mais, disse que sim, só precisava respirar um pouquinho, expliquei que era pra fazer um vai e vem lentamente, ele se deitou e pediu pra eu cavalgar, lubrificamos, tentei bastante mas não consegui nos conectar e encaixar, voltamos a posição anterior, agora com várias almofadas embaixo de mim, o que me fez ficar totalmente exposto e vulnerável com a bundinha arrebitada se oferecendo pra ele, sabia que estava totalmente exposto e vulnerável a ele, com muito gel e paciência, aos poucos foi me penetrando, fechei os olhos e ele começou lentamente, não poderia perder a oportunidade, comecei a rebolar pro macho, ele ficou parado segurando meu quadril, mas não por muito tempo começou a aceler, acelerar, .... mordi a almofada, olhos fechados e braços soltos, socou muito, ficava batendo a cabeça no sofá, sentia muita dor, estava totalmente dominado e passivo, queria receber a carga e pela pressão e movimentos percebi que estava prestes a acontecer, foi quando ele começou a gemer mais alto, parou de repente e se apoiou em mim.
Ficamos conectados virei o rosto e recebi uma linguada na boca, uma mistura de prazer e agradecimento. Assim que nos desconectamos, nos beijamos bem gostoso, fui pro banho, ele foi tomar água e entrou também, lavei delicadamente sua rola é falei pra ele avisar se incomodasse pela sensibilidade, lavei direitinho e meti a boca delicadamente, como agradecimento pelo prazer proporcionado.
Voltamos a sala, sentei no colo dele, ficamos conversando, beijando e nos acariciando. Colocamos as roupas, nos despedimos, ele pegou o carro foi embora, eu precisava voltar a São Paulo, difícil foi andar 40 minutos de moto, todo ardido.

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