Não há cessedidade de criar situações

Por: julia-205 • 13/07/2026 • 68325 leituras
Capa do conto
Não há necessidade de criar situações, por si só o inesperado acontece.
Um final de semana nestas pousadas de associações foi perfeito. Sendo rápido e objetivo, estávamos na piscina da associação, em especial havia quatro jovens, Lia notou que eles a observavam, então ela deu inicio no joguinho de exibição e sedução, dentro da piscina ou fora dela, ela dava um jeito de os bicos de seus seios aparecerem.
Como já sei da história, puxo conversa com eles, vou criando um quebra gelo, logo estamos na cerveja conversando, convido um deles para jogar bilhar ao lado na cobertura, Lia na piscina se exibe mais um pouco em seguida vem para onde estou, é claro que os outros três logo chegam, sugiro um torneio, e Lia joga de parceria com um deles. Tempo depois ela vai para o chalé, um tempinho depois sugiro para pegamos umas latinhas e irmos ao chalé. Ela esta no banho porta aberta, falo ajudem ela dois entram no box apertado, mal cabe eles e começam a passar sabonete no corpo dela principalmente entre as pernas. Os outros dois, ficam de fora passando as mãos no corpo dela e também. Um mais afoito dentro do box, começa a beijar o pescoço dele e logo estão em beijo de língua, ele sai com ela do box para o espaço como sabem é sala/cozinha/quarto, coloca ela sentada na mesinha e começa a chupar a boceta e ai já estamos todos em volta. É passada de mão, pau na boca, um dos jovens esta acanhado, medo, bom o pau fica meia bomba o tempo todo, mesmo assim ele passa a mão de vez em quando, o que esta chupando a buceta coloca seu pau dentro dela, outro em sua boca e outro em sua mão. O que esta na buceta goza dentro e continua socando dando para ver a porra saíndo e grudada no pau dele. O que ela esta na mão pelo fato dela esta mais abaixo goza em sua mão, escorrendo pelo braço. O que estava na boca goza na boca dela, escorrendo pelo canto, muita porra mesmo. O outro jovem, ainda meia bomba só olhando e as vezes passando a mão, eu na gostosa punheta despejei no cabelo e rosto dela. Não paramos por ai, foram dois dias, nem vou relatar senão vira um livro.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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