- O que foi Cibele?...
- Xixi! Xixi!...
Ajudei-a a chegar no banheiro e vendo que ela estava mais dormindo do que acordada, segurando-a com um braço desci sua calcinha e a fiz sentar no vaso.
- Pronto, pode fazer o seu xixi!...
Esperei ela terminar de fazer xixi, pra levantá-la e novamente segurando-a pela cintura peguei um pedaço de papel higiênico e passei na sua xoxota... Involuntariamente fui ficando de pau duro antes de puxar sua calcinha pro lugar. Amparei-a até seu quarto, fazendo-a deitar e ela tentando abrir os olhos pra me olhar e sussurrando:
- Não vai não... Fica aqui comigo!...
- Tá bom!...
Fiquei sentado do seu lado fazendo carinho nas suas belas coxas até vê-la começar a ressonar indicando que estava dormindo. Já ia sair quando resolvi puxar sua calcinha pro lado e olhar novamente sua xoxota... Sabia que eu estava agindo como um cafajeste, mas tanto tempo sem dar uma trepada e tendo visto sua xoxota lá não banheiro acabei não resistindo. Passando a mão, abri sua buceta com os dedos pra olhar aquela maravilha de carne rosada. Olhei pro seu rosto e notei que mesmo ela dormindo parecia sorrir começando a ficar com sua xoxota molhadinha.
- Tá acordada filha, tá?...
Como ela só resmungava resolvi ir mais longe. Arriei meu short, e de pau duro comecei a tocar uma punheta com a mão esquerda e com a direita voltei a passar os dedos entre seus lábios vaginais. Fui ficando com tanto tesão pela minha filha que num ato descontrolado, tirei sua calcinha e fui chegando com meu pau até encostar na sua buceta. Minha intensão era só dar algumas esfregadas, mas a tentação foi tão grande que enfiei um pouco olhando pro rosto dela que novamente começou a resmungar como se estivesse gemendo baixinho. Com mais da metade do meu pau dentro da sua buceta, parei.
- Filha, tá tudo bem?...
Ela parecendo querer abrir os olhos sem conseguir.
- Aaaahhhnnnmnm! Aaaahhhmmmm! Táááá paaaaiiiiii!!!!
Fiquei bombando por alguns minutos, e quando senti que ia gozar tirei meu pau aparando minha porra com meu short. Coloquei a calcinha no lugar e sai do quarto. No dia seguinte novamente ela chegou atrasada na loja, e me dando um beijo falou baixinho.
- Nossa pai, tive um sonho muito estranho essa noite!...
Só consegui dar um sorriso meio amarelo, e ela também sorrindo.
- Será que foi sonho mesmo pai?...
Foi minha vez de falar também baixinho.
- Depois a gente conversa, ok?
E o dia transcorreu normal até o fim do expediente, quando fechamos a loja e voltamos pra casa. No caminho ela me perguntou:
- Você tem alguma coisa pra me falar, pai?
- Sobre o quê filha?
- Sobre o meu sonho de ontem a noite!
- Ok; você pode me contar seu sonho?
- Tenho vergonha; pois pareceu ter sido muito real.
- E você achou ruim?
- Não, lógico que não... Só que eu estava meio desacordada, não foi?
- É filha; você estava muito sonolenta.
Não falamos mais nada, e assim que chegamos em casa ela foi pra cozinha preparar um lanche e eu fui tomar meu banho. No banho, pensando na noite anterior e na nossa conversa antes de chegarmos em casa fui ficando excitado, quando ela bateu na porta.
- Pode abrir pai?...
- Tem certeza filha?
- Tenho!...
Mesmo com o corpo molhado, sai do box e fui abrir a porta peladão. Cibele foi logo olhando pro meu pau duro e sorrindo:
- O lanche já está pronto!...
Fui lhe abraçando.
- Então toma o seu banho que eu te espero pra lancharmos juntos.
- Tá bom pai... Vou esperar você terminar seu banho.
Fui pegando a toalha e começando a me enxugar... Meu pau continuava duro.
- Já terminei, tem vergonha de tirar a roupa na minha frente?
- Lógico né pai!...
Fui desabotoando sua blusa.
- Posso te ajudar, quer?...
- Não sei!...
A blusa abriu e fui logo descendo o bojo do sutiã deixando seus peitos livres. Mas quando fui pra tentar abrir sua calça, ele segurou minha mão.
- Não pai, não!...
- Está com medo?...
- Um pouco!...
Segurei seu rosto dando-lhe um leve beijo nos lábios.
- Tudo bem filha... Só vai acontecer se você quiser, ok?
Passei a mão nas minhas roupas e sai do banheiro ainda de pau duro. Me vesti e minutos depois já recomposto fui pra cozinha. Estava ajeitando a mesa quando Cibele apareceu enrolada em uma toalha.
- Vou me vestir e já volto, tá bom?...
- Vem cá filha, vem!...
Ela chegou perto, dei-lhe um abraço e ela claramente me ofereceu sua boca. Dei-lhe um beijo mais demorado e segurando a toalha fui tirando. Ela toda sem jeito cobriu os seios com o braço e colocando uma das mãos sobre a xoxota. Me afastei e olhando-a de cima em baixo.
- Deixa eu ver tudo filha, deixa!...
Primeiro ela tirou os braços de sobre os seios, pra em seguida tirar a mão de sobre a xoxota.
- Estou com vergonha pai!...
Abracei-a novamente e dando mais beijos na boca.
- Nada de vergonha comigo, combinado?
- Tá bom pai... tá bom!...
Reclinei chupando seus peitos alternadamente, e ela soltando um gemido.
- Huuuuummmmmmn pai! Huuuummmmmmm!...
Levei a mão na sua buceta sentindo que ela estava bastante molhada.
- Quer ir ficar um pouco na cama?...
- Não sei pai... Não sei!...
Peguei-a no colo e fui levando-a até meu quarto colocando-a sobre a cama. Me livrei da bermuda e da cueca rapidamente, subindo na cama e indo lhe beijar, chupar seus peitinhos e colocar meu dedo na sua buceta. Quando comecei a mexer com meu dedo dentro, ela começou a se debater.
- Eu quero pai, eu quero! Vem pai, vem!...
Entrei no meio das suas pernas e fui logo colocando meu pau e empurrando.
- Oooooh pai, oooohhhhhh! Ennnnnnfia! Ennnnnfia tudo pai!...
Fui ficando tão tarado que comecei a socar com bastante força, fazendo minha filha se debater e continuar gemendo alto. E quando ela nitidamente começou a ter um orgasmo, acelerei as socadas pra em seguida tirar meu pau e gozar gostoso bem na portinha da sua buceta. Cibele levantou indo até o banheiro e depois indo pro seu quarto. No dia seguinte, estava na cozinha quando ela apareceu toda sorridente trajando apenas uma calcinha. Me deu um beijo da boca passando a me ajudar a terminar de preparar o café... Notei que ela nem tomou o remédio pra insônia naquela noite. Trabalhamos normalmente, e quando chegamos após as 18 horas em casa foi a vez dela ir tomar banho primeiro. Minutos depois ao passar em frente ao banheiro notei a porta aberta e fui entrando vendo a silhueta; pelo vidro do Box, da minha linda filha pelada debaixo do chuveiro.
- Estou aqui, ok?...
Ela abrindo o box.
- Quer entrar aqui comigo pai?
Fiquei pelado rapidamente e entrei com ela me abraçando e novamente oferecendo sua boca pra beijá-la. Cibele grudada na minha boca, levou a mão no meu pau que rapidamente ficou duríssimo... Ela movimentando a mão no meu pau, me olhou sorrindo.
- Posso dar um beijo nele, pai?
- Claro que pode... Você pode fazer o que quiser!...
Ela foi se ajoelhando e após dar vários beijos na cabeça do meu pau, deu algumas lambidas pra em seguida colocá-lo na boca e começar a dar uma incrível mamada. Fiquei um pouco chocado com aquela atitude da minha filha de chupar minha piroca, mas começou a ficar tão gostoso que segurei sua cabeça.
- Chuuuupa mais filha, chuuuupa o papai!
Minutos depois comecei a gozar, mesmo assim ela continuou chupando e engolindo toda minha porra. Depois ela levantando e lavando a boca com a água do chuveiro, olhou pra mim sorrindo.
- Gostou paizinho?...
- Adorei filha... Agora vamos lá pro quarto que também quero chupar sua bucetinha, tá bom?
- É mesmo pai? Nossa, vou adorar!...
Nos enxugamos rapidamente e fomos pro meu quarto onda ela foi deitando e arregalando as pernas.
- Vem pai, vem chupar minha buceta, vem!....
Devia fazer mais de 30 anos que eu não chupava uma buceta, mas assim que coloquei a língua fui sentindo aquele gostinho salgadinho e quente do seu líquido vaginal que passei a lamber e chupar até ela começar a se contorcer.
- Aaaaah! Aaaaaah! Tô gozando pai, tô gozannnnndo!!!!
Fizemos nosso lanche da noite, assistimos um pouco de TV abraçadinhos, e Cibele me dando um beijo.
- Vamos pra cama pai!...
Novamente pelados na cama entre beijos, abraços, chupadas nos peitos e ela fazendo mais um rápido boquete no meu pau, subiu e foi sentando no meu pau começando a cavalgar como uma verdadeira putinha... Depois de alguns minutos dela socando sua buceta no meu pau.
- Cuidado filha; quando eu falar, você sai pra eu não gozar dentro!
- Tá bom paizinho! Aaaahhhh! Aaaaahhhh! Voooouuuuu gooooozarrrrr!!!!
Ela saiu de cima e foi logo ficando de quatro.
- Poe na minha bunda paizinho... Vem gozar dentro de mim!...
Na realidade eu já tinha olhado várias vezes pra aquele cuzinho e sentindo vontade de comer; mas tinha medo dela negar. Mas como era ela mesma quem estava pedindo, fui logo forçando meu pau e ela rebolando pra ajudar a entrar.
- Vai! Vaaaiiiii! Quero sentir seu pau todo dentro de mim! Ooooohhhhh! Ooooohhhhh!
Entrou bem apertado, mas assim que encostei meu corpo da sua bunda, ela rebolando mais ainda.
- Mete com força paizinho, não precisa ter medo que eu aguento!
Passei a meter como se fosse um animal sem controle, e mesmo sendo do seu cu ela começou a gritar que ia gozar novamente... Minha virilha batia com força na sua bunda.
- Então goza filha, goza que o papai também vai gozar!!!!
Passei a dar tapinhas na sua bunda sem parar de meter, até ela esticar o pescoço.
- Tô gozando! Tô gooooozannnnndo!...
Também fui gozando e sentindo meus jatos de porra sendo expelidos a cada socada que eu dava. Já passa mais de um ano que Cibele dorme comigo e nem pensa ainda em arrumar um namorado.