- Não precisa usar sutiã Beth... Você tem os seios bem firmes.
Eu com o vestido já acima do meu bumbum, só faltava passar meus braços pelas mangas... Ele mesmo destravou o sutiã e por trás de mim ficou olhando no espelho me ajeitar pra ele puxar e fechar o zíper desde o meu bumbum até em cima. Ele me abraçando por trás e me dando um beijinho no rosto.
- Esse ficou muito bem em você... Seu corpo valoriza muito este vestido.
Mesmo assim, vesti os outros dois e meu pai ficou o tempo todo junto comigo dentro do provador... E sorriu me vendo até só de calcinha.
Na sexta-feira a noite entrei linda e maravilhosa de braços dados com meu pai no clube. Fui recebida com carinho por todos os alunos e até muitos fizeram questão de me apresentar pros seus familiares. Sentamos numa mesa junto com os pais de um colega, e acabou que ele dançou algumas músicas comigo... Seus pais sabiam que eu era um travesti e mesmo assim incentivaram o filho a dançar comigo... No meio do salão, Rafael disse que tinha certeza que muitos estavam com inveja dele, e que ele estava louco pra me dar um beijo na boca... Sussurrei:
- Não faça isso Rafael... Seus pais estão olhando.
Sempre aos sussurros e bem juntinhos, Rafael me disse que ia me ligar no dia seguinte pra combinarmos alguma coisa.
Meu pai foi o que mais dançou comigo e foi o que mais me apertou.
- Caramba Beth; a quanto tempo não danço assim tão juntinho.
Nos braços do meu pai me senti uma mulher por inteira, e num determinado momento ele ficou com o rosto tão perto do meu que achei até que ele ia me dar um beijo ali no meio do salão. Passava de uma hora da madrugada quando resolvemos irmos embora... Desde a garagem do prédio meu pai foi andando comigo me abraçando, e dentro do elevador.
- Vamos dançar mais um pouco antes de dormir?
Achei um convite muito estranho e fiquei olhando pra ele sem entender. Novamente ele me abraçou de frente e com o rosto bem próximo do meu.
- Foi muito gostoso dançar com você filha... Você me fez sentir algo que a muito tempo eu não sentia.
- O quê pai?
A porta do elevador abriu e saímos caminhando pro nosso apartamento. Entramos, e ele foi direto ligar o aparelho de som que já tinha um CD de músicas românticas. Tirei só os sapatos e deixei meu pai me segurar pela cintura e iniciar um leve e lendo bailado. Antes mesmo de terminar a primeira música meu pai já estava me apertando contra seu corpo e com o rosto colado no meu.
- Você é uma pessoa maravilhosa Beth... Eu te amo muito.
Sentindo algo duro roçando na minha coxa, meu coração começou a bater mais forte.
- Eu também te amo muito, pai.
Sem pararmos de dançar, veio o primeiro beijo de leve na minha boca... Eu sorrindo.
- Que isso pai???
Ele parando e segurando meu queixo.
- Não consigo resistir seus lábios... São tão carnudos.
Voltamos a dançar, e sem imaginar até onde iríamos permaneci com meu rosto olhando meio abobalhada pro meu pai que me juntou num abraço e me beijou forte na boca enquanto sua mão ia descendo o zíper atrás do vestido. Deixei a parte de cima do vestido sair dos meus braços e ficar caído na minha cintura... Com meus peitos de fora, meu pai voltou a me beijar e a apalpar um dos meus peitos.
- Não pai... Não podemos!
- Porque não?
Me puxou até o sofá e sentando foi terminando de tirar meu vestido... Quando ele segurou a calcinha minhas pernas tremiam que achei até não conseguir ficar de pé... Ele olhando pro meu minísculo pênis que só tinha utilidade pra fazer xixi.
- Vira a bundinha, vira!
Virei e ele apalpando.
- Nooooosssa... Como é linda!
Ele levantando, me abraçando por trás e dando beijinhos no meu pescoço.
- Vai lá pro seu quarto e fica assim sem roupa me esperando; tá bom?
Obedeci, e logo ele entrou só de cueca segurando um pote na mão... Antes de subir na cama ele tirou a cueca e pude ver seu pau duro pela primeira vez... Muito maior do que o último garoto que me comeu. E novamente.
- Vira a bundinha pro papai; vira!
Virei ficando de quatro sobre a cama, e ele após passar aquele tipo gel no meu ânus e lambuzar a cabeça do seu pinto veio me segurando por trás... Nunca poderia imaginar que sentir o cacetão do meu próprio pai no rabo ia ser tão gostoso... Ele empurrando cada vez mais fundo.
- Que cuzinho delicioso Beth... Tão apertadinho.
Eu gemia e rebolava ao mesmo tempo pra sentir melhor aquela vara que logo começou a ser socada com vontade dentro da minha bundinha. Foi simplesmente maravilhoso sentir todo pau do meu pai enfiado no meu rabo e parado soltando todo seu gozo.
Fomos juntos pro banheiro, e após um bom banho fomos pro seu quarto. Deitei na cama de casal e meu pai passou a mamar nos meus peitinhos e também a beijar muito minha boca... Pouco mais de uma hora depois meu pai estava novamente socando seu pau bem gostoso na minha bundinha e minutos depois gozando muito dentro do meu rabinho. Acordei tarde, fui ao banheiro e ao chegar na cozinha já encontrei a mesa do café arrumada notando que meu pai já tinha feito seu lanche. Após meu café, fui até o quarto do meu pai e o encontrei deitado com a TV ligada e ainda só de cueca. Deitei do seu lado e ele me puxando foi beijando minha boca... Instante depois, ele pegou minha mão e foi me fazendo enfiá-la pra dentro da sua cueca... Encontrei seu pau e segurando-o fui sentindo ir ficando cada vez mais duro enquanto ele continuava beijando minha boca.
- Tira a cueca do papai, tira!
Segurei a cueca, e logo que puxei um pouco seu pau duro ficou apontando pro teto.
- Dá um beijinho nele, dá!
Beijei, lambi, e meu instinto me fez enfiar aquela coisa grossa dentro da minha boca.
- Puta-que-pariu Beth... Isso mesmo; chupa o papai, chupa!
Chupei bastante, passei a língua daquela cabeça roliça e quando voltei e engolir novamente senti o primeiro jato de porra indo parar lá no fundo da minha garganta... Já ia parar, quando meu pai segurando minha cabeça.
- Não para; não para! Continua chupando; continua!
Tive que continuar e cada jato que eu recebia dentro da boca ia engolindo... Mesmo com minha boca ainda suja, ele me puxou pra me beijar.
- Caralho filha... Isso foi bom demais.
Logo depois do almoço, como Rafael tinha me falado, ligou me convidando pra ir ao cinema com ele... Pedi pra esperar no telefone e fui falar com meu pai que ficou feliz por saber que eu ia sair com um rapaz. Meu pai me levou e me buscou no shopping. Ainda no carro ele quis saber o que aconteceu comigo e com o Rafael no escurinho do cinema.
- Hahahahaha... Só beijinhos na boca.
- Só????? Mais nada?
Não querendo contar que ele tinha enfiado a mão por baixo da minha blusa e apalpado meus peitinhos enquanto me beijava, pedi se tinha sua permissão de receber o Rafael no dia seguinte em casa.
- Claro que pode filha... Prometo que vou deixar vocês dois bem a vontade.
Chegamos em casa e meu pai veio novamente me fazendo um pedido estranho.
- Coloca só uma calcinha que vou ficar te esperando lá no meu quarto.
Já cheguei encontrando ele deitado pelado e me pegando foi me beijando muito e mamando nos meus peitos... Colocou-me de bruços e tirando minha calcinha passou a beijar minhas nádegas abrindo-as e passando a ponta da língua no meu buraquinho.
- Hummmm... Adoro esse seu cuzinho... Que pena que não vai ser só meu.
Senti que meu pai estava tendo ciúmes do Rafael... Fui ficando de quatro.
- Pode deixar pai; com o Rafael só vou deixar se ele usar camisinha... Só você que vou deixar sem usar nada.
Dei novamente gostoso pro meu pai. Rafael foi meu primeiro namorado sério e passou a morar comigo na minha casa durante 2 anos. Atualmente tenho 27 anos e sou proprietária de uma grande loja de roupas femininas; finas e caras... E tenho meu homem que mora comigo a mais de seis anos.