Entre uma parada e outra as pessoas iam se multiplicando, e àquele momento já não havia mais espaço para se mover sem ter que empurrar alguém!
Desculpa!
Uma voz surgiu junto do esbarrão que levei.
Tudo bem.
Respondi automática e indiferentemente.
O ônibus seguia e o cara do esbarrão continuava ali, colado. "Lotação estranha para aquele horário", pensei… balança pra lá, empurra pra cá…
Desculpa!
Era a mesma voz outra vez. E mas dessa vez se justificou: " - Fico todo o tempo esbarrando em você com essa lotação, e esse motorista não tá facilitando com toda essa velocidade!"
Tudo bem, não se preocupar com isso. É o normal do "Grande Circular"!
Falei tentando ser simpático.
Ainda havia um bom caminho até o terminal e o trânsito, o congestionamento, os semáforos, em nada estavam facilitando.
Mais balanço, mais empurrão… opa! Tem algo diferente aqui! Seria má impressão minha ou o cara das repetidas desculpas estava excitado e roçando o pau na lateral posterior da minha coxa esquerda? "Não! Talvez fosse algo que ele carregasse no bolso. Eu e essa minha mania de ver sexo em tudo!" Pensei… mas depois da terceira vez deu pra sentir que aquilo era mesmo um pau muito duro que estava pressionando a parte de trás da minha coxa, bem perto da minha nádega! E não era por causa da lotação, do balanço ou dos empurrões... Mas tudo bem. Resolvi fingir que não estava percebendo, mas havia um pequeno problema nesta história: eu estava gostando e nisso eu também fiquei excitado de tanto sentir aquele pau duro roçando em mim.
A quarta e a quinta roçadas aconteceram. A quinta veio acompanhada da voz sussurrada ao pé do ouvido.
Tá gostando?
Disse a voz quase imperceptivelmente de tão discreto que o rapaz foi.
Tô!
Respondi no mesmo tom. Foi quando senti uma mão tocar no volume da minha calça e apertar meu pênis ereto.
Gostoso!
Sussurrou a voz novamente.
Dito isso o rapaz colou em mim, na minha lateral, me encoxando e apertando aquele pau duro na minha perna e a cada freio, curva ou outro movimento mais brusco, ele pinava e roçava o pau em direção a minha bunda com mais vigor.
O meu pau pulsava, e eu tenho certeza que aquela senhora que estava sentada na poltrona de frente onde eu estava de pé sentiu, uma ou duas vezes, o meu pau duro pulsando contra o seu ombro quando os movimentos foram mais bruscos e eu, inevitavelmente, tive que encostar nela. Porém, a senhora pareceu não se importar com estes incidentes, visto que nada disse ou reclamou.
Discretamente, desci a mão e segurei no pau do rapaz por cima da calça. Era uma bela rola!
Grossa e grande, aquele cacete era um verdadeiro colosso! Tive vontade de ficar segurando aquilo e não mais soltar. Estava duro, pulsando, quente… eu queria chupar aquele cacete urgentemente! Sentir aquilo inteiro pulsando dentro da minha boca, forçando a minha garganta…
Cuidado!
A voz me alertou.
As pessoas podem perceber.
Concluiu.
Imagino que não fui tão discreto quanto ele foi ao me tocar.
Alguns quarteirões antes do terminal da Parangaba o ônibus foi vagando e algumas poltronas foram desocupadas, inclusive a da senhora em que eu encostei em seu ombro.
Mal a mulher levantou do assento e eu o ocupei. Estava com uma ereção plena naquele momento, e com o ônibus ficando vago iria se tornar perceptível o meu estado, então eu sentei mediante uma necessidade! Já o rapaz, este ficou de pé encostando o pau no meu ombro a cada movimento do ônibus ou aproveitando toda vez que alguém precisou passar por ele em direção a porta dianteira. Chegamos enfim!
Eu desço aqui.
Falei pro rapaz.
Vamo pro banheiro.
Ele sugeriu.
Essa hora é tranquilo.
Disse o rapaz.
Descemos e ele seguiu em direção ao banheiro e eu, a distância, o segui na mesma direção.
Quando entrei ele estava numa das portinholas que resguardam o vaso sanitário. Fez um sinal para eu ir até lá e eu fui.
Ele já estava com o pau fora da calça, todo babado e vibrando de tesão.
Bota pra fora, vai!
Ele pediu pra eu fazer o mesmo. Eu fiz. O meu pau estava na mesma situação do dele: duro, pulsando, babando…
Ele segurou no meu pau e ajoelhou e começou a me chupar. Me engolia todo e apertava a minha bunda, forçando o meu pau ir mais fundo na sua garganta.
Ele me chupou por quase dois minutos e depois disse: " - Sua vez!"
Agachei e mamei gostoso pra caralho naquele pau! Tentei engolir tudo, mas não consegui. Tava muito gostoso chupar aquela rola grossa. Era grande, acho que uns ou vinte ou mais centímetros de pica grossa. "Como é que todo cara magro tem um cacete gigante?" Imaginava.
Eu tentava engolir aquele caralho enorme, forçando contra a minha garganta quando o rapaz sacou o pau pra fora e gozou um tanto anormal de porra no vaso sanitário. Ele esguichou fartamente uma quatro ou cinco a vezes abundantemente!
Vendo aquilo eu intensifiquei a minha punheta e gozei em seguida rapidinho, contudo muito intenso, jorrando meu leite contra o chão daquele banheiro fedido.
Nos recompomos e, tentando ser o mais discreto possível, deixamos o cubículo do sanitário um a um, fingindo normalidade.
Naquela noite fui pra casa sem conseguir para de lembrar naquele pau pulsando na minha boca e babando… tomei um demorado banho, mas antes de dormir eu tive que bater uma bronha lembrando de tudo o que rolou naquele banheiro, no terminal da Parangaba.