No banheiro do trabalho

Por: beatriz-44 • 09/07/2026 • 222682 leituras
Capa do conto
Essa aventura foi bem aleatória kkk. Eu na recepção de uma clínica onde eu trabalhava que ficava localizada no térreo de um prédio comercial. Certo dia eu tava cobrindo o horário da noite de uma colaboradora que tinha pedido demissão, estava atendendo uma paciente quando um homem no lado de fora chamou a minha atenção. Ele era moreno claro, alto e magro, cabelo liso e ondulado, vestia uma camiseta verde e uma bermuda bege, falava ao telefone andando de um lado pro outro. Fiquei espiando de canto enquanto finalizava o atendimento, ate que um certo momento ele aperta o pau. "Opa, que apertada gostosa" pensei comigo mesmo. Isso foi o suficiente pra prestar mais atenção ainda.
Ele logo sacou que eu tava de olho, os minutos (ou segundos) foram passando e ele ia e voltava conversando no telefone, eu achei que ele tava numa conversa picante com a mulher dele ou algo do tipo, ele virou e deu outra apertada no pau, dessa vez mais demorada, um arrepio subiu pela minha esquina, subi o olhos e vi que ele me encarava, deu um sorriso de canto e uma piscada, eu logo deu um sorriso tambem, respirei fundo e voltei a minha atenção para a cliente. Ele ficou nisso por mais um tempo, sozinho no corredor ele apertava o pau por cima da bermuda, me mostrando o contorno da peça dele que ja me dava água na boca, subia a camiseta discretamente e me olhava com safadeza nos olhos. Eu sem reação só sabia olhar e babar. Ele então entra e pergunta que horas fecharia a clínica, respondo e ficamos nos encarado trocando informações sobre o funcionamento que nem prestavamos atenção. Finalmente finalizo o atendimento com a moça, ela se senta e eu consigo voltar toda a atenção pra aquele gostoso exibido. Ele lá de fora exibia o pau duro por debaixo da bermuda e fazia sinal para eu ir até ele. Eu digo pra ele esperar um pouco e entrei numa sala atrás da recepção e pedi para o meu colega ficar de olho pra mim pq eu precisava ir ao banheiro. Me recompuz e saí. No final do corredor ficava o banheiro do prédio. Ele tava na metade do caminho, encostado na parede fingindo estar no telefone, passei por ele e discretamente esbarrei a minha mão no seu pau e me dirigi ao banheiro. Uns 2 minutos depois ele aparece, vamos pra uma cabine e sem perder tempo ele ja saca aquele pau grosso pra fora. Devia ter uns 18cm, grosso e cabeçudo, cor de jambo. Dou a minha vida nesse boquete, deixo bem babado e vou sugando tudo, lambo a cabeça bem devagar e vou abocanhando bem devagar até forçar contra o fundo da minha garganta, passo minha lingua por toda aquela extensão deliciosa, afundava o meu nariz em seus pelos, ele era todo cheiroso. Ele gemia baixo e acariciava o meu rosto ao mesmo tempo que espiava pra ver se não entrava alguém no banheiro. Eu subia pra ele beijar o meu pescoço e apertar a minha bunda, sinto ele abaixar a minha calça e direcionar a mão em direção ao meu cu. Ele ficar brincando um pouco na minha entradinha enquanto eu batia uma punheta pra ele, eu me viro e empino a bunda pra ele. Ele coloca o pau na entrada e fica sarrando enquanto elogiava a minha bunda em sussurros no meu ouvido. Me ajoelho de novo pra mamar ele mais um pouco, o seu pau era muito babão, me acabei demais.
Até que ele manda eu punhetar ele enquanto eu mamava, fui firme. Chupava ele e punhetava ao mesmo tempo, indo rápido e voltando devagar e alternando. Ele segurou firma a minha cabeça e começou a foder a minha boca, eu me engasgava com a sua rola mas aguentava firme pois sabia o que estava pra vim. Não demorou ate eu sentir o pau dele contrair e os jatos de leite fresco atingirem o fundo da minha garganta. Ele gemia baixo e se contorcia, eu engoli cada gota daquele gozo e deixei o pau dele limpinho. Ele acariciava a minha orelha ate me puxar pra cima. Apertou a minha bunda, me chamou de gostoso e foi lavar o pau na pia. Sugeri trocar numero com ele mas ele não quis. Disse que morava perto e tava sempre por perto. Saiu do banheiro e eu fiquei la por mais um tempo assimilando tudo. Aconteceu mais duas vezes, sempre do mesmo jeito, ele passa na frente da clinica pela noite quando o movimento é menor, aperta o pau me chamando e eu, como o boqueteiro que sou vou sem me demorar. Ele é doido pra me comer mas nunca arriscamos pq o banheiro é pequeno e eu morro de medo de alguém notar e eu perder o emprego por conta disso. Tô só esperando ele aparecer de novo que dessa vez eu vou fazer ele trocar telefone pra gente poder marcar de foder.

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