No Chão da Cozinha

Por: matheus-26 • 10/07/2026 • 136343 leituras
Capa do conto
Conheci Lu há muitos anos, mais de 20. Foi ela que me apresentou minha primeira esposa. Porém antes disso éramos peguetes. Eu não queria nada sério ela também não, só que quando nos encontrávamos o resto do mundo não nos importava mais, era fogo! Trepávamos onde desse. Foram várias histórias muito deliciosas, ela era uma tarada e eu nunca neguei fogo e de todas as nossas trepadas, tem uma rapidinha que foi uma delicia e uma loucura total!
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Lu era loira, muito branca, baixinha, gordinha, tetas enormes e uma buceta de mel bem rosinha. Na época tinha 25 anos e eu 22.

Um final de semana me convidou para ir para a casa de sua mãe em Sertãozinho e avisou que seria difícil termos chance de transar, irmãos e irmãs ciumentas e mãe possessiva. Mesmo com esse cenário eu topei. Passamos um sábado incrível com piscina, churrasco, cerveja e caipirinhas a todo vapor. Depois das 18 horas a galerinha resolveu ir até um barzinho na cidade e lá fomos nós. Quando eram quase 21 horas a Lu fala no meu ouvido:

- Estou com a chave da casa da minha irmã e podemos ir lá um pouquinho!

Era a senha para: VAMOS TREPAR.

Peguei o carro e saímos à francesa do bar e seguimos para casa de sua irmã. Ela me falou que ninguém sabia e não poderíamos nem demorar, nem fazer bagunça. Entramos na casa pelos fundos e paramos no primeiro cômodo, a cozinha.

Começamos a nos agarrar ali mesmo. Fui colocando aquelas tetas enormes e provocantes para fora e chupando bem gostoso, ela delirava. Chupei, mamei, apertei e ela foi puxando minha bermuda um pouco para baixo deixando meu pau a mostra. Lu se ajoelhou e começou a fazer aquele boquetão guloso. Chupou as bolas, cabeça e glande, deixando ele muito duro. Deitei ela no chão da cozinha, sobre a passadeira nos pés da pia, e levantei a mini saia, tirei a calcinha de lado e comecei a chupar sua buceta loira e peludinha assim. Ela gemeu dizendo que estava gozando na minha boca e pediu pica. Me livrei da bermuda e nem lembrei de tirar a camiseta. Coloquei pra dentro. Essa era a cena, ela deitada de pernas abertas na passadeira, saia levantada, calcinha de lado e tomando pica, eu por outro lado sem bermuda e ainda vestido com a camiseta. Bombei gostoso e ela novamente gozou gemendo e se contorcendo. Como estava metendo sem capa e ela não tomava remédio, pediu para chupar e gozar na sua boca. Fiquei de pé, ela ajoelhada chupando com grande sucção e velocidade. Não demorou e dei uma gozada deliciosa na sua boca, daquelas que as pernas tremem com força.

Nos recompusemos e voltamos para o bar na maior cara de pau, exalando cheiro de sexo. Observei quando Lu colocou de volta na mesa as chaves da casa de sua irmã, muito discretamente. Com certeza alguém percebeu que demos uma rapidinha, só não imaginam onde foi.

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