Porém um dia destes tive de ficar ate bem mais tarde no escritório e acidentalmente uma colega, a Maria, com quem já nos encontrámos algumas vezes nos copos, também ficou, e como o trabalho se prolongou bastante acabámos por ir jantar juntos para depois continuar.
O jantar foi rápido, mas a conversa aqueceu bem depressa , sem que antes tivessemos tido qualquer avanço de parte a parte, começámos a sentir um tesão brutal. Eu estava cheio de tesão por ela, o que me deixou espantado, pois além de a conhecer há muito, ela é demasiado magra e feioca, a única coisa que tem realmente atrativo são as mamas e, mesmo essas, porque são fabricadas, embora se deva dizer que o cirurgião foi um artista. O que é certo é que quando voltámos ao trabalho entrámos no elevador e, acho que acidentalmente, as nossas mãos tocaram-se e, quando as portas se fecharam, as nossas bocas colaram-se, para só se separarem quando o elevador começou a travar. Entrámos no escritório, onde não estava mais ninguém e, sabendo que não haviam câmaras, começámos a beijar-nos e a apalpar-nos mutuamente. As roupas já começavam a estar em desalinho quando a puxei para uma casa de banho, pois sabíamos que havia rondas pelos andares e nenhum de nós podia ser apanhado, pois o ambos vivemos do emprego.
Na casa de banho abri-lhe a blusa e comecei a mamar naqueles peitos bem feitos, mordiscando os mamilos salientes, tilitando com a língua, enquanto com as mãos lhe tirei a cuequinha fio dental e a masturbei suavemente, fazendo os dedos molhados da sua própria lubrificação, rodar à volta do clitoris. Levantei-lhe a saia e sentando-a na sanita, chupei-a longamente, lambendo-a desde o olho do cú até ao clitoris, dando linguadas fortes ou lambidas super suaves, fazendo-a arrepiar de prazer. Com a ponta da língua dava-lhe pequenos toques no clitoris que lhe provocavam descargas eléctricas de prazer, fazendo-a levantar as ancas e abrir mais as pernas para ficar mais exposta aos meus toques. Continuando a lambê-la, enfiei-lhe primeiro um depois dois e finalmente três dedos na cona, até a sentir arfar de prazer com o primeiro orgasmo. Sem parar de mamar lubrifiquei os meus dedos com saliva e comecei também a cutucar suavemente o olho do cú, sentindo que ela voltava a ficar mais excitada e mais ainda quando lhe comecei a enfiar dedos na cona e no cú ao mesmo tempo, enquanto lhe lambia freneticamente o clitóris. Quando ela parecia estar quase a vir-se novamente, levantei-me e, virando-a para a parede enterrei-me na sua cona de uma só vez, e comecei a bombar com força, fazendo-a ter outro orgasmo quase de imediato. Aproveitei ela ficar bem molinha para a sentar novamente na sanita e dei-lhe o caralho para mamar, o que ela fez com mestria, engolindo-o todo até ao talo ora dando pequenos toque com a lingua ou lambendo suavemente. Lambeu-me as bolas, engolindo-as inteiras com uma deliciosa boca de veludo, lambia dos tomates até à cabeça, arrancando-me suspiros de prazer. O meu tesão estava a mil, sentindo o pau tão duro que quase doía. Deixei-a mamar longamente até recuperar o controlo quase perdido de começar logo a bombar com força, mas voltei a levantá-la, e colocando-lhe um pé sobre a sanita e uma vez mais enterrei-o todo naquela cona molhada, enquanto voltava a enfiar-lhe os dedos molhados de saliva no rabo, ora dando-lhe sonoras palmadas, enquanto com a outra mão a puxava pelos cabelos e a obrigava a beijar-me. Lentamente desenfiei-me da cona e apontei aquele buraco negro que me chamava desesperado, depois de esfregar bem a piça na lubrificação dela e espalhar um pouco de saliva por cima. Suavemente fui-me enterrando, sem qualquer queixa dela, que assim que sentiu que estava todo enterrado, começou de moto próprio o movimento de vaivem, sentindo o meu caralho pulsar de alegria naquela gruta.
- Bate-me e fode-me como se fosse uma puta paga, sussurou-me, fazendo o meu caralho inchar ainda mais dentro da sua peida.
Afastei-lhe os cabelos e ferrei-lhe os meus dentes no pescoço, dando-lhe palmadas que lhe deixavam a pele branca bem avermelhada, apalpando fortemente as mamas, torcendo-lhe os bicos, enquanto ela gemia de dor e resfolgava de prazer. De quando em vez tirava a piça para me controlar e fazia-a mamar segurando-lhe pelos cabelos e dando-lhe estaladas, que lhe iam deixando a cara também vermelha. Algumas estaladas arrancaram-lhe lágrimas, mas ela não virava a cara, mantendo-se a chupar como um bébé esfomeado, babando-se quando o caralho permanecia mais tempo no fundo da garganta, cortando-lhe a respiração.
Voltei a colocá-la de pé, agora dobrada com as mãos no tampo e enrabei-a novamente, masturbando-a sem parar, fazendo-a ter vários orgasmos com a piça atolada no cú. Quando vi que não conseguia segurar-me mais sentei-a novamente e deixei-a mamar o meu leitinho todo. Só um pouco ia escapando pelo canto da boca, mas apanhei-o e dei-lhe o meu dedo para que o limpasse, mandando-a limpar-me cuidadosamente o caralho, o que ela fez como uma boa puta.
Arranjá-mo-nos e fomos novamente trabalhar, como se nada tivesse acontecido, mas ela não sabia ainda o que a esperava.
Quando acabou o trabalho era quase meia noite mas, a meu pedido, ainda esperou um pouco que eu acabasse para podermos sair juntos.
Como ela conhecia bem a Joana e era uma sexta feira disse-lhe para vir até casa comigo, para cearmos e eventualmente ir beber um copo, o que ela aceitou apezar de ter hesitado um pouco pois tinha acabado de foder comigo e agora ia encarar a minha companheira.
O que ela não esperava também é que não fosse só a Joana a estar em casa, pelo caminho apanhei um amigo nosso, jovem e negro, que foi connosco no carro até casa. Quando ele se sentou ela ficou pálida pois eu disse-lhe:
- Hoje vamos papar também esta franguinha. Maria, salta para o banco de trás, assim podes ir conhecendo melhor o Jonas, até porque sei que também gostas de pretos, só não sei é se já foste comida por algum.
Ela hesitou, mas quando eu lhe passei a mão na cona, fazendo-a arrepiar, ela, submissa, lá foi e obviamente o Jonas sem esperar atirou-se a ela e em pouco tempo ela estava a fazer um broche num caralho grande e grosso.
Quando chegámos a casa a Maria ia completamente afogeada e a Joana ficou completamente surpresa por nos ver aos três, enquanto a Joana corava envergonhada por aparecer assim à frente da Joana.
Eu e o Jonas atacámos de imediato, obrigando ambas a ajoelhar-se a nossos pés e a mamarem-nos alteradamente. A noite foi de foda monumental, mas o ponto alto foi quando as deitámos uma sobre a outra, a fazerem um 69, e as enrabámos com força, enquanto de quando em vez lhes dávamos as piças para mamar. A Maria, que se revelava cada vez mais submissa aos desejos e ordens dos três, aguentou com o Jonas, que se enterrou até ao fundo no seu cú apertadinho, enquanto a Joana lhe lambia os tomates. Por sua vez a Joana enrabada por mim, era lambida pela Maria que engoliu mais uma golada de esporra quando me vim na sua boca e depois foi partilhar a esporradela do Jonas quando ele lhe tirou o mangalho do cú e deu à Joana para beber.
Depois fomos cear, pois para isso tinha convidado a Maria, que agora se tinha tornado a nossa escrava submissa e que depois da ceia me chupou a mim e à Joana alternadamente, dando mais um orgasmo à Joana e engolindo a minha última esporradela, deixando-me o caralho completamente limpo, e depois foi engolir a esporra do Jonas, que a Joana tinha estado a mamar.
Foi assim que ficámos com uma submissa para participar nas nossas brincadeiras.