No trabalho da cozinha 5

Por: luana-393 • 09/07/2026 • 312584 leituras
Capa do conto
Puxei-a para o beco ao lado. Mariana já estava tirando a calcinha, me puxou pelo cinto e falou:

— “Você vai foder nós duas aqui.”

Encostei Fernanda na parede, levantei o vestido e a penetrei com força. A ruiva gritou de prazer, com o vibrador ainda ligado dentro dela. Mariana agachou-se e lambia os seios dela, os dedos dentro da própria buceta.

Me virei para Mariana, que já estava de quatro, o plug brilhando entre as nádegas.

— “Agora me come no cu, Arthur. Na rua. Quero sentir você até o fundo.”

E eu entrei. Forte, sem piedade. Ela gemia e dizia:

— “Gosta de ver a ruiva suja, Arthur? Olha ela se derretendo.”

Gozei nas costas dela, enquanto Fernanda se ajoelhava e lambia os respingos, provocando, os olhos vidrados em mim.

Voltamos para o apê. Lá, a noite ainda estava longe de acabar.

Fernanda foi amarrada, vendada. Mariana subiu em mim, cavalgando devagar, revezando com a ruiva amarrada, que pedia:

— “Me fode sem parar… até eu implorar.”

E foi o que eu fiz. Acordamos com o sol entrando pela janela, corpos suados, colados, misturados. Mariana olhou pra mim e disse:

— “Você tá preparado pra mais?”

Querem mais cometem

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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