Noite chuvosa

Por: landa-evdominda-1 08/07/2026 487227 leituras
Capa do conto
Rio, 25 de agosto de 2026.
É impressionante o quanto a vida pode ser surpreendente.
Hoje, estive em Aparecida. Rezei. Acendi uma vela maior que eu... cheguei à minha casa, cuidei da minha mãe e fui para a minha.
Sou um carioca, branco, peludo, 40 e poucos anos, gay e solitário desde o início da pandemia de covid-19.
Meu nome? Escolha o que você quiser.
Está chovendo bastante aqui no Rio. E, honestamente, tempo chuvoso me dá um tesão absurdo.
Para tentar contê-lo, pedi uns latões de cerveja. Quando o entregador chegou, tentei cantá-lo, mas, infelizmente, não deu certo.
Guardei os 7 latões na geladeira e, apesar da chuva, fui para o meu portão.
Enquanto estava no portão, passou um caminhão da comlurb. Cumprimentei o motorista que retribuiu. Ele parou o caminhão um pouco mais à frente. Fui até ele. E, assim, começa o nosso diálogo:
"- Boa noite, como posso te ajudar?"
Eu: "- achei que fosse um motorista que costumava passar por aqui..."
"-ah, achei que você precisasse de ajuda para retirar alguma coisa."
Tirando coragem não sei de onde (o bendito tesão contribuiu bastante), respondi: "na verdade, eu que costumava tirar algo dele: o leitinho da pica".
Infelizmente, ele me pediu um "agrado". (Honestamente, odeio pagar por sexo). Virei e respondi:
"-Foi mal! Não pago por sexo!"
Ele deu ré no caminhão e entrou no meu quintal. Ele aceitou fazer de graça.
O pau estava durações. Ele é negro, relativamente da minha altura, sarado.
Comecei a mamá-lo. Foi incrível. Ele gemeu muito.
Levei tapinhas de piroca na cara. A mão dele me deu uns tapinhas deliciosos.
Depois de 10 ou 15 minutos, ele encheu minha boca de leite. E que leite delicioso.
Ele disse que virá outras vezes, pois a minha mamada é espetacular.
É isso, galera.
Grande abraço, ga(y)lera.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados