Noivo surpreendido por sarro no Metrô

Por: luana-329 • 24/07/2026 • 224 leituras
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Peguei o metrô em direção à Faculdade Estácio e ir até a Estação Cantagalo. Era hora de movimento e o vagão estava lotado, quando sinto um homem se encostar em mim, mas como havia um balançar, pensei que ele encostara em mim sem querer, pelos solavancos que a condução dava. Logo reparei que era proposital e o homem estava me sarrando na bunda e fiquei sem ação e ele bem encostado, olhei para a cara dele, devia ter uns trinta anos e deu um sorriso e continuou encostado no meu traseiro. Sou noivo de uma garota e já a alguns anos parei com aventuras homosesxuais, mas aquela situação estava me arremetendo ao passado, onde tive alguns casos com parceiros, mas sempre como passivo.
O homem estava ficando de pau duro e quase que me empurrando com o sarrio, quando resolvi topar a brincadeira do sarro, porque acabaria logo, quando chegasse à estação destino e empinei a bunda evabri um pouco as pernas, no que o sujeito aproveito, meio que encaixando a rola dura no meu rego, tudo por cima das calças. Demoraram mais uns vinte minutos, o homem com o pau hiper duro, quando o metro estava mais vazio e um gaiato falou: - Tem homem sarrando homem! O que fez com que eu me afastasse um pouco e o homem com aquela mala dura, conforme olhada discreta que dei, recuou um pouco.
Chegamos ao destino, saí do metrô e quem veio puxar conversa comigo, o homem que em termos físicos era magra, atlético e bem apessoado. Veio com uma conversa estranha, dizendo que os viados espertos quando dão a bunda, dão de frente, porque assim só entrava a metade da pica. Dei uma risada e disse que não tinha nada a haver, pois se a pessoa vai dar a bunda, não quer que entre só a metade da pica e ele indagou, mas como assim? Respondi que quando a pesso vai dar o rabo, quer é a rola toda, até sentir as bolas do bofe, baterem na bunda dele e bunda se dá é “de quatro” mesmo. Ele curioso perguntou: -Você fala com uma certa propriedade do assunto, vc já experimentou? Eu diss3 que quando era adolescente tinha dado algumas vezes, mas depois parei, já há alguns anos, hoje tenho 22 anos e acho que já fazem uns cinco anos que parei. Ele disse que já ouvira falar de ex deputado, ex marido, mas de ex-viado ainda não tinha conhecimento e perguntou se eu não queria matar aula com ele, num hotelzinho perto em Copacabana. Disse a ele que não, porque tinha parado e que era noivo e me preparando para casar. Ele faz sinal para um taxi, me puxa pelo braço, falo que não queria ir, ele discretamente, sem ninguém ver me oassa a mào na bunda e me dá um tapa no rosto e diz, entra aí!
Sem graça entrei, fomos lá para a Rua Prado Junior, entramos no hotel, ele manda eu tomar um banho, obedeço, quando no meio do banho, ele entre no box nu, com a pica dura e manda eu pegar. Era uma pica grande, grossa, sem peles, pelos e bem cabeçuda.
Começo uma punhetinha quando ele manda eu chupar, eu hesito, ele me dá outro tapa no rosto e diz: - Viadinho tem que obedecer. Segura minha mão esquerda, tira minha aliança, lê o nome da minha noiva Lucia, coloca em cima da pirocae diz: -Viadinho, vem apanhar a sua aliança, com a mesma boquinha que vc vai falar daqui a algum tempo para a Lucia: - Sim, aceito vc como minha esposa, Caí de boca, chupei muito aquela rola e quando ele gozou na minha boca, a aliança esta junto, segurei a aliança e engoli a porra toda. Ele disse agora fica de quatro que vou te enrabar como vc disse no começo que era o certo: -Entra tudo até sentir as bolas na bunda. Dito e feito ele meteu a rola toda e eu falei: -Estou sentindo suas bola na minha bunda. Ele disse para eu me preparar, porque iria socar bastante no meu cuzinho, até gozar. Dito e feito, socou, socou gozou me enchendo o cuzinho de porra.
Daqui a alguns mese vou me casar com a Lucia, mas certamente esta trepada vai me excittar no pensamento, quando eu estiver transando com a Lucia.

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