__Fizeram aqui?
__Ahn? Que disse?
__Perguntei se fizeram aqui, você ela, transaram aqui, na sala?
Ele não me respondeu de pronto me olhou fixamente como se estivesse medindo o que iria dizer.
__Por que você esta fazendo isso?
__Fazendo o quê?
__Você parece que esta me testando.
__Não entendi o que você quer dizer...explique-se.
__Olha, vamos deixar bem claro uma coisa, não é porque você é minha irmã que, pode me tentar da forma com,o vem fazendo.
__Eu? Tentando você? De onde tirou essa ideia?
__Quer dizer que você não se expôs quando estávamos vindo ao ficar sentada daquela forma, ainda mais quando deve ter percebido que eu a estava olhando enquanto dormia? Você me deixou ver a sua calcinha e parte do que ela não encobria...
__E você não tirou o olho do que estava vendo, não foi?
__Então eu estava certo, você fez de propósito e agora vem me questionar sobre uma coisa que procuro esquecer?
__Mas não foi bom, ter estado com ela aqui? Custa dizer se treparam aqui ou não?
__ O por que desta curiosidade?
__Sou mulher e muito curiosa, ora...
__Só isso?
__Pode haver alguma coisa a mais?
__Sandra...Sandra, não me provoque...
Quando ele disse isso, larguei o que tinha na mão, sobre a bandeja e me aproximei dele de gatinho.
__Estou tão carente quanto você, não percebeu ainda?
__Mas o que você pretende criatura?
Eu já estava puxando seu calção, para libertar o meu principal interesse. Gustavo, não me impediu de libertar o seu belo pau que saltou e ficou em riste apontando para o umbigo dele. Era maciço, longo e gracioso, com sua cabeça brilhante, e aquele saco onde ficavam seu ovos. Peguei a vara com a mão e passei a alisa-la e depois fui com a boca até a glande e a envolvi com meus lábios. Gustavo fechou os olhos, rendido ao que eu fazia e depois de alguns segundo os abriu e suas mãos tocaram minha cabeça. Balbuciou de forma quase que inaudível :
__Isso não podia acontecer, não esta acontecendo, estou sonhando...ai...louca. você me mordeu?
__Como vê, não esta dormindo seu gostoso, esquece que somos irmãos, enquanto estivermos aqui. Vamos aproveitar esses dias que vamos passar juntos e consumir muito, nossos corpos...
__Você tem certeza de que não vai se arrepender depois?
__Só se você se recusar a me fazer feliz em, seus braços e nessa pica deliciosa.
Fora a palavra mágica que faltava, pois ele me puxou para seu colo e, enquanto sua mão estava mergulhada entre minhas coxas, mais precisamente em minha boceta, que sentiu bem molhada, sua boca sentias o sabor da minha num beijo escaldante e delicioso. Com os dedos melados, ele foi em busca dos meus seios, passando a mela-los com o meu mel. Me tirou a regata, e acaiu de boca em meus pomos, sugando os mamilos tesos. Me contorci, sob as caricias que recebia, embaixo e em cima. Embaixo, os dedos ainda não haviam me penetrado como eu espertava que fizessem, mas estavam me deixando com o tesão aceso, bem como as chupadas o estavam fazendo em meus seios. Ele parecia um bebezão, no seio da mãe, no caso,no da irmã. Era gostosa a boca que ficava grudada em meus pomos, sugando um leite imaginário. Sentia um maremoto, dentro de mim, onde as ondas do orgasmo explodiam dentro a minha caverna sensibilizada. Um turbilhão de coisas deliciosas passavam como um flash, em minha mente e eu o desejava cada vez mais, já esquecida do grau de parentesco que havia entre nós. Segurava o pau dele como se fosse o mastro de toda uma salvação, sentindo a pulsação que o mesmo tinha e me atiçava a querer o ter ali seguro. Quando passei uma das pernas, sobre o mesmo e o pau ficou roçando a minha vulva escancarada, o qui introduzir dentro da vagina e saber o que era aquele volume todo me invadindo, me fazendo gritar de prazer e o desejar cada vez mais. Minha respiração estava acelerada e quando meu irmão, permitiu que eu encaixasse a cabeça da pica na entrada da vagina, e fosse forçando a entrada da mesma. Nos olhamos demoradamente, enquanto a pica entrava gostoso, esquentando a minha parte mais delicada, que me dava a autenticidade de ser considerada uma mulher. Senti as bolas me tocando e parei para respirar fundo, olhando dentro dos olhos de meu irmão e, quando cerrei as pálpebras, ele entendeu como um pedido passando então a me estocar, me fazendo perceber o quanto ele estava me desejando, me querendo, me fodendo com precisão. A potência que ele estava demonstrando me fez perder o controle da situação e cair em desesperada vontade de me acabar, naquela pica saborosa.
__Como esta deliciosa sua pica em minha boceta...esta me alargando toda...você é gostoso demais, sabia? Quero tudo dentro de mim, mesmo que doa, vai me fode com força querido e me faz gozar muito. Ohhh, como é bom essa pica dentro da minha boceta...fode...meu amor. fode tua irmãzinha...fode... Aperta meu peitos e chupa eles...ohhh, como é bom.....
__Boceta gostosa...como você é boa, minha deliciosa irmã...seus seios...essa xoxota....nossa que bom que é te foder amor, estou adorando entrar em você. Hummm....delicia...
Vagarosamente, meu irmão me fez deitar, sem tirar a pica de mim, e ficando entre minhas pernas, fez suceder as estocadas se intensificarem, e o som da pica indo e vindo dentro da vagina molhada, era uma deliciosa música para nossos ouvidos. Por quase vinte minutos os pau socou minha boceta com vigor total, me fazendo gozar muito. Quando ele ficou inerte me encarando, eu não estava mesmo esperando pelo que veio a seguir:
__Dá o cu para mim?
O olhei, entre extasiada e encabulada com o pedido, que vindo dele soava como uma heresia, mas que para mim era um desafio, pois sua pica era grossa e fora dos padrões que eu já tinha enfrentado. Não disse nada, apenas me coloquei de quatro e fiquei na expectativa. Gustavo, separou minhas nádegas e levou a boca até meu cu e o chupou. Gritei, pois adorava uma bela linguada no fiofó, depois se posicionou atrás de mim, levou a pica até minha xoxota e o melou com meu mel, depois levou a mesma até meu cu e foi forçando e quando um pedaço começou a separar minhas pregas, uma dor aguda começou a tomar conta do meu ânus e eu passei a gemer, mas não recuei o rabo da pica, que foi entrando e eu crispando os dedos sobre o encosto do sofá onde eu me apoiava. Mordi o lábio inferior, quase até sangrar e não pude evitar que um grito escapasse, quando ele empurrou tudo para dentro do meu cu. Estava suando, com o cu ardendo, mas, pasme, feliz por estar recebendo no rabo a pica do meu irmão.
__Minha querida...como teu cu é delicioso...aperta ele, aperta...
__Ai...ai...não consigo...é grosso...não dá...Humm..Hummm...
__Como é lindo a ver nessa posição, com essa bunda toda empinada... caralho como você é gostosa menina..sente a minha rola...sente como esta pulsando no te rabo...
__Ai...ai...como dói, mas...estou amando e gozando...vai...soca meu amor, soca no cu da tua irmãzinha...ai...ai...ui... A... ahhhhh...
Que pica...me rasga meu amor...AAAAAAAAHHHH...
O suor escorria de nossos corpos e deixava-nos mais vulneráveis, sem condição de segurar o que sentíamos. Aos poucos o meu cu foi laceando e o pau já não me causava trauma como no inicio, apenas me dava muito prazer e gozos sucessivos. Quando Gustavo teve seu membro engrossado mais que o normal, deu um grito selvagem e gozou fartamente dentro do meu cu e eu o acompanhei em seu gozo caudaloso, encerrando o nosso primeiro encontro sexual, mas não o ultimo.