- Este é Fernando querida! - disse apresentando-o para Paola que voltara do banheiro.
Ela esboçou um largo sorriso e não perdendo tempo cumprimentou dando lhe três beijinhos:
- Tudo bem?
- Prazer em conhecê-la?
- O prazer é todo nosso, não é querido?
- Sim, claro! - disse com um ar de maroto.
- Me permita, com todo respeito, sua esposa é muito bonita – disse ele me olhando.
- Obrigado! - agradeci
- Obrigada! - disse Paola encarando o estranho que para nós já parecíamos nos conhecer a tempo.
- Além disto é muito caliente. - disse tentando já criar um clima.
Após conversarmos, rirmos e bebermos ele já bem a vontade convidou nos ir até sua casa, já que morava ali perto o que sem medir muito as consequencias aceitamos.
Já em sua casa e bem mais descontraídos, ele abriu uma champanhe e brindamos ao nosso encontro e felicidade:
- Quero brindar aqui a mulher mais linda que conheci nos últimos tempos – disse olhando fixamente para Paola já despreocupado com minha presença.
- E eu quero brindar a nossa amizade -fiz meu brinde.
- Bom, acho que todos devem ter um motivo e eu não tenho como não brindar a este momento, nosso encontro, nossa curtíssima amizade e ao Fê que me deixou embriagada com sua deliciosa beleza – disse minha esposa com uma das mãos acariciando o corpo de Fernando.
Algum silência e troca de olhares e ela então não resistiu:
- Acho que bebi um pouco a mais, no entanto estou bem lúcida do que estou querendo neste momento.
Passou então a tirar sua camisa e enquanto isto passava suas mãos no pênis ereto de Fernando que parecia queria estourar a calça sarja que vestia. Seus lábios colaram em um beijo interminável, enquanto as mãos dele despia minha esposa e eu excitado vendo eles se despirem masturbava meu cacete dentro de minha calça. Paola chupava o enorme cacete roliço enquanto ele firmava a cabeça dela fazendo afogar no bruto que parecia explodir de tesão. Eu, já totalmente pelado, sentado no sofá podia ver minha esposa deliciosa se entregar aquele homem o que me deixava extremamente louco de tesão. Sua língua cortava a boceta e fazia contorcer de prazer, me deixava extasiado...
- Chupa meu cacete – ordenou ele
Ela ajeitou-se e agarrando aquele trabuco enorme, roliço passou a chupar-lhe, enquanto esboçava olhares para mim deixando claro que estava deliciando aqueles momentos. Longos minutos se passaram quando ele ajeitou-a, e de pé com uma as pernas escorada em uma rack da sala fez seu pau rasgar a buceta gostosa fazendo gritar de dor e prazer. Cavagalva intensamente enquanto eu ali me masturbando alucinado e com um tesão incontrolável. Mal estava me aguentando ver aquelle estranho que mal conhecemos foder deliciosamente minha querida mulher. Após várias posições e sussuros deliciosos de Paola ela voltou a chupar o cacete incansável e incntrolável de Fernando:
- Ai que delícia! - dizia ela sem parar.
- Isto chupa gostoso – dizia ele, fazendo-a chupar seu cacete enorme.
Após alguns e longos minutos chupando deliciosamente o cacete ele a ajeitou, empinou o traseiro de minha querida mulher e fazendo carícias penetrou um dos seus dedos médios no cuzinho dela enquanto o restante de suas mãos tocava sua buceta quente e que ardia de prazer. Sem nenhuma cerimônia começou então a penetrar seu cacete ereto no rabinho de Paola que agora gemia com vontade, enquanto podia sentir ele ir estocando e penetrando o maiusculo pênis para alicinadamente fazer cavalgar, enquanto suas mãos se seguranvam nos seios deliciosos de Paola. Não resisti e acabei gozando só em ver minha amada sendo enrrabada por aquele homem. Não demorou muito ele sacou seu cacete do rabo dela e masturbando-se fez explodir em alguns minutos a sua porra no rosto de Paola que deliciou-se com o líquido grosso escorrendo para sua boca. Me realizei pois apagamos os três e acabamos dormindo juntos, nus e na mesma cama, com Paola ao nosso meio.