Quando nos tornamos adolescentes eu comecei a ter uma nova sensação perto dele, sempre que ele se aproximava eu sentia um grande desejo, eu sempre inventava a minha mãe que havia algum trabalho em grupo e que eu deveria me reunir com os outros na casa dele, mal sabia que na verdade nós passávamos a tarde juntos, fazendo diversas coisas. Nunca havíamos tentado algo, o máximo que já fizemos foram alguns beijos, mas não levamos muito a sério. No fim das aulas, nós voltávamos para casa juntos, a gente morava relativamente perto, então a maior parte do caminho íamos ao lado do outro. Nesse tempo de caminhada eu sempre ficava um pouco atrás dele, para ter uma visão privilegiada daquela bunda maravilhosa, eu botava a frente da minha mão encostada bem de leve lá, meu pau ficava muito duro enquanto eu sentia a bunda dele em minha mão.
Um certo dia fui a casa dele, à tarde. Seus pais passavam o dia trabalhando e seu irmão estava em outro estado, ou seja, ficaríamos mais uma tarde longa sozinhos, de novo. Eram umas duas horas da tarde, ele estava sentado na minha frente, e eu, no sofá, havia nada para fazermos, porém achei uma maneira de fugir daquela monotonia, e esquentar um pouco as coisas. Simplesmente era uma luta, quem conseguisse dominar o outro primeiro vencia, isso seria perfeito para um contato físico.
Fomos para o quarto dele e começamos, eu não fazia muito esforço, afinal, queria apenas conseguir ter um contato entre nossos corpos, ele, então, puxava o meu braço, tentando me derrubar, essa ação simplesmente fazia com que sua bunda ficasse em choque com o meu quadril, e eu aproveitava bem esse movimento para esfregar o meu pau, que estava bem duro, nele. Ele, já sem paciência por não conseguir me derrubar, me puxou para a cama, ficando em cima de mim, tentando me dominar, porém, eu conseguia detê-lo. Ele se encontrava no meu colo, naquela posição, sua bunda continuava em cima do meu pau, ele sentiu que eu estava duro, naquele momento eu não sabia o que fazer, até ele começar a rebolar, me deixando mais louco de tesão do que eu já estava.
Levei minhas mãos a sua cintura e comecei a beijar seu pescoço, pude escutá-lo gemendo bem baixo. Troquei as posições e fiquei por cima dele, tiramos as nossas camisas, pude ver o seu tronco desnudo, passei as mãos pelo seu abdome e chupei um de seus mamilos, fazendo-o se contrair e conter um gemido alto. Não aguentei esperar tanto e arranquei sua bermuda com força, deixando apenas a cueca box branca e o volume de seu pau já rijo, pus minha mão lá e iniciei uma leve massagem. Fitei seu rosto para ver seu semblante, ele estava arfando, com o rosto vermelho de vergonha por estar tão exposto, gostei disso.
Abaixei a sua cueca e seu pênis saltou para fora, comecei a masturba-lo e podia vê-lo virar os olhos de prazer, contendo gemidos manhosos. Aumentei a velocidade, percebi que ele estava prestes a gozar e então parei os movimentos. Tirei todas as peças que ainda cobriam meu corpo, iniciei uma masturbação bem leve e passei a observar meu amigo, me desejando, tanto quanto eu o desejava.
Mandei-o ficar de quatro, e assim ele assentiu, me dando a visão da sua entrada, lubrifiquei meus dedos e coloquei dois dentro dele, fazendo o movimento de vai e vem. Fiquei um tempo fazendo ele se acostumar com os dedos e os retirei e comecei um lento beijo grego, seus gemidos ecoavam pelo quarto. Após isso eu já não podia mais aguentar, levei meu quadril para sua bunda e comecei a surrar sua entrada com o meu pau, queria muito foder ele.
O vi olhar de canto para mim, quase que implorando para que eu enfiasse o meu cacete nele. Segurei o meu pênis e empurrei para dentro de sua entrada, era bem apertada, lentamente fui forçando até colocar todo o meu pau nele. Percebi que estava um pouco incomodado, mordi seu lóbulo e depositei alguns beijos em sua nuca, para acostumá-lo ao tamanho do meu pau. Em pouco minutos ele assentiu e pude começar a lhe foder, comecei lento, ouvi ele choramingar e pedir por mais, e assim aumentei a velocidade dos meus movimentos.
Estava lhe fodendo com força, ele chegava a gritar de prazer e o som do choque dos nossos corpos reverberavam pelo quarto. Eu segurava em sua cintura, o puxando para trás a cada vez que eu dava uma estocada, estávamos em frenesi. Eu estava quase gozando, iniciei uma masturbação em seu pênis, em alguns minutos ele teve o seu orgasmo, pude vê-lo fraquejar e ter espasmos. Aumentei ainda mais a frequência das estocadas, como se fosse possível, eu estava chegando ao meu limite. Gozei dentro dele, tive a sensação que estava no céu naquele momento, retirei o meu pau dele e deitei-me ao seu lado, nosso prazer era tão grande que nos tremíamos.
O abracei, pude ouvir a sinfonia dos nossos corações, olhei para o fundo de seus olhos, que herdaram a cor do mar, aproximei meu rosto do seu e selei um beijo, esse seria o nosso segredo.