Era um lugar legal, de fundos, tudo de piso. Ele tinha o básico: fogão, geladeira, uma mesa e um colchão de casal. Chegando, ele me disse que tinha cerva na geladeira e foi acender uma bolinha. Peguei uma e fui ver o quarto com o colchão. Parei na porta e ele chegou do meu lado e apertou a minha bunda, por cima da calça. Fiquei parado, e ele começou a me encoxar. Passou a mão na frente da minha calça e apertou meu pau, enquanto eu sentia aquele mastro enorme na minha bunda. Me ofereceu uma tragada, mas eu não quis. Ele soltou fumaça na minha nuca e começou a abrir minha braguilha. Ajudei soltando o cinto e deixei a calça abaixar. Ele abriu a dele e baixou e minha cueca, roçando aquela jeba no meu rabo. Senti que dessa vez ia entrar na rola também.
Ficamos de frente, tiramos as camisas e ele começou a sugar meus mamilos. Comecei a perder o controle. Comecei a sugar os dele também. Ambos ficamos ali parados, calças arriadas, abraçados, roçando pica. Ele se agachou e engoliu meu pau, com vontade. E como mama o negrão! Deitamos no colchão e tiramos as calças, ele voltou a me chupar, me fazendo abrir as pernas e chupando minhas bolas, tentando brincar com meu cuzinho. Nos posicionamos pra um 69, e eu quase me afoguei com aquela pica na boca (acho que tinha uns 23 cm). Mudamos e eu fiquei por cima, com ele brincando com meu cu e meu pau. Ele se levantou, pegou uma capa e lubrificante.
“Negão, hoje eu vou te fuder também”
Ele linguou meu cu e vi estrelas (quem já levou língua no cu sabe o tesão que é). Depois fiquei de quatro, ele lambuzou meu cu de KY, o pau e apontou pra porta do meu cuzinho. Quando senti a cabeça, sabia que ia perder as pregas praquela anaconda preta. Como eu dou pouco, sou apertado. Mas quando senti a invasão da vara preta, peguei no meu pau e comecei a bater uma. A dor era animal, mas eu queria sentir a tora do negrão em mim. Logo senti que tinha entrado tudo, e parecia que estava no meu intestino. A dor era insuportável, mas me impus suportar, fazendo força pra agüentar, segurando minha pica. O Jorjão estava nas nuvens, me falando da bunda gostosa que eu tinha. E começou aos poucos a socar a vara. Primeiro devagar, depois com força. E eu gemendo de dor, e muito tesão. Ele começou a socar forte, dizendo que ia me fuder, que queria me fuder, me chamando de puto safado... A dor sumiu e o tesão tomou conta. Senti a rola engrossar, inchar, até que o Jorjão gozou muito no meu cu. Acho que fazia uns dias que ele não gozava, porque ele caiu em cima de mim e ficou jogado, entalado no meu cu, e eu sentindo todo o peso dele em cima de mim.
Só que eu ainda não tinha gozado. Ele deitou do meu lado.
“Não gozou negão ?”
E começou a brincar com minha pica. Começou a bater uma pra mim, devagar. Pegou uma camisinha, lambuzou com o lubrificante, depois passou no cuzinho e sentou devagar no meu pau. Veio descendo e quando entrou tudo, começou a cavalgar concentrado no prazer. Segurei-o pela cintura e vi o pau dele murchar. Quando ele acelerou a cavalgada o pau dele subiu, e eu não ia agüentar muito mais. Eu adoro gozar com cavalgada e dei uma esporrada épica. Quando ele sentiu meu gozo no cu se manteve no meu pau, bateu uma punheta rápida e gozou de novo, esporrando até no meu peito.
Acabei cochilando. Acordei com ele chupando meu pau com maestria, e quando me dei conta do que estava acontecendo, senti que ia gozar, e segurei a cabeça dele, pra engolir minha porra. Gozei, e o puto safado engoliu minha gala todinha.
Faz uns dias que não vou ao bar, mas sempre recebo mensagem pelo zap dele, sabendo quando vamos repetir. E eu espero que seja logo.