Olá meus queridos, como estão? Fiquei ausente por dois motivos, primeiro pq o trabalho me demandou muito tempo ultimamente e umas boas histórias (rs) , segundo pq estava tentando lembrar exatamente quem fora o próximo a me provar depois do mulekão do chat uol. Senti falta de vcs rs, votem, comentem e me mandem mensagens.
Só pra situar, estava com 18 aninhos recém completos, desvirginado do cuzinho a 2 meses e pegando todos que apareciam na frente com um fogo no rabo gigantesco (eu na época, Branco, cara de menino, cabelo tipo James Blunt, 1,86, 80kg, malhadinho de academia).
Depois que o mulekao do chate uol foi embora, acabei dormindo, com aquela sensação deliciosa do cuzinho ardendo. Acordei na manhã seguinte já com vontade de experimentar mais uma rola e logo fui caçar no Chat Uol. Em pleno sábado de manhã, não estava muito movimentado, mas recebi um convite inusitado de um usuário (não vou lembrar o nick), o rapaz queria ir em uma sauna gay, bem famosa na época na Rua Frei Caneca e me chamou para ir com ele, pq tinha vergonha de ir sozinho. Aceitei, morrendo de medo e curiosidade do que seria uma sauna gay.
Logo o rapaz apareceu em casa de carro, lembro que ele era baixo, por volta de 1,75 de altura e gordinho, com cara de criança, mas super simpático, e fomos conversando o caminho todo até a sauna. Assim que chegamos, pagamos e pegamos os armários, confesso que fiquei com nojinho do lugar, tinha aparência encardida (sempre fui fresco kk) porem como meu lema na época, tá na chuva, se molha!
Comecei a passear pela sauna, queria conhecer e ver o que rolava. Estava bem vazia, segundo o atendente o fervo era sempre no fim da tarde e noite, mas tinha uma galerinha lá. Lembro que tentei ficar na sauna a vapor e não aguentei 5 min kkk, muito quente. Nisso, vi uma galerinha conversando animada no fumodramo (meu colega de aventura, já tinha se atracado com um gostosão malhado e sem pelos no tour q fizemos e estava nas cabines aproveitando o boy), decidi ir lá. Tinha um quarentão, estilo paizão que me chamou a atenção e já estava de olho em mim rs.
Chegando lá, percebi que todo mundo tinha se conhecido ali, pedi um cigarro pra eles e me juntei pra observar melhor. O paizão que eu estava de olho já puxou assunto comigo se apresentando como policial federal e que era do sul e estava em operação na cidade, tinha uma lata de cerveja na mão e estava bem vermelho do álcool, tinha por volta de 1,80 e aquele barrigão de cerveja delicioso e cheio de pelos, a toalha, estava amarrada na cintura. Do lado dele, tinha um negro, da mesma altura que eu, peludo e malhado, estilho slim, e super espalhafatoso, bem divertido. Papo vai, papo vem, eu já estava me agarrando com o negro, que só estava de sunga, ele se dizia passivo, mas era uma delicia beija-lo e dar uns amassos naquele corpinho, sentir aquele cheiro maravilhoso q ele tinha e dar umas dedanas naquele cuzinho que ele tinha, inclusive sentia ele molhado, o que me dava mais tezão de dedar enquanto beijava ele. Logo isso atiçou o paizão que já não se contentava mais em apenas me olhar e puxar papo.
Logo o paizão, me agarrou e me levou pras cabines no andar de cima, me apalpando e beijando meu pescoço, aquilo já me deixou mole, ele tinha uma pegada bruta, deliciosa. Quando chegamos, ele me jogou com tudo no chão da cabine (era estofado, ainda bem) e já começou a roçar o pau no meu cuzinho. Percebi uma coisa estranha naquele momento, sentia uma coisa muito grande ali atrás, mas logo estava sentindo a língua dele e os dedos dele no meu reto, me deixando louco de tezão, a barba dele estava por fazer, então cada roçada que ele dava na minha pele, era motivo pra me arrepiar todo, sentia todo meu cuzinho babado por ele.
Em seguida, veio a surpresa, ele veio pra minha frente e pediu pra eu mama-lo, mas aquilo não era um pau, era um braço, de comprimento e de grossura, tentei enfiar na boca e não entrou nem metade, só conseguia movimentar o pescoço pra frente e pra tras tentando mama-lo, fiquei uns 20 minutos assim, passei a sentir o gosto daquele pau, e sentir o suor da virilha peluda do paizão, cheiro de macho suado e já estava sentindo prazer em mamar aquele cara e conseguindo arrancar alguns suspiros enquanto me masturbava com a mão.
Ele percebeu minha inexperiência (rs) e decidiu tentar me comer, me colocando de quatro pra ele e molhando novamente meu cuzinho com uma bela cusparada, ele ainda falou “vou tirar o cabaço desse cu!”. Na hora fiquei com medo e deixei ele tentar, mas só a cabecinha passou e não entrava mais, por mais que ele cuspisse e tirasse e colocasse. Senti muita dor aquela hora e acabei arregrando, desencaixei e sai da cabine (ele ficou bem puto, tinha adorado chupar ele, mas dar não ia rolar).
Encontrei meu colega de aventura, pegando o número do boy que ele estava ficando e contei o que acontecei. Decidimos ir embora aquele dia, não tinha mais o que fazer lá.
No final da tarde daquele dia, como estava passando o final de semana sozinho em casa, fui ao cinema com o Beto (meu namorado na época e que tinha voltado de viagem naquele dia), jantamos e transamos o resto da noite na casa dele. Não posso negar, apesar de tudo, naquela época só ele sabia apagar meu fogo.
Só pra situar, estava com 18 aninhos recém completos, desvirginado do cuzinho a 2 meses e pegando todos que apareciam na frente com um fogo no rabo gigantesco (eu na época, Branco, cara de menino, cabelo tipo James Blunt, 1,86, 80kg, malhadinho de academia).
Depois que o mulekao do chate uol foi embora, acabei dormindo, com aquela sensação deliciosa do cuzinho ardendo. Acordei na manhã seguinte já com vontade de experimentar mais uma rola e logo fui caçar no Chat Uol. Em pleno sábado de manhã, não estava muito movimentado, mas recebi um convite inusitado de um usuário (não vou lembrar o nick), o rapaz queria ir em uma sauna gay, bem famosa na época na Rua Frei Caneca e me chamou para ir com ele, pq tinha vergonha de ir sozinho. Aceitei, morrendo de medo e curiosidade do que seria uma sauna gay.
Logo o rapaz apareceu em casa de carro, lembro que ele era baixo, por volta de 1,75 de altura e gordinho, com cara de criança, mas super simpático, e fomos conversando o caminho todo até a sauna. Assim que chegamos, pagamos e pegamos os armários, confesso que fiquei com nojinho do lugar, tinha aparência encardida (sempre fui fresco kk) porem como meu lema na época, tá na chuva, se molha!
Comecei a passear pela sauna, queria conhecer e ver o que rolava. Estava bem vazia, segundo o atendente o fervo era sempre no fim da tarde e noite, mas tinha uma galerinha lá. Lembro que tentei ficar na sauna a vapor e não aguentei 5 min kkk, muito quente. Nisso, vi uma galerinha conversando animada no fumodramo (meu colega de aventura, já tinha se atracado com um gostosão malhado e sem pelos no tour q fizemos e estava nas cabines aproveitando o boy), decidi ir lá. Tinha um quarentão, estilo paizão que me chamou a atenção e já estava de olho em mim rs.
Chegando lá, percebi que todo mundo tinha se conhecido ali, pedi um cigarro pra eles e me juntei pra observar melhor. O paizão que eu estava de olho já puxou assunto comigo se apresentando como policial federal e que era do sul e estava em operação na cidade, tinha uma lata de cerveja na mão e estava bem vermelho do álcool, tinha por volta de 1,80 e aquele barrigão de cerveja delicioso e cheio de pelos, a toalha, estava amarrada na cintura. Do lado dele, tinha um negro, da mesma altura que eu, peludo e malhado, estilho slim, e super espalhafatoso, bem divertido. Papo vai, papo vem, eu já estava me agarrando com o negro, que só estava de sunga, ele se dizia passivo, mas era uma delicia beija-lo e dar uns amassos naquele corpinho, sentir aquele cheiro maravilhoso q ele tinha e dar umas dedanas naquele cuzinho que ele tinha, inclusive sentia ele molhado, o que me dava mais tezão de dedar enquanto beijava ele. Logo isso atiçou o paizão que já não se contentava mais em apenas me olhar e puxar papo.
Logo o paizão, me agarrou e me levou pras cabines no andar de cima, me apalpando e beijando meu pescoço, aquilo já me deixou mole, ele tinha uma pegada bruta, deliciosa. Quando chegamos, ele me jogou com tudo no chão da cabine (era estofado, ainda bem) e já começou a roçar o pau no meu cuzinho. Percebi uma coisa estranha naquele momento, sentia uma coisa muito grande ali atrás, mas logo estava sentindo a língua dele e os dedos dele no meu reto, me deixando louco de tezão, a barba dele estava por fazer, então cada roçada que ele dava na minha pele, era motivo pra me arrepiar todo, sentia todo meu cuzinho babado por ele.
Em seguida, veio a surpresa, ele veio pra minha frente e pediu pra eu mama-lo, mas aquilo não era um pau, era um braço, de comprimento e de grossura, tentei enfiar na boca e não entrou nem metade, só conseguia movimentar o pescoço pra frente e pra tras tentando mama-lo, fiquei uns 20 minutos assim, passei a sentir o gosto daquele pau, e sentir o suor da virilha peluda do paizão, cheiro de macho suado e já estava sentindo prazer em mamar aquele cara e conseguindo arrancar alguns suspiros enquanto me masturbava com a mão.
Ele percebeu minha inexperiência (rs) e decidiu tentar me comer, me colocando de quatro pra ele e molhando novamente meu cuzinho com uma bela cusparada, ele ainda falou “vou tirar o cabaço desse cu!”. Na hora fiquei com medo e deixei ele tentar, mas só a cabecinha passou e não entrava mais, por mais que ele cuspisse e tirasse e colocasse. Senti muita dor aquela hora e acabei arregrando, desencaixei e sai da cabine (ele ficou bem puto, tinha adorado chupar ele, mas dar não ia rolar).
Encontrei meu colega de aventura, pegando o número do boy que ele estava ficando e contei o que acontecei. Decidimos ir embora aquele dia, não tinha mais o que fazer lá.
No final da tarde daquele dia, como estava passando o final de semana sozinho em casa, fui ao cinema com o Beto (meu namorado na época e que tinha voltado de viagem naquele dia), jantamos e transamos o resto da noite na casa dele. Não posso negar, apesar de tudo, naquela época só ele sabia apagar meu fogo.