__Onde você pensa que vai?
__Vou fazer xixi pois estou quase explodindo. Fique ai, não venha para cá.
__Cuidado, com cobra, não se pode facilitar...
__ Que nada, cobra só a que você tem entre as pernas-disse morrendo de rir
__ Mas essa aqui não pica...cuidado.
A vontade de ir vê-la mijando era muito forte e eu não resisti e fui atrás dela no maior silencio possível, mas ela me viu e parou com as mãos na cintura, fazendo cara de brava.
__O que o senhor perdeu por aqui, posso saber?
__Nada, apenas fiquei preocupado...
__Você é um tarado, isso sim. Se pensa que vou fazer o que você quer, enganou-se.
__Mas é perigoso reter urina...
__Então fica de costas.
Fiz o que ela sugeriu e pouco depois a mesma veio até mim e distribuiu murros em minhas costas, rindo muito. Voltamos a nos sentar junto das bike e ali ela se deitou, apoiando a cabeça em meu colo. Olhava para aquela bela jovem e me sentia enebriado. Era linda minha irmã e com muita sorte eu podia ver-lhe boa parte dos seios, que eram coisa de louco.
__Hoje, você esta impossível, hein? - repreendeu-me ao ver o que eu olhava - Quer ver meus peitos, eu mostro veja- e dizendo isso puxou a blusa para baixo e expôs o par de seios, sob um sutiã que o embelezava mais ainda - Quer ver mais do que isso? Olhe.-e voltou a agir, agora levantando a peça e deixando os seios livres. - Satisfeito? Posso guarda-los agora, seu tarado.
Eu estava em estado de choque, com sua atitude, mas desejava que ela ficasse mais tempo com os preciosos pomos expostos, só que não falei nada.
__Que é isso Raul? -m perguntou tirando a cabeça do meu colo para me ver com um volume bem acentuado na calça- Você endureceu o pau para sua irmã?Não tem vergonha, seu cachorro?
__Desculpe, mana...foi mal...desculpe! - pedi, me sentindo mal por toda aquela situação constrangedora. Celina, percebeu que eu ficara mal e acariciando o meu rosto, sorriu...
__Gostou do que viu, quer ver de novo? Se quiser eu mostro...
__Não, não faça isso de novo, pois se o fizer a entorna todo o caldo.
__Será? - ato continuo, fez o que estava pensando e me deixou diante da beleza dos seios nús.
__Guarde eles...por favor.
__Não deseja tocar neles? Toque, para me dizer se são do jeito que você gosta em uma mulher. E não se preocupe em ficar de pau duro, afinal você é homem e me deixa orgulhosa por me parecer sexy...sabia?
Sem que eu pudesse evitar ela pegou minha mão e a colocou sobre o seio. O calor do mesmo me deixou em desespero e sem pensar duas vezes o apertei, sentindo o bico endurecer. Era lindo, perfeito e apesar de firme era macio, não cabendo em minha mão.
__O que me diz?
__Lindo e muito apetitoso...
__Apetitoso? Não quer por a boca neles para ter essa certeza...? Eu deixo...vem aproveita que eu estou boazinha hoje.
Me curvei sobre seu busto e beijei cada seio, prendendo os bicos entre os lábios para os sugar. Celina empertigou o busto e gemeu gostosamente. Eu mal podia acreditar que estava com os seios de minha irmã na boca, sugando, lambendo, mordiscando e ouvindo ronronar como uma gata. Ao olhar para ela e ver sua boca entre aberta, me debrucei sobre ela e colei meus lábios no seu, no mais delicioso beijo que jamais dera em uma mulher. A língua dela atrevida, buscava a minha na mistura das salivas, que rescendia a seios chupados. Queria avançar mais para dentro da intimidade dela, levando uma das mãos para dentro da calça, em busca da sua moita de pelos tentando acessar o que suas coxas escondiam. Estávamos entregues aos deuses do desejo e esquecíamos naquele momento o grau de parentesco que nos separava de uma consumação carnal, só que naquele instante, esses deuses tinham fechado os olhos e nos deixado entregues a libido furiosa que nos acometia. As mão de Celina, abriram a calça para que eu facilitasse a incursão até seu baixo ventre, entre umidades que estavam tão palpáveis. Quando os mesmos mergulharam entre as dobras do prazer total e tocou num determinado ponto, Celina, arfou profundamente e se agarrou a mim, anunciando que estava tendo um violento orgasmo. Dedilhei om precioso ponto , sentindo o sacolejar de todo seu corpo e uma mordida inesperada em minha língua me acordou para o que estávamos fazendo e onde possivelmente iríamos terminar. Por instantes cai na real e retirava a mão do santuário de Celina, mas ela me impediu:
__Continue...por favor...me faça gozar de novo...mexe no meu grelinho bem devagar...isso....que delicia...enfia um dedo em mim...aaahhhh...outro...coloca mais um....hunf...hunf... aaahh...mais mexe mais em meu grelo e me deixar mais loca que estou e....humm...humm...esta vindo outro gozo...aaaaaahhhhh!
Celina saia de um orgasmo para logo em seguida anunciar que estava prestes a completar outro e, eu, com o pau cada vez mais duro, olhava para toda aquela beleza e não cabia em mim de tesão. Olhando para mim...Celina pediu:
__Tira ele para fora e me deixa te chupar um pouco.
Abri a calça e retirei o pau, deixando-o rente ao seu rosto. Celina agarrou o mesmo e passou a alisa-lo, depois virou a cabeça de lado e o engolfou entre os lábios, levando a pica até onde a posição permitia. Ver minha irmã com a minha pica na boca era uma satisfação que não cabia dentro de mim. Passou a sacudir a cabeça em idas e vindas como se estivesse fodendo á minha pica e depois a deixou livre, para falar comigo:
__ Me quer?
__Sempre te quis, ainda mais agora que te senti. Preciso do teu corpo, quero você minha tesuda irmã.
__Só não goza dentro de mim, não estamos prevenidos... -disse se levantado e se livrando da calça e calcinha, ficando apenas de blusa, mas mesmo assim com os seios para fora.
Celina estava estonteante e eu com o pau duro como aço, tratei de colar parte das roupas estendidas e logo minha irmã estava sobre elas com as pernas escancaradas, pedindo para uma penetração, mas não era isso que eu pretendia e por isso me ajeitei entre suas perna e passei a roçar a cabeça da pica por toda sua boceta, as vezes enfiando a mesma até a metade da glande em sua vagina para depois retirar e passar apenas a chupar seus seios. Depois de faze-la gozar muito, me arrastei até o meio de suas coxas e lá na boceta, comecei a lambe-la com vigor. Minha língua trabalhava em toda extensão da vulva, até chegar no clitóris que meu lábios tentavam aprisionar. Meus dedos procuravam dar a Celina mais prazer e por isso se infiltravam dentro de sua vagina e a seguir todo melado iam em direção do seu rego, onde encontraram seu cuzinho piscando e ali um dedo ficou tentando , até que relaxava e o mesmo entrava em seu cu. Celina urrava, como uma fera ferida. Ajeitei a cabeça da pica entre seus lábios vulvar e no buraco da vagina a pressionei, entrando firme dentro dela. Minha irmã gemia, se debatia, apertava os seios e me mordia onde podia, era o auge daquele passeio delicioso, onde eu finalmente me realizava dentro do corpo de minha amada irmã, que recebia minha pica, quase que agradecida. Martelava a pica em sua boceta, sentindo a cada estocada que a vagina apertava mais e mais todo o meu canudo do prazer, como se quisesse espremer a porra que estava prestes a sair. Abraçados, ficamos curtindo o sexo, que a tanto tempo podíamos desfrutar, mas que por uma feliz brincadeira, desencadeara o que estávamos fazendo. Meu urro, coincidiu com o dela, ao gozarmos juntos e apaziguarmos o nosso tesão.
De volta para casa, pedalando as bykes, não tocamos no assunto. Era tabu e assim permaneceria, até que resolvêssemos quebrar novamente a regra!