O adestramento - “Lady Evil - Conhecendo o Inferno”

Por: matheus-182 • 09/07/2026 • 347166 leituras
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Continuação ….

Mês 02 -
O adestramento - “Lady Evil - Conhecendo o Inferno”

Lady Evil levantou meu queixo com as mãos, eu ofegante, babando e gemendo na gag.
-”Quinze segundos, conte outros quinze e faça a sequência”.
Balbuciei na gag e senti o choque entrar nas bolas, desta vez mais longo e intenso, Lady Evil segurando meu rosto me fazendo ficar ainda mais imóvel e gemer mais forte.
Duas, três, quatro vezes, não sei quantas, até não suportar mais e simplesmente desmaiar de dor.
Não sei quanto tempo fiquei desmaiado até ser despertado com água gelada na cabeça.
Estava ofegante e sentia as bolas e o pau queimando pelos choques.
-”A água é um excelente condutor” - lembrou Lady Evil, enquanto Rex molhava todo meu corpo com água gelada, me fazendo gelar de frio e tremer de dor.
-”A mesma sequência Rex, aumente dois pontos a intensidade”.
Sem tempo nem para pensar: o choque nas bolas agora percorria todo meu corpo em função da água gelada, agora mais intensa e forte.
15 segundos a máquina ligada me fazendo tremer 15 segundos de descanso.
15 e 15. 15 minutos no suplício sob o comando de Lady Evil e Rex obedecendo às suas ordens de ligar e desligar aquele inferno de choque nas bolas.
15 minutos de meu corpo tremendo, minha voz urrando abafada tentando arrancar a gag debaixo do capuz que sufocava a minha respiração, molhado e grudado em meu rosto, meu choro de dor dificultando ainda mais a minha respiração com as lágrimas e o catarro escorrendo pelo nariz.
O único movimento possível de meu corpo era pular e tremer a cada 15 segundos de choque nas bolas e no pau, totalmente amarrado, preso e imóvel sobre o cavalete de madeira, que ajudou a arranhar minha barriga e peito.
No choque seguinte meu corpo se retesou, ficou duro e um urro diferente saiu de minha boca..
“Pare Rex” - se ouviu a voz de Lady Evil em sua ordem ao bruto.
Senti as mãos fortes apertarem com vigor a barriga de minha perna, uma cãibra horrível estava acontecendo e gemi com o aperto. E quanto mais gemia de dor mais forte eram os apertos. Era a mão de Rex, áspera, grande, dedos grossos de trabalhador.
“Faça passar Rex, ainda nem comecei com essa porcaria que me enviaram”.
E mais e mais apertos, e gemidos e urros abafados pela gag.
Não sei o que era pior: os choques nas bolas e no pau ou os apertos da mão de Rex querendo fazer passar a dor.
-”Volto em 15 minutos, coloque a peça pronta de novo inútil” - avisou Lady Evil ao monstro do Rex, e logo após seus passos saindo da grande masmorra e a porta se fechando.

Rex soltou a perna onde a cãibra atacou. Apertou forte, passou as mãos ásperas, apertou, bateu. Tudo de forma rápida e bruta. Muito bruta. Doeu e chorei. Ele sempre calado, apenas grunhiu e resmungava como se falasse outra língua. Logo amarrou a perna de volta ao cavalete. E como a mesma estupidez de sempre, veio por trás e meteu seu pau grosso em meu rabo, a seco, me arrancando urros e gemidos, e estocou forte algumas vezes e senti sua porra me enchendo. Urrou e fudeu forte, rápido, apenas pelo prazer de fazer sofrer.

- “Acabou seu porco? A voz de Lady Evil soou como um eco na masmorra.
- “Fique aí, não tire seu pau imundo do rabo do escravo e se curve” - a ordem Dela foi direta e seca.
Senti as mãos duras e ásperas de Rex se apoiarem em minhas costas e o som do chicote rasgando o ar. Pelo som o chicote pegou com força a pele de Rex. Ele se retesou, seu pau meio mole dentro de meu rabo cheio de sua porra. Mais um estalido e o corpo de Rex grudou ao meu. 1, 2, 3, várias chicotadas.
Enquanto era açoitado sem piedade por Lady Evil, o pau de Rex crescia em meu rabo, logo ficando duro de novo e preenchendo todo meu cu. Ele tinha prazer em apanhar, e seu tesão demonstrava isso.
Seu pau ficou em riste novamente para me fuder. A cada chicotada sentia seu pau latejar, mesmo parado para receber o açoite, Rex endureceu ainda mais seu pau em meu rabo.
-”Abra as pernas porco” - bradou Lady Evil.
Senti seu pau se ajeitar em meu rabo e logo uma chicotada nas bolas dele, que também bateu nas minhas. Agora éramos os dois sendo açoitados, nas bolas.
-”Gosta de fuder os escravos não é vagabundo” - riu Lady Evil.
-”Fode logo enquanto te arrebento”
Rex então começou novamente a estocar meu rabo com seu pau enorme, enquanto recebia nas costas, na bunda, nas bolas os açoites do chicote de Lady Evil.
Logo senti o outro gozo de Rex em meu rabo, me enchendo ainda mais de porra, seus urros e gemidos e suas maos apertando minhas costas.
-”Só saia daí depois que seu pau ficar mole”
-”Vou me divertir, quando sair do rabo desse inútil desligue o choque e o leve para o “Al-jubb”
Apesar das dores, da posição e de sentir o pau de Rex amolecer em meu rabo, despertei para tentar descobrir o que seria o “Al-jubb”, mas não tive tempo suficiente para refletir.
Lady Evil ligou o choque cujos terminais ainda estavam presos em minhas bolas e ligou. Tremi e me mexi, e Rex me empurrou firme para o cavalete ainda com seu pau em meu rabo, enquanto Lady Evil saia da Masmorra e nos deixava lá: eu preso e amarrado ao cavalete, de quatro, pernas abertas, tomando choques nas bolas e com o pau de Rex e sua porra dentro de meu rabo.
Agora os choques eram constantes, diretos, e a cada carga meu corpo mexia, Rex firmava, eu tremia e tinha esperança que seu pau amolecesse logo e saisse de meu rabo para ele desligar aquela tortura.
Mas ocorreu ao contrário: a cada rebolada e tremida de meu corpo em função dos choques, o pau de Rex não amoleceu, ao contrário. Pela terceira vez seu pau cresceu em meu rabo enquanto meu corpo reagia aos choques nas bolas. Choques e pau me fudendo, Rex metendo e me fudendo, estava quase em desespero, doía tudo, bolas, rabo, corpo, tudo.
E Rex em cima de mim, fudendo, apertando meu corpo ao cavalete e as bolas queimando pelos choques e o rabo arregaçado pelo pau e a porra de Rex. Logo senti seu gozo, agora quase um gozo seco, com pouca porra, sem estocar, e logo após seu pau amolecer, sair de meu rabo, suas mãos me soltarem e os choques sendo cessados, eu quase sem respirar, arrebentado, fudido, sentindo a porra sair de meu rabo em profusão.
Rex se aproximou, me soltou e tentei adaptar meu corpo.
Rex me ajudou a ficar em pé, pernas trêmulas, bolas doloridas e queimando, e rápido colocou a canga em mim, uma trave de ferro, presa à coleira, braços semi abertos e pulsos algemados à trave. A tortura e o sofrimento nao tinha fim.
A coleira prendeu outra barra de ferro que segurou para me conduzir.
Saímos da Masmorra e caminhamos por um longo corredor, eu nu, arrebentado, respiração ofegante, tendo que acompanhar os passos rápidos de Rex sendo levado por ele preso à canga. Paramos em uma porta, ele colocou um saco em minha cabeça e amarrou, me impedindo de ver qualquer coisa, abriu a porta e meu puxou me levando para o lado externo da Masmorra, pés descalços pisando em pequenas pedras, me machucando, e Rex em sua marcha a me levar.
Para onde:
“Al-jubb” - me lembrei das palavras e da ordem de Lady Evil.
Caminhamos cerca de alguns minutos, até que ele parou, me segurou, ouvi uma porta de abrir, entramos, se fechar e nova caminhada, rápida, som de grades se abrindo, Rex pela barra de ferro me empurrando a uma parede, fria, som de correntes, cadeados sem fechando, prendendo a canga as correntes da parede, a grade se fechando, cadeado sendo fechado, eu deixado ali, tremendo, dolorido, com a canga em meu pescoço e pulsos, de frente a uma parede, preso pelas correntes.
Gemi, chorei, senti a quantidade de porra de Rex escorrer de meu rabo sem nada poder fazer. Queria implorar para me deitar, lembrei de tudo que já havia e estava passando…

Próximo Capítulo

“Al-jubb” - masmorra, cisterna, poço sem água


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