Certo dia, achei que estava sozinho em casa e aproveitei pra me montar e fazer umas fotos e vídeos. Porém, o Sr. Ronaldo, um coroa negro e forte que trabalha conosco há muitos anos, veio limpar a piscina e não percebi sua presença.
Fui para o meu quarto e me vesti com uma calcinha preta fio dental bem pequena, soutien de renda preto, meia 7/8 preta e um salto alto preto que deixa minhas pernas torneadas e meu bumbum empinadinho. Fico uma delícia. Uma cavala. Também estava com uma peruca loira e uma máscara que cobria apenas a região dos olhos. Deixei o celular gravando e desfilava rebolando de um lado para o outro, me olhando no espelho, dançava, agachava (acho linda a posição da mulher de salto agachada com o rabo bem aberto), fazia poses, ficava de quatro, passava o dedo no cuzinho, chupava um consolo de borracha imaginando a pica de um macho, enfim, uma verdadeira cadela no cio doida pra dar. Meu pau duro pra fora da calcinha, punhetando e morrendo de tesão. De repente ouço alguém bater na porta.
- Doutor Eduardo! – Era o Ronaldo. Gelei.
- Espera aí! – Respondi, mas ele entendeu “entra aí”. E abriu a porta falando:
- É que o cloro acab... – ficou mudo ao me ver. Eu estava agachado com a bunda bem aberta tirando uma foto do meu cuzinho. Mais que depressa ele fechou a porta e eu fiquei lá dentro em estado de choque. “Fudeu, descobriram meu segredo! E agora? Tô perdido! Minha esposa vai descobrir!” – pensei.
Troquei de roupa rapidamente e fui atrás dele, pensando em alguma explicação mirabolante. Chegando perto da piscina, antes que eu dissesse qualquer coisa, Ronaldo me interpelou:
- Me desculpa doutor Eduardo, não sabia que o senhor estava acompanhado. Eu entendi que era pra entrar. Me desculpa. – Ele estava super sem graça, mas percebi um volume considerável na sua calça que ele tentava esconder. Comecei a gostar da ideia.
- O que vc achou da loira? Gostou, né, safado? Tá até de pau duro! Hahahaha.
- Quem me dera comer uma mulher daquela! É só pra doutor! Cê tá doido! Que loira gostosa! Meu pau subiu na hora. – Disse ele todo empolgado e apalpou aquele volume enorme por cima da calça. Aquilo me deu um tesão incontrolável. Comecei a imaginar aquele negro pauzudo me fazendo de puta. Era agora ou nunca. A minha chance de realizar a tão sonhada fantasia de ser possuída por um macho viril. Tomei coragem e arrisquei:
- E se eu te contasse que “aquela” loira era eu usando roupa de mulher, peruca e máscara? – Ele tomou um baita susto. Estava na beirada da piscina e quase caiu. KKKKKK.
- Como assim, doutor Eduardo?
- Então, Ronaldo, esse é meu segredinho. Que agora é nosso segredinho. Eu sinto muito prazer em usar roupas íntimas femininas. Imagino que sou uma mulher bem sensual, bem safada e provocante. Me excito ao me olhar no espelho e assistir vídeos usando roupinhas como aquela que vc viu. Nunca contei isso pra ninguém. Levo uma vida de homem normal, como vc sabe, mas tenho esse fetiche. É como se eu incorporasse uma personagem, a Duda. Daí eu viro uma cadelinha no cio. – Ele me olhava ainda embasbacado, parecia não acreditar. Sem desistir do meu objetivo, fui mais ousado:
- Vamos fazer o seguinte: eu vou pro meu quarto e coloco a roupa novamente. Em quinze minutos você sobe pra conhecer a Duda. Se não gostar, pode ir embora e esquece de tudo. Se gostar...bom, se você gostar a gente vê o que acontece... – Ainda sem palavras, Ronaldo apenas balançou a cabeça afirmativamente. Subi para o meu quarto já me sentindo a Duda, cheia de expectativas, cuzinho piscando. “Será que ele vai subir?”
CONTINUA...