Ao voltarmos para a cabine de Luciano, percebi que Patrícia havia deixado um bilhete por debaixo da porta da cabine dizendo: "...se é um tempo que você quer, então tenha o tempo que quiser!"
Passei o bilhete para Luciano que somente fez cara de desinteresse. Entramos, tomamos banho assistindo ao noticiário.
Arrumamos nossas malas para facilitar a saída do navio no outro dia, nos vestimos e saímos para a festa.
A festa está montada na parte da frente do navio de onde tínhamos o mar como cenário principal. A lua estava mais que linda e todos vestidos a black-tie.
Tudo estava perfeito, luzes, som, produções, bebidas tudo. Tudo era de primeira. Chegamos, procuramos os outros da turma de
Luciano e fomos, lógico, para as bebidas. Em pouco tempo a festa estava lotada. A galera toda se jogando mesmo, muito divertimento e gente bonita junta.
Em dado momento vi Patrícia conversando com um cara que não tinha notado ainda na festa. Confesso até uma ponta de ciúmes.
Tomei coragem e fui até eles ver quem era.
Cheguei a eles e disse:
Eu: Linda festa de encerramento, um cenário ótimo para grandes acontecimentos.
Patrícia: Marcelo, este é meu noivo Israel.
Marcelo: Muito prazer Israel.
Eu: Prazer é todo meu Marcelo. Porém, Patrícia esqueceu de comentar que somos noivos mas não estamos juntos por questões que não merecem serem explicitadas agora.
Marcelo: Certamente nesta noite linda, tudo ficará resolvido entre vocês.
Eu: Acredito que um pouco de ar puro para ambos será de muita valia. Para clarear as ideias e rever os sentimentos.
Patrícia permanecia em silêncio apenas observando nossa conversa.
Marcelo: Desejo sorte no amor para vocês uma vez que esta máxima para mim ainda não foi possível.
Patrícia: Marcelo é homossexual assumido, Israel.
Eu: Hum, mesmo? Não perceberia nem em horas de conversa. O que por sinal agora está muito prazerosa.
Marcelo: Digo o mesmo Israel, você se apresentou muito educadamente mostrando inteligência e destreza com as palavras.
Patrícia: Com licença rapazes, vejo que o papo de vocês vai longe esta noite.
Patrícia então se retirou com nossos cumprimentos e já não era de se esperar. Eu via em Marcelo algo que não encontrava em
Patrícia e nem em Luciano.
Marcelo era bonito, culto, inteligente, de sorriso fácil e pele bem clara.
Quanto mais eu conversava com Marcelo mais queria tê-lo em minha cama. Queria poder descobrir o que um cara assumido faz.
Comecei então a ver que Marcelo não tinha trejeitos afeminados e que se comportava como homem. Isso me fazia sentir meu pau dando sinal de vida em minha cueca.
Certa hora, Luciano veio até onde estávamos e disse:
Luciano: Boa Noite!
EU: Marcelo, este é Luciano meu grande amigo a quem tenho muito apreço.
Marcelo: Tudo bem Luciano?
Luciano: Melhor agora meu caro. Sobre o que conversam.
Eu: Estávamos falando sobre relações humanas... como são difíceis! como as pessoas as fazem difíceis na realidade.
Luciano: Principalmente para quem é especialista em confusões como as mulheres.
Rimos um pouco com o comentário de Luciano e Marcelo Continuou: Por isso prefiro mesmo os homens, conosco não há intrigas, fofocas, nada disso. Resolvemos sempre as coisas muito mais facilmente do que aquelas malucas.
Luciano: Mas nós não vivemos sem elas, não é verdade?
Eu: Marcelo é homossexual assumido, Luciano!
Luciano: Ah, mesmo? Sempre tive grandes curiosidades sobre isso.
Olhei para Luciano, como quem já estava entendendo o que ele queria dizer. Saquei logo de cara que ele queria transar a 3 e que queria preservar nossa história.
Marcelo: Olha, com dois caras lindos e gente fina como vocês, ficaria muito feliz em mostrá-los o que rola entre nós homossexuais.
Luciano me olhou e disse: Claro que por mim não teria nenhum tipo de problema e por você Israel?
Eu: Nem por mim.
Luciano: Bom, minha cabine está a disposição para fazermos o que tiver em mente Marcelo.
Marcelo: bom, só me deem um tempo para me preparar e encontro vocês lá em 20 minutos, ok?
Luciano: ok! Número 1067
Marcelo: OK.
Marcelo disse já saindo e indo em direção às cabines.
Eu: Caramba meu, meu pau ta explodindo dentro da cueca doido pra saber o que vai acontecer.
Luciano: Meu, vamos entrar no clima dele e depois caímos matando pra cima dele. Vamos dar a este cara uma festa de despedida digna de um rei.
Rimos e fomos direto para a cabine de Luciano.
Lá chegando, tiramos a parte de cima dos ternos, ficamos apenas de calça, sapato e gravatas à borboleta.
Em seguida a campainha tocou. Luciano olhou pelo olho mágico e era mesmo Marcelo sorridente e com uma garrafa de champanhe na mão.
Marcelo foi entrando e dizendo que tinha trazido um presente para nós.
Abrimos a garrafa de champanhe e brindamos a vida, ao sexo e ao prazer.
Em seguida Marcelo me pegou pelo braço me colocando sentado na poltrona e também ao Luciano colocando-o reclinado sobre sua cama.
Marcelo começou a dançar com a música que vinha da festa de despedida e com isso fazia um strip bem sensual para nós.
Ele foi tirando primeiro seu terno. depois a camisa, chegava perto de nós fitando nossos olhos... era nítido que ele estava realmente se divertindo nos vendo lá assistindo ao seu showzinho particular.
Tirou sua calça deixando a mostra uma bundinha redondinha, empinada e totalmente lisinha, igual bunda de mulher. Estava agora vestindo apenas uma pequenina calcinha preta transparente na frente e totalmente enfiada atrás. No começo fiquei meio assustado com a cena, mas depois fui me acostumando e gostando da ideia, pois Marcelo estava mesmo lindo e sensual naquela calcinha.
Ele dançava e parava em nossa frente de costas e se abaixando para deixar bem a mostra sua bunda deliciosa. Numa das vezes,
Luciano segurou em sua calcinha e começou a puxá-la para o lado e a lamber com a pontinha da língua o cuzinho de Marcelo.
Marcelo então veio para meu lado e ficou em pé na minha frente deixando a bunda bem na minha cara. Não me fiz de rogado e agarrei firme naquele rabo safado e comecei a morder, chupar, lamber e a puxar a calcinha de Marcelo para o lado que acabei rasgando, pois a mesma saiu em minha mão. Marcelo então subiu no braço da minha poltrona e agachou em meu rosto para eu poder lamber melhor seu cuzinho. Enfiei a língua com gosto naquele cuzinho cheiroso enquanto Luciano veio e começou a chupar os peitinho de Marcelo e a mamar com gula a rôla dele.
Ficamos assim um bom tempo. Em seguida, Luciano puxou Marcelo e o jogou como se ele fosse uma prostituta sem valor em cima de sua cama. Foi logo tirando a calça e dizendo: Sua vadia, você veio aqui querendo rôla, então vai ter rôla e duas logo de vez.
Levantei da poltrona, tirei o pau pra fora da calça que já estava totalmente meladão, esfreguei meu cacete na cara de Marcelo e mandei: Vai sua puta, chupa essa rôla! mata sua vontade de pica vai!
Luciano levantou as pernas de Marcelo até a altura de seu peito na posição frango assado e ficou passando o pau babado na portinha do cuzinho de Marcelo. Marcelo dava pequenos gemidos sufocados por minha pica toda enfiada em sua boca. Luciano então começou a empurrar a rôla pra dentro do cuzinho de Marcelo até que a cabeça entrou toda de uma vez. Senti que Marcelo queria gritar mas não conseguia. Luciano então olhou pra minha cara com cara de safadão e sentou a vara de uma só vez no cú de
Marcelo deixando seu corpo pesar sobre Marcelo. Marcelo deu um urro de dor e tentou se livrar de Luciano, porém o mesmo segurava Marcelo por cima e começou a bombar como se nada tivesse acontecendo. Eu fiz o mesmo, bombei na boca de Marcelo segurando firme em seus ombros de modo que Marcelo não tinha nem como se mexer. Socamos muito no cuzinho e na boca de Marcelo que a esta hora já estava até um tanto quanto mole na cama com dois machos famintos como leões devorando suas entradas. Ficamos assim metendo e nos beijando por vários minutos. Até que Luciano disse que já estava quase gozando e resolveu tirar e sair de cima. Tirei também o pau da boca de Marcelo e vi que ele estava todo vermelho. Viramos então Marcelo de costas e eu meti no cuzinho dele de uma só vez sem lubrificante nem nada. A metida deve ter doído pois Marcelo deu um grito e acordou de vez. Mas o safado estava gostando da foda pois em seguida começou a rebolar como uma puta no cio querendo vara.
Ele dizia: Porra cara, mete esse caralho no meu cu. porra cara, me come gostoso. Isso! mete meu macho, me rasga todinha. Me faz sua mulherzinha... Luciano então veio para perto. Deitou-se ao lado de Marcelo e colocou o pau na cara de Marcelo dizendo: Chupa vagabunda, mama o pau do seu outro macho. Nisso enquanto eu metia em Marcelo e Marcelo mamava loucamente o pau de Luciano, Luciano passava mão em meu saco apertando minhas bolas e querendo enfiar seu dedo no meio da minha foda com Marcelo. Marcelo então tirou o pau de Luciano da boca e disse: Porra cara, vou gozar meu! Dito isso eu acelerei a foda e meti sem piedade no cuzão arrombado de Marcelo. Luciano então começou a punhetar seu cacete e acabou gozando na cara de Marcelo que estava gozando sem colocar a mão no pau dele somente com minha pica cravada no rabo. Em seguida, meu pau começou a inchar e jorrei vários jatos de porra pra dentro do rabo de Marcelo. Cara foi muito gostoso jorrar meu leite no cuzinho daquela puta devassa. Fiquei ali em cima dele com o pau enfiado em seu rabo por um bom tempo. Quando resolvi tirar o pau do cu dele, vi que tínhamos deixado um buraco enorme ali e que sangrava, pois estava muito vermelho.
Luciano então começou a rir e disse: Cara que loucura!
Marcelo: Caramba cara, agora sei o significado de estar realmente literalmente fudido. Meu rabo ta pegando fogo!
Rimos bastante de seu comentário e dissemos a Marcelo: Cara foi muito bom mesmo, mas agora precisamos voltar para a festa de encerramento, pois já deve até está acabando.
Marcelo tentou levantar, mas estava com as pernas trêmulas e bambas. Fui tomar logo meu banho e Luciano veio em seguida.
Assim que Marcelo já estava mais recuperado do esbarro, levantou-se e foi cambaleando para o banho também.
Saímos do quarto como se nada houvesse acontecido ali. Voltamos para a festa e chegamos bem na hora da queima de fogos que
indicava que o Rio de Janeiro já estaria bem a nossa frente.
Marcelo: Cara não me canso de ver como o Rio de Janeiro é lindo!
Ficamos os três ali parados olhando as luzes do Rio se aproximando indicando que chegara ao fim nosso cruzeiro.
Continua.