O apartamento da amiga da minha namorada, parte 7

Por: fernanda-14 • 09/07/2026 • 422584 leituras
Capa do conto

Minha namorada Aline vem me encontrar na biblioteca minha faculdade onde eu estava estudando com alguns colegas. Ela estava usando uma camisa branca, saia plissada preta, meias 7/8 e até uma gravatinha. Quase uma fantasia erótica de colegial japonesa! Meus amigos ficam todos babando. A gente sai da biblioteca, mas eu a puxo para a escada de incêndio.

A gente começa a se pegar, mas eu mando ela se afasta um pouco e levantar a saia. Ela obedece e eu vejo que Aline estava com uma calcinha branca que era para ser comportada, mas era pequena para ela, ficava bem baixa, quase no ossinho do quadril.  Estava super-sexy, mas eu digo:

-- Tira a calcinha!

Obedientemente ela tira a calcinha e me entrega. Eu a pego e cheiro o perfume gostoso de boceta e depois coloco a calcinha dela no bolso. Mando ela subir a saia de novo e mente-la assim, enquanto eu acaricio a boceta lisinha de japa da minha namorada. Eu enfio um dedo nela e a fodo um pouco, ela geme como puta, mas eu digo para a gente descer para o andar de baixo, onde ficavam os laboratórios. O andar estava vazio, por isso eu falo para Aline:

-- Levanta a saia de novo e fica segurando ela.

Ela obedece, me mostrando a boceta no meio do corredor.

-- Está com tesão? -- Eu pergunto.

-- Sim, o medo de ser pega está me dando muito tesão.

-- Quero que você entre no banheiro, tire a roupa, pode ficar com as meias e o sapato. Deixe as roupas em cima da pia e fique de cócoras do lado do mictório e espere.

-- E se alguém chegar?

-- Não importa, você tem que me obedecer sem questionar.

Eu deixo ela ir e espero 15 minutos para fazer Aline se sentir bem exposta lá no banheiro. Claro que eu fico monitorando a porta para ninguém entrar, mas ela não sabia disso. Quando eu finalmente entro vejo que a minha namorada safada havia sido bem obediente.

A imagem vai ficar na minha mente para sempre, ela peladinha só de meias, a boceta toda arreganhada. A putinha estava toda vermelha, mas se masturbando.

-- Quem disse que você podia se masturbar?

-- Eu não aguentei. O risco e a humilhação de estar nesse banheiro sujo e fedido é muito excitante. Me use!!!

Eu tiro o pau para fora e enfio na boca dela. Seguro a cabeça dela e lhe fodo a boca como se fosse a boceta, sem dó. Aline aceita ser usada assim. Antes de gozar eu tiro o pau e gozo na cara dela.

-- Não limpa a porra, só se veste, mas não coloca o sutiã de volta.

Ela obedece e a gente sai do banheiro. Caminhamos até o elevador. Só que ele chega com uma garota já nele. Entramos e Aline se cola do meu lado, com porra ainda no rosto. Ela aperta a minha mão. A garota percebe o que havia no rosto da minha namorada, mas não fala nada.

Saímos no primeiro andar e passamos por várias pessoas. Vejo que ela tenta sair o mais rápido, ninguém parece perceber o que estava acontecendo. No meio da multidão eu coloco a mão na bunda dela e lhe digo no ouvido:

-- Está com tesão?

-- Sim, muito!

-- Continua me obedecendo e você ganha pica.

A gente sai do prédio, caminha pelo estacionamento. Eu coloco a mão de novo na munda dela, mas dessa vez eu lhe subo a saia e passo os dedos na rachinha. A gente então entra em um boque que havia do lado, um lugar que o pessoal fazia cooper. Assim que a gente entra na trilha vazia, eu abro os botões da camisa de Aline e a deixo com os peitos para fora. A gente continua caminhando e eu então dobro a saia dela. Aline tem que caminhar mais um pouco toda exposta até a gente chegar em um área com instrumentos de alongamento.

Eu mando ela deitar na prancha inclinada mas de ponta-cabeça, mando ela ficar bem na beirada e com os pés para o lado. A saia obviamente sobe, eu então me ajoelho e começo a lhe comer a boceta. Faço isso até ela gozar, e então digo:

-- Aposto que Carla ia amar estar aqui.

Depois disso eu levanto Aline a faço ela colocar as mãos nas barras paralelas, depois coloco uma das pernas dela também na barra, deixando-a toda arreganhadinha. Eu então meto nela por trás e a fodo ali no parque. No final eu lhe aperto os peitinho e gozo na boceta dela.

Aline termina a noite com porra na cara e na boceta. Eu não deixo ela colocar a lingerie de volta e ela tem que voltar no ônibus da noite assim. Depois ela me conta que a porra no rosto havia espalhado toda e não dava para ver, mas ela conseguia me "sentir" no rosto e também a minha porra escorrendo da boceta.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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