O barbeiro

Por: alexandre-gama-1 24/07/2026 12003 leituras
Capa do conto

Fala, galera! Tranquilo?

Estou de volta para contar algo que aconteceu comigo essa semana, espero que vocês curtam.

Fui convidado para um churrasco no domingo. O convite foi de última hora, então saí para comprar uma camisa e cortar o cabelo no sábado a noite. Corto com o mesmo barbeiro há alguns anos, só que o estabelecimento dele é bastante movimentado.

? Lotado, Jeferson. Tem nem como eu fazer um encaixe, porque tem mais de 5 esperando, hoje eu saio daqui depois das 21h.

Fiquei perdido. Sábado, 19h, Fortaleza. Onde que eu ia arrumar uma barbearia próximo à minha casa que ainda tivesse vaga? Dei uma volta pelas ruas próximas e todas estavam cheias. Lembrei que há alguns anos eu cortava em um bairro vizinho, e tentei a sorte. Cheguei lá tinha um cara cortando e mais dois esperando.

Tentei abrir a porta de vidro, mas estava trancada.

? Pô parceiro, vou atender só esses, tenho que sair.

Bateu até uma tristeza. Mostrei o polegar pra ele e já ia saindo, derrotado, aceitando que ia aparecer sem meu corte na régua, quando ele abriu a porta.

? Vai man, o moleque aqui é só um social, vai dar certo. Senta ali.

Sentei em um dos bancos e comecei a esperar. Logo ele terminou o que já estava cortando e chamou outro. Na metade desse corte, o cara que estava do meu lado levantou.

? Carlim, vou deixar pra segunda. Vou ter que resolver um negócio ? e saiu.

Ficamos só eu, o barbeiro e o cara que já estava cortando. Começamos a conversar sobre futebol e logo o ambiente ficou bastante agradável. Falei para ele sobre já ter frequentado a barbearia, mas que cortava com outra pessoa.

? Meu tio, ele atende mais de dia ? retirou a capa do cliente. ? Pronto, irmão.

Logo o último cliente saiu e ficamos a sós. Quando sentei na cadeira, ele veio com a capa.

? Não tem aquele protetor pro pescoço?

? Pô maninho, eu tô sem. Algum problema?

? Eu tenho muita alergia com material compartilhado, cara. Pele fica logo irritada.

? Pô, eu posso colocar uma toalha em cima de ti, mas ainda vai encher de cabelo.

? Posso cortar sem camisa, então? ? Ele me olhou meio esquisito.

? Pode, cara.

Tirei a camisa, ele veio com a toalha e começamos o corte.

O clima de descontração que conseguimos conversando sobre futebol parecia ter desaparecido. Nós dois estávamos calados e havia uma tensão absurda no ar. Pela primeira vez eu olhei para o espelho e prestei atenção nele. Era um cara moreno, um pouco gordinho. Pardo, com uma barba rala e altura mediana. Devia ter uns trinta.

Não sei o que aconteceu, mas a atmosfera da coisa começou a me dar tesão, e eu não tinha a capa para me proteger. Usando só um calção de tactel, meu volume dava as caras aos pouquinhos. Ele começou a dar umas olhadas, mas disfarçando. Virava, usava uma máquina baixa para fazer o disfarce do corte e olhava para baixo. O volume só aumentava.

No ápice do tesão, alguém bate na porta.

? Tem quantos aí, parceiro? ? era um possível cliente.

? Fechado, cara. Segunda a gente volta aí.

Eles ainda conversaram mais um pouco, o homem tentando conseguir o corte, mas logo foi embora. Aos poucos fomos voltando ao clima anterior à interrupção.

? Irmão, tem algum problema eu fechar o portão aqui? Só pra galera não chegar perturbando.

? Nada, man. Pode fechar.

Ele foi até a entrada e puxou um portão de ferro que cobria a visão da rua. Estávamos verdadeiramente sozinhos.

Quando ele voltou ao corte, a tensão parecia maior que nunca. Ele trabalhava, olhava para o meu volume e disfarçava. Meu pau incomodava dentro da cueca, então comecei a dar algumas mexidas para realocar a posição. Carlos olhava muito mais e meu volume já não era nada discreto.

Num movimento de tesão e loucura, puxei a piroca para fora do calção.

Carlos olhou e não falou nada. Colocou a máquina na mesa e devagar pôs a mão no meu pau.

? Morre aqui, viu? ? falou enquanto começou uma punheta devagar.

Não respondi, só senti aquela mão quente envolta do meu caralho. O cara parecia hipnotizado, olhava fixamente para o meu pau enquanto puxava devagar para cima e para baixo. Levantei da cadeira de corte, retirei o calção e sentei no sofá completamente pelado.

Carlos retirou a calça jeans, cueca e a camisa da barbearia e sentou do meu lado com o pau em riste. Tinha uns 15 cm, grosso e pentelhudo. Começamos a bater uma punheta um para o outro, mas ele não tirava os olhos da minha pica, extasiado.

? Vem chupar.

Comecei a puxar a nuca dele para baixo, mas era como se ele só estivesse esperando o comando. O cara desceu e abocanhou meu pau sem cerimônia nenhuma. Senti aquela boca quente e molhada por toda a minha extensão e dei um gemido. O cara tava insaciável, chupava com gosto e engolia tudo. Ele chupava o corpo todo do pau, chegava a base e subia usando a língua, tudo isso enquanto acariciava meus ovos. Era profissional.

? Tenho que sair daqui a pouco, cara ? falou me punhetando.

Entendi o recado, tinha que gozar logo. Já ia começar uma punheta mas rápida para terminar a putaria, quando ele levantou.

? Quer comer? ? E virou a bunda pra mim. ? Tem que ser rápido, man.

Estava em completo choque. Levantei já passando a mão naquela bunda grande, peluda, maluco para gozar. Ele correu para um cômodo e voltou com uma camisinha. Foi até a cômoda e pegou um dos cremes para pentear. Enquanto tudo se desenrolava eu só olhava, boquiaberto. Participei de muita putaria, mas nada como aquilo.

Ele me deu a camisinha, subiu no sofá de joelhos e deixou o rabo exposto. Passou creme nos dedos e lambuzou o anelzinho peludo.

? Bora, cara, rapidinho ? falou enquanto se punhetava.

Coloquei a camisinha em tempo recorde e me encaixei atrás dele. O safado segurou meu pau e encaixou na portinha. Praticamente sem esforço, a cabeça passou.

? Isso, vai empurrando.

Em pouco tempo eu já estava dentro, meus pentelhos roçando os pelos daquele rabo. Comecei a bombar devagarinho.

? Isso, caralho, mete!

Que loucura era aquilo. Passei a bombar com força e dar tapas na bunda do Carlos, que empinava e pedia mais. Ele virava o rosto para me olhar e afirmava com a cabeça enquanto eu socava, o que só me dava mais tesão.

Puxei o pau e joguei ele de costas para o sofá, para que eu pudesse ver a cena. O pau dele estava todo babado.

? Rápido cara, ainda tem teu cabelo.

Empurrei a piroca sem dó. Ela entrou de uma vez enquanto ele sufocou o grito. Sem tempo para se recuperar, comecei a socar com força. A putaria toda fazia barulho, o som de batida era alto. Ele gemia baixinho e se punhetava com força.

? Aaaah, caralho! ? sem avisar nada ele gozou, se lambuzando todo.

Fiquei maluco com a cena. Tirei meu pau do cu dele, retirei a camisinha e leitei o pau e a barriga dele tudo.

? Toma o leitinho!

Ele continuou se punhetando e me olhando, até sair os últimos jatos. Levantou, pegou a toalha que eu estava usando para aparar os pelos e jogou.

? Vou só limpar isso aqui e volto pra terminar o corte. Agiliza aí, saio já já.

Fiz o que ele disse.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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